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Fortalecimento da resiliência escolar: diretrizes para a redução de risco de desastres em Visconde do Rio Branco

Autoria: Osmar Quirino dos Santos
Orientação: Natália Chernicharo Guimarães
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Redução de Risco de Desastres (RRD) Implementação de estratégias eficazes para diminuir a vulnerabilidade e os impactos de eventos adversos. Norteia a pergunta central da pesquisa e a aplicação de protocolos de prevenção na unidade escolar citada. Construção de protocolos de prevenção e realização de simulados para garantir a segurança da comunidade escolar.
Gestão de Riscos Aplicação de técnicas e estratégias para tratar riscos com eficácia, minimizando efeitos indesejados. Citado como ferramenta para tratar as vulnerabilidades físicas e organizacionais identificadas na escola. Identificação e gerenciamento de ameaças específicas (como enchentes) para melhor equacionar os procedimentos de segurança.
Resiliência Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade expostos a uma ameaça de resistir, absorver, adaptar-se, recuperar-se e transformar-se diante de impactos. Utilizado para fundamentar a necessidade de preparar a Escola Municipal Albertina Lima da Costa Duarte para eventos climáticos extremos. Permite que a escola retorne às atividades após eventos traumáticos e minimize danos humanos e materiais através da gestão de riscos.
Educação para Redução de Riscos e Desastres (ERRD) Processo de construção conjunta de conhecimento e divisão de responsabilidades entre escola, comunidade e poder público. Proposta como pilar estratégico para sensibilizar alunos e professores sobre os riscos da região de Visconde do Rio Branco. Fortalecimento da cultura de prevenção que alcança famílias e promove redes de autoproteção comunitária.
Marco de Sendai Acordo internacional que estabelece prioridades como compreender riscos, fortalecer a governança e investir na redução de riscos. Citado como base para justificar a inclusão de temas de desastres nos currículos escolares e fortalecer a governança local. Orienta a gestão pública a aprimorar a preparação para emergências e investir em resiliência estrutural e educacional.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Osmar Quirino dos Santos, orientado por Natália Chernicharo Guimarães, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional e social: a resiliência escolar frente às mudanças climáticas e suas consequências. A Escola Municipal Albertina Lima da Costa Duarte, localizada em Visconde do Rio Branco, foi o foco da pesquisa, que se propôs a identificar e mitigar os riscos associados a eventos adversos, promovendo um ambiente escolar mais seguro e preparado.

O problema central da pesquisa reside na intensificação dos riscos ambientais, que afeta diretamente a vulnerabilidade da comunidade escolar. O objetivo geral do trabalho foi desenvolver diretrizes e estratégias práticas para a implementação de um Plano de Redução de Riscos de Desastres (RRD) na escola, buscando não apenas a proteção física, mas também o engajamento da comunidade escolar em ações preventivas.

A metodologia adotada foi de natureza qualitativa e aplicada, envolvendo a coleta de dados por meio de entrevistas estruturadas e semiestruturadas, observações diretas e questionários. Essa abordagem permitiu uma compreensão aprofundada dos riscos e vulnerabilidades presentes no ambiente escolar, além de facilitar a identificação de oportunidades para a implementação de melhorias.

Entre as principais contribuições do trabalho, destaca-se a elaboração de um Plano de RRD escolar, que serve como um guia prático para a gestão de riscos na instituição. Além disso, foram realizadas capacitações voltadas para professores, alunos e a comunidade, promovendo um aumento significativo no nível de conhecimento e disposição para participar de ações preventivas. Os relatórios de avaliação e feedback das ações implementadas também foram fundamentais para o aprimoramento contínuo das práticas de segurança.

A aplicabilidade prática das diretrizes propostas é evidente, uma vez que o trabalho sugere a implementação de um sistema de feedback e capacitação contínua, que visa fortalecer a resiliência escolar e fomentar uma cultura de prevenção. Essa abordagem não apenas minimiza os impactos de eventos adversos, mas também solidifica uma cultura de segurança e qualidade de vida na comunidade escolar.

Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este importante trabalho. Estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as diretrizes e estratégias desenvolvidas, contribuindo para a disseminação do conhecimento e a promoção da resiliência escolar em Visconde do Rio Branco.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)