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Integração da Ciência Geográfica à Educação Ambiental: Construindo Escolas Resilientes para a Redução do Risco de Desastres

Autoria: Ernane Timóteo Godinho

Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025

Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Ernane Timóteo Godinho, orientado por Mônica Vasconcellos Barral Campos, aborda um tema de relevância crescente no contexto atual: a integração da Ciência Geográfica à Educação Ambiental, com foco na construção de escolas resilientes. A intensificação dos eventos climáticos extremos no Brasil e no mundo apresenta desafios significativos, especialmente para comunidades escolares localizadas em regiões vulneráveis. Nesse cenário, a pesquisa busca analisar como a Ciência Geográfica pode contribuir para a Educação Ambiental e para a promoção de Escolas Resilientes, visando a redução do risco de desastres.

O problema central deste trabalho reside na necessidade de fortalecer a capacidade da comunidade escolar de compreender, prevenir e responder aos riscos associados a eventos climáticos. O objetivo geral é, portanto, desenvolver uma abordagem que una teoria e prática, promovendo a conscientização socioambiental e a construção de um ambiente escolar mais seguro e sustentável.

A metodologia adotada é qualitativa, descritiva e participativa, estruturada em cinco etapas. Inicialmente, realiza-se uma análise do contexto escolar, seguida pela sensibilização e mobilização da comunidade escolar. Em seguida, é feito um mapeamento participativo, que culmina na elaboração e aplicação de um plano de aula interdisciplinar. Por fim, a avaliação e devolutiva participativa garantem que as aprendizagens sejam compartilhadas e aprimoradas coletivamente. Essa abordagem permite a construção de conhecimento de forma colaborativa, envolvendo não apenas os alunos, mas também professores e a gestão escolar.

As principais contribuições do trabalho incluem a realização de oficinas pedagógicas, rodas de conversa e o levantamento de dados que possibilitam a elaboração de planos de ação. A proposta prevê o uso de ferramentas como o QGIS para a construção de mapas coletivos, promovendo o envolvimento da comunidade local e a aplicação prática das aprendizagens adquiridas. Assim, o projeto não apenas visa a conscientização, mas também a implementação de ações concretas que contribuam para a construção de uma cultura de resiliência nas escolas.

A aplicabilidade prática deste trabalho é significativa, pois busca promover um ambiente escolar mais seguro e sustentável, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e preparados para lidar com os desafios socioambientais. A mobilização de professores e da gestão escolar ao longo do projeto indica uma importante aderência institucional, reforçando a relevância da integração entre Geografia e Educação Ambiental.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre a pesquisa e suas implicações. Acreditamos que este trabalho representa um passo importante na construção de escolas mais resilientes e na promoção de uma educação que valoriza a sustentabilidade e a conscientização socioambiental.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)