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Construindo segurança: A importância da participação comunitária na Educação para prevenção de riscos nas escolas

Autoria: Ubiratan Carvalho Santos Vieira Ruas
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição (curta e fiel às fontes) Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Prevenção de Riscos Conjunto de estratégias e medidas destinadas a identificar, minimizar e responder a ameaças que comprometam a segurança física, emocional e social da comunidade escolar. É o tema central e objetivo das propostas educativas na E.E. Sandoval de Azevedo para mitigar acidentes, desastres naturais e violência. Garante um ambiente seguro e resiliente, exigindo abordagem integrada que envolve políticas institucionais e formação profissional.
Participação Comunitária Fator essencial para fortalecer a segurança escolar através do engajamento de pais, alunos e sociedade como agentes ativos na mitigação de riscos. Identificada como lacuna na E.E. Sandoval de Azevedo (90% dos pais desconhecem protocolos), sendo a base da proposta de intervenção. Amplia a conscientização, fortalece o vínculo escola-sociedade e cria um compromisso coletivo de responsabilidade compartilhada.
Resiliência Capacidade da escola e comunidade de se prepararem e enfrentarem situações adversas, minimizando impactos negativos. Objetivo final do projeto para que a escola possa responder de maneira eficiente a emergências. Escolas resilientes protegem a integridade da comunidade e garantem a continuidade do processo educativo após desastres.
Vulnerabilidade Estado de exposição a riscos devido a falhas institucionais, organizacionais ou falta de informação e treinamento. Diagnosticada na escola pela sinalização precária, ausência de simulados e desconhecimento dos protocolos pelos responsáveis. A identificação de vulnerabilidades permite o planejamento de intervenções focadas em infraestrutura e capacitação.
Cultura de Segurança Construção de um esforço coletivo onde práticas preventivas são incorporadas ao cotidiano, substituindo posturas meramente reativas. Meta do projeto para transformar a percepção da comunidade escolar sobre a importância da prevenção contínua. Institucionaliza protocolos de segurança e promove a educação para o risco como componente curricular e social.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "Construindo Segurança", de autoria de Ubiratan Carvalho Santos Vieira Ruas e orientado por Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional: a participação comunitária na prevenção de riscos nas escolas. A E.E. Sandoval de Azevedo, foco deste estudo, enfrenta desafios significativos, uma vez que não possui iniciativas que integrem a comunidade nas ações de segurança e prevenção. Essa lacuna evidencia a necessidade de um engajamento mais ativo de pais, alunos e gestores na construção de um ambiente escolar seguro.

O problema central identificado na pesquisa é a ausência de iniciativas de integração da comunidade em ações de prevenção de riscos na E.E. Sandoval de Azevedo. O objetivo geral do trabalho é analisar como essa participação pode ser estruturada em programas educativos voltados à prevenção de riscos. Para isso, o autor propõe uma abordagem qualitativa, que inclui uma revisão de literatura, entrevistas com gestores escolares e a aplicação de questionários com responsáveis, realizada entre fevereiro e outubro de 2024. Essa metodologia permite uma compreensão aprofundada das dinâmicas existentes e das percepções da comunidade escolar sobre os protocolos de segurança.

Os principais resultados obtidos revelam que 90% dos pais desconheciam os procedimentos de segurança da escola, além de identificar vulnerabilidades institucionais e uma baixa percepção da comunidade sobre os protocolos de emergência escolar. Diante desse cenário, o trabalho apresenta contribuições práticas significativas, como a realização de oficinas educativas, simulados, palestras e a criação de um grupo gestor de riscos. Essas ações visam não apenas informar, mas também engajar a comunidade escolar em um esforço coletivo pela segurança.

A aplicabilidade prática da proposta de intervenção é um dos pontos fortes do trabalho. As iniciativas sugeridas podem servir como um modelo replicável para outras escolas públicas que enfrentam desafios semelhantes. Ao promover a participação comunitária, é possível fortalecer a segurança escolar e criar um ambiente mais consciente e preparado para lidar com situações de risco.

Por fim, convidamos todos a conhecerem mais sobre este importante trabalho por meio de um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as ações propostas e os resultados alcançados. A participação comunitária é um fator essencial para fortalecer a segurança escolar, e este estudo é um passo significativo nessa direção.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)