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Segurança Física e Resiliência Escolar: Melhores Práticas na Escola Estadual Presidente Costa e Silva

Autoria: Jean Carlos de Souza Teixeira
Orientação: Yvonne Archanjo Massucate Barbosa
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
ERRD Educação para a Redução do Risco de Desastres; abordagem pedagógica para formar cidadãos conscientes e preparados. Inserção de conteúdos de prevenção no currículo escolar (BNCC) e Projeto Político-Pedagógico (PPP). Formação de uma cultura de segurança permanente e empoderamento de alunos e professores.
Risco Combinação da probabilidade de ocorrência de eventos perigosos com suas potenciais consequências negativas sobre pessoas, bens ou meio ambiente. No contexto escolar, envolve desde alagamentos e incêndios até situações de violência que comprometem o funcionamento seguro da educação. Identificação e mapeamento de ameaças para planejar a continuidade das atividades educacionais e proteção da comunidade.
Perigo Evento ou condição com potencial de causar danos, perdas de vidas humanas, ferimentos ou degradação ambiental. Referenciado como ameaças naturais (chuvas), tecnológicas (curtos-circuitos) ou antrópicas (ações humanas intencionais). Base para o diagnóstico de vulnerabilidades e desenvolvimento de protocolos de resposta.
Vulnerabilidade Fragilidade ou susceptibilidade de uma comunidade ou estrutura frente a um perigo, relacionada a condições físicas, sociais e econômicas. Aparece na análise da infraestrutura precária da Escola Presidente Costa e Silva (falta de muros/cercas) e histórico de invasões. Orientação para intervenções estruturais (reformas) e sociais para reduzir a exposição aos danos.
Resiliência Capacidade de um sistema resistir, absorver impactos, adaptar-se e recuperar-se de eventos adversos de forma positiva. Conceito central do projeto para que a comunidade escolar responda com eficácia a emergências e continue promovendo educação. Fortalecimento das capacidades institucionais e promoção de uma cultura de preparação e autocuidado.
Desastre Evento adverso que supera a capacidade de resposta da comunidade afetada, gerando perdas e danos consideráveis. Contextualizado como situações que causam suspensão de aulas e destruição de instalações, exigindo planos de contingência. Necessidade de gestão de crises e articulação com a Defesa Civil para recuperação pós-evento.
Prevenção Conjunto de ações que visam eliminar ou reduzir as causas dos riscos antes que um evento aconteça. Aplicado através de campanhas educativas, monitoramento de estruturas e treinamentos da equipe escolar. Evitar que o risco se materialize como desastre através de planejamento antecipado.
Mitigação Medidas estruturais e não estruturais adotadas para reduzir a severidade dos impactos adversos de um perigo. Exemplificado no reforço de construções, instalação de sistemas de alerta e rotas de evacuação. Redução da gravidade dos danos caso o evento perigoso ocorra.
Preparação Processo de planejar e organizar recursos para uma resposta eficaz a desastres iminentes ou em curso. Contexto de elaboração de planos de contingência e realização de simulados periódicos na escola. Aumento da agilidade de resposta e redução do tempo de recuperação pós-desastre.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O presente trabalho de conclusão de curso, intitulado "Segurança Física e Resiliência Escolar: Melhores Práticas na Escola Estadual Presidente Costa e Silva", desenvolvido por Jean Carlos de Souza Teixeira sob a orientação de Yvonne Archanjo Massucate Barbosa, aborda uma questão de grande relevância para a comunidade escolar: a segurança física no ambiente educacional. A Escola Estadual Presidente Costa e Silva enfrenta desafios significativos relacionados à segurança, como a ausência de cercas e um histórico de invasões e assaltos, que comprometem a integridade física e psicológica de alunos, professores e funcionários.

O problema central deste estudo reside na falta de segurança física, que não apenas afeta a proteção dos indivíduos, mas também impacta o ambiente de aprendizagem. O objetivo geral do trabalho é desenvolver e implementar um projeto de segurança física que melhore a infraestrutura da escola e adote medidas preventivas. A proposta visa fortalecer a cultura de segurança e resiliência entre todos os membros da comunidade escolar, promovendo um espaço mais seguro e acolhedor.

Para alcançar esses objetivos, a pesquisa adotou uma abordagem qualitativa e exploratória. Foram utilizadas diversas metodologias, incluindo a análise de documentação oficial, entrevistas semiestruturadas com membros da comunidade escolar e capacitações voltadas para a segurança. Essas ferramentas permitiram compreender as necessidades específicas da escola e propor estratégias eficazes para a melhoria da segurança e resiliência no ambiente escolar.

As principais contribuições deste trabalho incluem um diagnóstico detalhado da infraestrutura atual da escola em relação à segurança física, um plano de ação com propostas de melhorias e investimentos necessários, além de treinamentos e capacitações para a equipe escolar sobre práticas de segurança. Também foram desenvolvidas campanhas de conscientização voltadas para a comunidade escolar, com o intuito de promover uma cultura de segurança. A avaliação dos impactos das ações implementadas demonstrou um aumento na percepção de segurança entre alunos e funcionários, além de uma redução nos casos de violência e incidentes reportados.

A aplicabilidade prática das ações propostas é significativa, pois visa criar um ambiente escolar seguro e acolhedor. A promoção da cultura de segurança e resiliência não apenas protege a comunidade escolar, mas também prepara todos os envolvidos para lidar com situações adversas, contribuindo para um ambiente de aprendizagem mais saudável e produtivo.

Para aqueles que desejam aprofundar-se nos detalhes deste trabalho, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais abrangente sobre as práticas e resultados obtidos. A segurança física é um aspecto fundamental no ambiente escolar, e este trabalho busca contribuir para a construção de um espaço onde todos possam aprender e se desenvolver com tranquilidade.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)