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Desenvolvimento de um Aplicativo para Monitoramento e Resposta a desastres ambientais em Comunidades Escolares.

Autoria: Natalia Cristina Silva do Carmo
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição (curta e fiel às fontes) Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Marco de Sendai Diretriz internacional (2015-2030) que enfatiza a gestão de riscos em todos os níveis e a proteção de populações vulneráveis. Eixo norteador internacional do projeto, destacando a educação e o acesso à informação como pilares da resiliência comunitária. Orientar políticas públicas para a inclusão da redução de riscos nos currículos e o desenvolvimento de sistemas de resposta eficazes.
PNPDEC Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, instituída pela Lei nº 12.608/2012 no Brasil. Base legal nacional que fundamenta a obrigatoriedade de ações educativas e sistemas de alerta em tempo real nos espaços escolares. Institui a responsabilidade de gestores públicos em promover a segurança escolar e integrar a defesa civil ao ambiente educativo.
Redução do Risco de Desastres (RRD) Prática de reduzir riscos de desastre através de esforços sistemáticos para analisar e gerir os fatores causais dos desastres. Um dos quatro pilares da Estrutura de Segurança Escolar Abrangente mencionados na fundamentação metodológica. Desenvolvimento de protocolos de evacuação, simulações periódicas e integração de dados de órgãos como CEMADEN e INMET.
Resiliência Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a riscos de resistir, absorver, adaptar-se e recuperar-se de forma tempestiva e eficiente. Objetivo central para fortalecer escolas e comunidades frente a desastres ambientais, integrando tecnologia e conscientização. Fomentar uma cultura de prevenção e capacitar a comunidade escolar para agir de maneira coordenada, garantindo a continuidade pedagógica.
Mitigação Medidas adotadas para reduzir ou limitar os impactos adversos dos perigos e dos desastres relacionados. Referencial teórico associado à atuação integrada de governos e comunidades para a prevenção de danos. Uso de sistemas de alerta e tecnologias de monitoramento para minimizar danos físicos e psicológicos em ambientes vulneráveis.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O presente trabalho de conclusão de curso, desenvolvido por Natalia Cristina Silva do Carmo sob a orientação de Mônica Vasconcellos Barral Campos, aborda uma questão de relevância crescente nas instituições de ensino: a segurança e a gestão de riscos em situações críticas. A falta de tecnologia adequada nas escolas contribui para a desorganização durante eventos inesperados, dificultando a coordenação e aumentando os riscos para alunos e educadores. Nesse contexto, o objetivo central deste projeto é desenvolver um aplicativo que permita monitorar riscos, integrar alertas em tempo real, disponibilizar planos de evacuação e promover a educação em gestão de riscos para toda a comunidade escolar.

A metodologia aplicada no desenvolvimento do aplicativo é estruturada em três fases principais: planejamento, execução e análise de dados. Inicialmente, serão realizadas entrevistas com membros da comunidade escolar para identificar as principais preocupações e necessidades. Em seguida, será feito um mapeamento de riscos específicos da instituição, seguido pelo desenvolvimento do aplicativo em si. Por fim, simulações de evacuação serão conduzidas para testar a eficácia das funcionalidades implementadas e garantir que todos os usuários estejam familiarizados com o uso da ferramenta.

As principais contribuições deste trabalho incluem a criação de um aplicativo voltado para o monitoramento de riscos, a elaboração de planos de evacuação personalizados e a disponibilização de materiais educativos sobre gestão de riscos. A implementação do aplicativo não apenas pretende aumentar a segurança física dos alunos e educadores, mas também fomentar uma cultura de resiliência e conscientização em matéria de gestão de riscos. Ignorar esse risco, especialmente em instituições com crianças e adolescentes, é inaceitável, e a proposta visa mitigar essa vulnerabilidade.

A aplicabilidade prática do aplicativo é significativa, pois ele pode ser replicado em outras instituições educacionais, ampliando o impacto da tecnologia no fortalecimento da resiliência escolar. A articulação entre os conhecimentos técnico-científicos, os marcos legais e as experiências exitosas aponta para a viabilidade e relevância da proposta, que se alinha com as necessidades contemporâneas de segurança e gestão de riscos nas escolas.

Para complementar a compreensão sobre o projeto, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as etapas do desenvolvimento do aplicativo e suas funcionalidades. Convidamos todos a conhecerem mais sobre essa iniciativa que busca transformar a gestão de riscos nas comunidades escolares.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)