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Museus

Museu de Arte Murilo Mendes

Mamm

O  Museu de Arte Murilo Mendes é órgão suplementar vinculado à Pró-Reitoria de Cultura da UFJF, cadastrado no Sistema Brasileiro de Museus do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Sua origem é o Centro de Estudos Murilo Mendes, que funcionou de 1994 a 2005 nas antigas instalações da Faculdade de Filosofia e Letras. Em 2005, uma ampla reforma no prédio da antiga Reitoria, na Rua Benjamin Constant, nº 790, dotou o local de condições técnicas adequadas para a preservação e a divulgação dos acervos do poeta até então alocados no Cemm. Além da biblioteca, da coleção de artes visuais, dos documentos e objetos pessoais de Murilo Mendes, o Mamm abriga outras coleções de livros, incluindo as que pertenceram a Arthur Arcuri, João Guimarães Vieira, o Guima, Cleonice Rainho, Maria de Lourdes Abreu, Dormevilly Nóbrega e Gilberto e Cosette de Alencar. Sua missão é desenvolver estudos e ações científico-culturais relacionados ao acervo de Murilo Mendes, contribuindo para o ensino, a pesquisa e a extensão. Além disso, objetiva preservar, conservar e divulgar seus acervos bibliográfico, documental e de artes visuais; promover intercâmbio entre instituições congêneres; publicar produções resultantes de pesquisas e projetos culturais; incentivar ações no campo da literatura e artes visuais;  estabelecer políticas de aquisição de acervos representativos da memória literária e artística de Juiz de Fora e região.
www.museudeartemurilomendes.com.br

Memorial da República Presidente Itamar Franco

A gênese do Memorial da República Presidente Itamar Franco encontra-se no Instituto Itamar Augusto Franco, criado, em 2002, com a determinação de guarda de expressivo acervo, que permite conferir parte significativa da recente história da República e a trajetória de vida pública e política de seu titular. Em dezembro de 2010, o Conselho Superior da UFJF aprovou a incorporação do acervo histórico-cultural, doado naquele ano pelo ex-presidente Itamar Franco à instituição. Em 7 de julho de 2014, o Consu, por unanimidade, aprovou a criação e o regimento do Memorial. Ao acolher este acervo, constituído por arquivo de documentos e imagens, biblioteca e objetos pessoais, a UFJF construiu um espaço específico, na Rua Benjamin Constant, nº 790, ao lado do Museu de Arte Murilo Mendes, que abriga a coleção de arte do poeta juiz-forano, reunida em Juiz de Fora graças ao esforço do então presidente Itamar Franco e de seus colaboradores junto à viúva do poeta. Ao instituir o Memorial, a Universidade salvaguarda um significativo recorte da memória da República Federativa do Brasil. Além do projeto arquivístico, há o fortalecimento do exercício de estudos e investigações sobre as políticas públicas de caráter histórico e contemporâneo no sistema político brasileiro, em especial do recorte da vida política, econômica e cultural da cidade.
http://www.mrpitamarfranco.com.br/

Museu de Arqueologia e Etnologia Americana

O Museu de Arqueologia e Etnologia Americana foi criado, em 1987, a partir da doação do acervo arqueológico e antropológico do professor do departamento de História da UFJF, Franz Joseph Hochleitner. A coleção é composta por materiais provenientes da Bolívia, coletados entre 1959-1960 e contém crânios humanos com deformação artificialmente provocada, pontas de flechas, vasos de argila e ornamentos de metal. Em 1992, foi anexada ao museu a coleção etnográfica da professora Nely Ferreira do Nascimento, com objetos pertencentes a grupos indígenas brasileiros, especialmente da etnia Maxakali. Atualmente o acervo etnográfico do museu possui mais de 1.000 peças de diversas origens, produzidas com pedra, argila, metal, madeira, bambu, fibras vegetais e plumas, dentre diversos materiais. O acervo também conta com elementos didático-informativos, como cópias de esculturas, instrumentos musicais, gravuras, maquetes, livros, fotografias e vídeos. Em julho de 2017, foi inaugurada no Centro de Ciências da UFJF a Sala de Arqueoastronomia Franz Joseph Hochleitner, uma homenagem ao pesquisador e fundador do Maea, que mantém exposição permanente de parte de seu acervo.

Museu de Malacologia Maury Pinto de Oliveira

malacologiaO Museu de Malacologia Maury Pinto de Oliveira foi implantado em 1967, no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Juiz de Fora, a partir da doação da coleção particular do professor Maury Pinto de Oliveira, que se dedicou integralmente ao trabalho voluntário de pesquisa e coleção de moluscos e conchas por mais de três décadas. A coleção foi iniciada no Rio de Janeiro, no ano de 1951. Em 1953, teve início o trabalho de permuta entre mais de 180 colecionadores e malacólogos de museus especializados do mundo todo. O acervo da malacologia da UFJF, considerado um dos maiores do Brasil, reúne mais de 10 mil lotes de conchas do mundo inteiro. Entre elas, exemplares raros e espécies já extintas. Além da coleção malacológica, o Museu de Malacologia comporta laboratórios de pesquisa e uma biblioteca especializada, onde se encontram livros raros dos séculos XVIII e XIX com ilustrações originais em xilogravura e desenho.
www.ufjf.br/malacologia

Centro de Conservação da Memória

Criado em 2014, o Centro de Conservação da Memória tem seu foco voltado para a preservação da história social de Juiz de Fora, da região e do país, a partir de políticas de salvaguarda de acervos e atividades no âmbito da pesquisa e da extensão. Dois importantes arquivos se destacam sob a custódia do Cecom: o do Diretório Central dos Estudantes, que deu origem ao Centro de Estudos e Memória do Movimento Estudantil, e o do historiador Dormevilly Nóbrega, referência para os estudos sobre a cidade e seu entorno. Sediado no prédio histórico e tombado do antigo DCE, na esquina da Rua Floriano Peixoto com a Avenida Getúlio Vargas, o Cecom também realiza oficinas e cursos com a finalidade de formar e capacitar mão de obra para atuar não apenas em no município, mas nas demais cidades brasileiras e até mesmo no exterior. Outra contribuição do órgão é a definição e o desenvolvimento de uma política pública para a UFJF no que tange ao recolhimento de acervos não universitários que sejam de interesse para a memória da sociedade.

Museu da Farmácia Professor Lucas Marques de Amaral

lucasamaralO Museu da Faculdade de Farmácia Professor Lucas Marques de Amaral é um dos únicos museus universitários que conta a história da Farmácia. Sua exposição é dividida em cinco eixos temáticos que se relacionam com algumas áreas de atuação do farmacêutico, sendo elas análises clínicas, química, manipulação, alimentos, administração e botica, nome pelo qual a farmácia era conhecida antigamente, propondo a instrução e a reverência da Ciência, História e Cultura. O acervo é composto de almofarizes, embalagens, frascos e potes antigos, além de fotos e livros. Há microscópios do século XIX e outros utensílios utilizadas pelos farmacêuticos no passado.
www.ufjf.br/farmacia/museu

Museu Dinâmico de Ciência e Tecnologia

O Museu Dinâmico de Ciência e Tecnologia (MDCT) é um espaço destinado à guarda, conservação, pesquisa e divulgação de documentos e instrumentos históricos, técnicos e científicos da Faculdade de Engenharia da UFJF. Seu acervo é constituído de peças tridimensionais, fotografias, documentos e material bibliográfico remanescentes, em grande parte, da extinta Escola de Engenharia de Juiz de Fora. Atualmente, o MDCT está localizado na Av. Getúlio Vargas, nº 763, Centro (Juiz de Fora-MG). O casarão foi construído em 1894, abrigou a Directoria de Hygiene e Saúde Pública, os Gabinetes e Oficinas da antiga Escola de Engenharia, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e os Sindicatos dos Professores e dos Servidores da UFJF.
Museu Dinâmico de Ciência e Tecnologia

Contando com mais de três mil peças, o Museu de Cultura Popular oferece um eclético acervo de objetos do gênero, em coleções nacionais e internacionais, com destaque para as de cerâmica portuguesa, nordestina e mineira, e as de brinquedos populares, de piões a atiradeiras, além de imagens religiosas, trançados, tecidos e presépios de vários países. A cultura nacional é representada em seus ofícios, crenças e saberes. A programação baseia-se nas manifestações de cultura popular celebradas a cada período do ano.
Museu de Cultura Popular

Museu da Moda Social

Ganhando forma a partir de 2020, o Museu da Moda Social reúne vestimentas que referenciam marcas nacionais e internacionais, com exemplares de roupas, acessórios e complementos diversos, que referenciam os anos 1960 até 2000. Um dos pontos altos de seu acervo são arquivos, documentos e matrizes artísticas referentes à criação e à pesquisa de tecidos e estampas que retratam parte da história industrial de Juiz de Fora na área têxtil, mais especificamente a Fábrica Ferreira Guimarães. O museu está sediado em um dos espaços do complexo arquitetônico que compõe o entorno da Escola de Artes Pró-Música, na Avenida Barão do Rio Branco, nº 3372. O acervo inclui doações das famílias de Christina Queiroz, Amaral e Cruz, Roberta Terra, Sônia Oliveira e Dona Aracy, além de trajes pertencentes à baronesa alemã Hildegard Seits e de peças do professor Luiz Fernando Ribeiro, do Instituto de Artes e Design da UFJF, criadas por ele, além de garimpos anteriores datados entre 1986 e 2014.

Coral da UFJF

O Coral da Universidade Federal de Juiz de Fora, órgão suplementar vinculado à Pró-Reitoria de Cultura, tem entre seus objetivos a divulgação da produção musical regional, nacional e internacional e o estímulo à produção e ao desenvolvimento musicais na comunidade acadêmica. Originalmente um pequeno coro de igreja regido pelo maestro Victor Giron Vassalo, então funcionário da Universidade, o Coral integrou-se extraoficialmente à UFJF em 1966. Em 2006, o Coral da UFJF foi reconhecido oficialmente pelo Conselho Superior da Universidade como corpo estável da instituição. Estudantes, ex-alunos, professores e funcionários da UFJF, ativos ou já aposentados, além de membros da comunidade não acadêmica, compõem o grupo, que hoje se caracteriza pelo repertório diversificado, transitando entre o erudito, o sacro, o profano e o folclore nacional. São objetivos do Coral da UFJF: ampliar e diversificar ações de extensão da UFJF, no processo de construção de cidadania e de enriquecimento da produção cultural local e regional; fortalecer os vínculos dentro da comunidade acadêmica, bem como entre a UFJF e as comunidades juiz-forana e regional; promover estudos na área da música erudita, popular e folclórica; divulgar a produção musical regional, nacional e internacional; renovar-se anualmente e ampliar seu repertório.