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Autoria: Vanessa Aparecida de Carvalho Orientação: Rayla Amaral Lemos Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀 Coordenação do curso: Gislaine dos Santos Ano: 2025 |
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| Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho. | |||||||||||||||||||||||||||
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| Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho. | |||||||||||||||||||||||||||
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso. O trabalho de conclusão de curso intitulado "Inclusão: Educar Sob o Olhar da Resiliência Diante Desastres Imminentes", desenvolvido por Vanessa Aparecida de Carvalho sob a orientação de Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional contemporâneo: a inclusão de estudantes com deficiência em ações de prevenção e resposta a situações de risco. Este projeto se insere no âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu em Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres da Universidade Federal de Juiz de Fora, refletindo a importância da formação de profissionais capacitados para lidar com a diversidade nas escolas. O problema central deste trabalho reside na dificuldade que alunos com deficiência enfrentam para acessar informações sobre autocuidado em situações de risco. Essa lacuna pode comprometer não apenas a segurança desses estudantes, mas também a eficácia das ações de emergência nas instituições de ensino. O objetivo geral do projeto é garantir que esses alunos desenvolvam competências essenciais de autocuidado e resposta em situações de desastre, promovendo uma educação que articule a comunidade escolar e os órgãos de proteção. A metodologia adotada para o desenvolvimento do projeto é estruturada em quatro etapas: diagnóstico, formação, implementação e avaliação. Cada uma dessas fases envolve a participação ativa da comunidade escolar, respeitando as necessidades específicas dos estudantes com deficiência. Essa abordagem colaborativa visa criar um ambiente educacional mais inclusivo e preparado para enfrentar situações de risco. Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a elaboração de kits didáticos acessíveis, roteiros dramatizados para simulações de evacuação, um plano de evacuação inclusivo e materiais de apoio à mobilidade. Essas entregas foram fundamentais para promover a participação efetiva dos estudantes com deficiência em simulados de evacuação, que aumentou de 35% para 85%. Além disso, o tempo médio de evacuação foi reduzido de 4,5 minutos para 2,8 minutos, e o nível de compreensão das instruções de emergência subiu de 40% para 85%. A adequação da escola à acessibilidade nas rotas de fuga também apresentou um avanço significativo, passando de 30% para 90%, e o engajamento da comunidade escolar aumentou de 45% para 80%. A aplicabilidade prática deste projeto é notável, pois os métodos e materiais desenvolvidos podem ser replicados em outras instituições, promovendo a inclusão de estudantes com deficiência em ações de prevenção e resposta a desastres. Essa replicabilidade é essencial para a construção de uma rede de escolas resilientes que garantam oportunidades equitativas para todos os alunos. Para aqueles que desejam aprofundar-se nos detalhes deste trabalho, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais abrangente sobre as metodologias empregadas e os resultados alcançados. Acreditamos que a construção de uma escola verdadeiramente resiliente passa pela garantia de que todos os estudantes, sem exceção, tenham acesso às ações de prevenção, contribuindo assim para um ambiente educacional mais seguro e inclusivo. Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
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