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Educomunicação

Apresentamos a seguir artigos sobre educomunicação e cidadania, inclusão digital, informática educativa. Se você quiser sugerir algum, mande-nos mensagem que o incluiremos na lista, desde que seja de acesso livre.

 

Mas, afinal, o que é educomunicação?
O coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da ECA/USP , Ismar de Oliveira Soares, define, nesse pequeno artigo, o termo “educomunicação”.

 

Uma educomunicação para a cidadania
Ismar de Oliveira Soares aborda, nesse artigo, o papel do educomunicador para a formação de uma consciência cidadã.

 

Formação ou treinamento? A formação do professor para o uso dos recursos informatizados
O texto, da então doutoranda em Ciências da Educação da UFSC, Anamelea de Campos Pinto Luiz dos Santos, analisa aspectos relacionados à formação de professores de informática.

 

O papel da informática educativa no desenvolvimento do raciocínio lógico
De autoria Hermínio Neto e Suzana Borges, ambos professores da Universidade Federal do Ceará, esse texto trata da importância da informática educativa para a formação do raciocínio lógico.
O estudo tem como base a teoria cognitivista, de Piaget, e a Seqüência Fedathi, corrente criada por um grupo de educadores da Sala Multimeios da Faculdade de Educação da UFC.

 

As inovações tecnológicas a serviço da educação
O presidente da Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT), Ivônio Barros, faz, a partir desse texto, um estudo sobre a importância das inovações tecnológicas para o desenvolvimento do processo educacional.
O texto faz parte da Plataforma Cederj/Cecierj, um dos principais consórcios de educação a distância do Brasil, que inclui todas as universidades públicas do Estado do Rio de Janeiro.

 

O sujeito do conhecimento
Guilherme Jacobik, mestre em Educação pela USP e professor da Uniban, compila nesse artigo as idéias de importantes educadores e intelectuais, como Freire e E. Morin, para analisar a atuação dos professores na era da tecnologia da informação.

 

A informática educativa na gestão de Paulo Freire na Secretaria de Educação de São Paulo
Raquel Moraes, pedagoga pela Unicamp, com mestrado e doutorado em Filosofia e História da Educação, também pela Unicamp, aborda nesse artigo a experiência do educador Paulo Freire na Secretaria de Educação de SP, em 1989.

 

Informática educativa no Brasil: uma história vivida, algumas lições aprendidas
Maria Candida Moraes, professora de Educação da PUC/ SP, retrata nesse artigo a trajetória da informática educativa no Brasil, partindo da década de 70 (época em que surgiram as primeiras iniciativas do uso de computadores no ensino) até 1997, ano em que o texto foi escrito.

 

Informática na educação: instrucionismo x construcionismo
José Armando Valente, coordenador do núcleo de informática aplicada à educação da Unicamp, explica nesse texto o que significa o termo “informática na educação”, fazendo uma abordagem dos paradigmas instrucionista e constricionista.
Valente traz ainda, no artigo, quatro questões que precisam (e devem) ser discutidas quando o assunto é informática educativa.
O texto faz parte da Biblioteca Virtual da Plataforma Cederj/Cecierj.

 

O perfil do educomunicador
Ismar de Oliveira Soares analisa, neste artigo, a pesquisa desenvolvida pelo NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da ECA/USP, realizada entre 1997 e 1998.
O texto aponta o perfil do educomunicador no final dos anos 90, e as principais atividades desenvolvidas por esse profissional.

 

Educomunicador é preciso
A professora da ECA/USP Maria Cristina Castilho Costa faz nesse artigo uma análise da relação entre Comunicação e Educação, numa época em que as fronteiras disciplinares e a as barreiras departamentais são constantemente arrombadas, com o objetivo de se promover a convergência no campo teórico.

 

Inclusão digital, software livre e globalização contra-hegemônica
Sérgio Amadeu da Silveira relaciona, nesse artigo, a política de inclusão digital e o movimento de software livre como um nexo fundamental da malha de iniciativas pelo desenvolvimento sustentável do país, de combate à pobreza e de globalização contra-hegemônica.