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Criação e implementação do setor de segurança escolar na rede estadual de ensino no estado do Amapá

Autoria: Armando Alves Junior
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho Implicação prática
Segurança Escolar Implementação de medidas preventivas e corretivas para garantir a integridade física, emocional e social da comunidade escolar. Contextualizado como um esforço estratégico e intersetorial para garantir o acesso equitativo e contínuo à educação diante de múltiplas ameaças. Proposta de criação de um setor específico na SEED/AP com atribuições claras e recursos para monitoramento de protocolos.
Governança do Risco Dimensão crítica que envolve a coordenação entre governos e a criação de padrões para estratégias de prevenção. Citada no contexto do Marco de Sendai para destacar a falta de coordenação local em estratégias de prevenção no Amapá. Necessidade de gestão integrada do risco e superação de entraves estruturais na administração pública estadual.
SNAVE Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas. Referência legal (Lei nº 14.643/2023) que fundamenta a necessidade de um setor especializado de segurança no estado. Subsidia a criação de serviços de monitoramento e a articulação entre estados e municípios para combater a violência.
Resiliência Capacidade da escola de resistir, adaptar-se e recuperar-se de eventos adversos preservando estruturas essenciais. Apresentada como a capacidade desenvolvida pela escola para mitigar situações traumáticas e violentas sem sucumbir a elas. Desenvolvimento de ambientes escolares seguros e fortalecimento institucional para a continuidade das aulas pós-desastre.
Cultura de Paz Conjunto de valores e comportamentos baseados no respeito à vida, na não-violência e na solidariedade. Eixo fundamental para o desenvolvimento de convivência harmônica e enfrentamento de adversidades com cooperação. Promoção de ações educativas, mediação de conflitos e formação de uma rede de apoio entre estudantes e docentes.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O presente trabalho de conclusão de curso, elaborado por Armando Alves Júnior sob a orientação de Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional do Amapá: a segurança nas escolas. Nos últimos anos, a comunidade escolar tem enfrentado uma onda de violência que inclui tanto agressões físicas quanto ataques cibernéticos, comprometendo a integridade e a segurança dos alunos e profissionais da educação. Diante desse cenário, a proposta central deste estudo é a criação de um setor especializado na Secretaria de Estado da Educação (SEED/AP), que será responsável por implementar diretrizes e protocolos de segurança escolar, promovendo uma cultura de paz e resiliência institucional.

O problema central identificado é a crescente vulnerabilidade das escolas no Amapá, evidenciada por um aumento de 325% nos registros de vulnerabilidade entre 2023 e 2024. O objetivo geral do trabalho é, portanto, propor a criação de um setor que atue de forma integrada e eficaz na aplicação de políticas de segurança, visando não apenas a proteção física, mas também a promoção de um ambiente educacional seguro e acolhedor.

A metodologia adotada para o desenvolvimento deste trabalho é qualitativa, com um enfoque exploratório e descritivo. Foram realizadas revisões bibliográficas, análises documentais e diagnósticos situacionais, permitindo uma compreensão aprofundada do contexto atual das escolas no Amapá. Essa abordagem possibilitou a identificação de lacunas nas políticas existentes e a formulação de propostas concretas para a melhoria da segurança escolar.

Entre as principais contribuições do trabalho, destaca-se a proposta de criação do setor de segurança escolar, que inclui a elaboração de protocolos específicos para situações de risco e programas de capacitação voltados para gestores e docentes. Essas iniciativas visam não apenas a redução da violência, mas também a formação contínua de todos os envolvidos no ambiente escolar, garantindo que todos os colaboradores estejam preparados para lidar com situações adversas.

A aplicabilidade prática das propostas apresentadas é significativa, uma vez que a implementação de políticas públicas voltadas à segurança escolar pode transformar o ambiente educacional, promovendo um espaço mais seguro e resiliente para alunos, professores e a comunidade escolar como um todo. A segurança escolar deve ser entendida como um esforço estratégico e intersetorial, essencial para garantir o acesso equitativo e seguro à educação.

Para aqueles que desejam se aprofundar ainda mais no tema, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que trazem uma visão mais detalhada sobre a proposta e suas implicações. Acreditamos que a disseminação desse conhecimento é fundamental para a construção de um futuro mais seguro e educacionalmente saudável para todos no Amapá.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)