| Autoria: Ana Carolina Marini Magalhães de Toledo Orientação: Jordan Henrique de Souza Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀 Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza Ano: 2022 |
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| Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho. | |||
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*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso. O trabalho de conclusão de curso intitulado “Desastres não são naturais”, elaborado por Ana Carolina Marini Magalhães de Toledo sob a orientação de Jordan Henrique de Souza, apresenta uma análise crítica sobre a forma como os desastres são frequentemente categorizados. No contexto da Especialização em Gestão Pública em Proteção e Defesa Civil da Universidade Federal de Juiz de Fora, este estudo se insere em um debate relevante sobre a vulnerabilidade das comunidades e a eficácia das políticas públicas em situações de risco. A pesquisa aborda a questão central: por que desastres não devem ser considerados naturais? A autora investiga como essa percepção pode influenciar a vulnerabilidade das comunidades expostas a perigos de origem natural. O objetivo geral do trabalho é apresentar uma revisão bibliográfica que discuta as justificativas para não classificar desastres como fenômenos naturais, além de explorar a relação entre vulnerabilidade e políticas públicas na mitigação de danos. Para alcançar esses objetivos, a metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica sistemática simplificada. A seleção das fontes foi realizada a partir de periódicos revisados por pares e documentos da Organização das Nações Unidas (ONU), garantindo a relevância e a credibilidade das informações analisadas. Essa abordagem permitiu à autora compilar e sintetizar diferentes perspectivas sobre o tema, contribuindo para um entendimento mais aprofundado das implicações sociais e políticas relacionadas aos desastres. Entre as principais contribuições do trabalho, destaca-se a reflexão sobre a naturalização dos desastres, que pode favorecer a inação de formuladores de políticas públicas. A pesquisa aponta que a pobreza extrema e a falta de capacidade de desenvolvimento são fatores que agravam a vulnerabilidade das comunidades, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais crítica e proativa na gestão de riscos. A autora ressalta que a compreensão dos desastres como fenômenos sociais, e não meramente naturais, é fundamental para a formulação de políticas que realmente visem à redução de riscos e à promoção da resiliência. A aplicabilidade prática deste estudo é significativa, pois oferece subsídios para gestores públicos e profissionais da área de proteção e defesa civil. Ao questionar a terminologia utilizada e suas implicações, o trabalho propõe uma reavaliação das estratégias de intervenção e prevenção, visando a construção de comunidades mais resilientes e preparadas para enfrentar os desafios impostos por situações de risco. Para aqueles que desejam se aprofundar ainda mais no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que complementam a leitura do trabalho e oferecem uma visão mais dinâmica sobre as reflexões apresentadas. A pesquisa de Ana Carolina Marini Magalhães de Toledo é, portanto, uma contribuição valiosa para o campo da gestão pública em proteção e defesa civil, promovendo um debate necessário sobre a forma como entendemos e respondemos aos desastres. Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos |
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