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Planos de Resiliência Escolar para possíveis riscos: Estudo de Caso nas escolas públicas do Distrito Angueretá/Curvelo-MG

Autoria: Simone Aparecida Faria
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho Implicação prática
Gestão de Riscos Processo de planejamento e aplicação de protocolos para proteger comunidades e minimizar impactos de eventos adversos. Foco na implantação de planos de gestão de riscos e protocolos de segurança para as escolas de Angueretá. Implementação de diagnósticos de vulnerabilidades, planos de evacuação e treinamento de equipes escolares.
ERRD Educação em Redução do Risco de Desastres; diretrizes propostas pela UNESCO para o ambiente educacional. Base para as ações formativas com professores, alunos e famílias visando a cultura de prevenção. Promover ações de sensibilização, oficinas e projetos práticos que integrem o conhecimento técnico à rotina escolar.
Resiliência Capacidade de sistemas, indivíduos e instituições de enfrentarem adversidades significativas e manterem-se funcionais ou evoluírem. Aplicada ao contexto escolar (resiliência escolar) e comunitário para enfrentar desafios de condições adversas em Angueretá. Redução de dias letivos perdidos e melhoria da segurança através de estratégias institucionais de prevenção e mitigação.
Marco de Sendai Diretrizes internacionais que orientam a inclusão de estratégias de prevenção de desastres no ambiente escolar. Fundamenta o referencial teórico e as metas de segurança e continuidade do aprendizado no distrito de Angueretá. Alinhamento da gestão escolar com protocolos internacionais de redução de riscos e educação para segurança.
PNPDEC Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei 12.608/2012) que estabelece diretrizes para gestão de riscos e desastres. Utilizada para reforçar a importância do planejamento local e a organização social das escolas como pontos centrais. Fortalecimento da capacidade de resposta do município de Curvelo em conformidade com a legislação federal vigente.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O presente trabalho de conclusão de curso, elaborado por Simone Aparecida Faria sob a orientação de Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional: a resiliência escolar em face de riscos potenciais. Em regiões rurais, como o distrito de Angueretá, a carência de estratégias sistematizadas para lidar com emergências se torna um desafio significativo. A ausência de planos de contingência e protocolos adequados pode comprometer a continuidade do ensino e a segurança da comunidade escolar.

O problema central deste estudo reside na falta de estratégias eficazes que garantam a resiliência das escolas em contextos vulneráveis. O objetivo geral é elaborar e implementar um plano de resiliência escolar que minimize os impactos de inundações, assegurando a continuidade das atividades educacionais e promovendo a segurança e o bem-estar de alunos, professores e famílias. A proposta busca não apenas atender a uma necessidade imediata, mas também contribuir para a formação de uma cultura de prevenção e resposta a emergências nas escolas.

A metodologia adotada consiste em um estudo de caso em duas escolas públicas do distrito de Angueretá. O trabalho envolve a implementação de planos de evacuação, o treinamento das equipes escolares e a adaptação da infraestrutura das instituições. A coleta de dados será realizada por meio de entrevistas e questionários, permitindo uma análise qualitativa e quantitativa das condições atuais e das percepções da comunidade escolar em relação à segurança e à gestão de riscos.

As principais contribuições deste trabalho incluem a elaboração de planos de evacuação, a capacitação das equipes escolares e a criação de um protocolo de resiliência escolar. Espera-se que a implementação dessas ações resulte em uma redução significativa no número de interrupções das aulas e na capacitação da comunidade escolar para atuar de forma eficaz durante situações de emergência. Além disso, o projeto se propõe a servir como um modelo para outras escolas em áreas de risco, contribuindo para o fortalecimento da resiliência escolar em contextos semelhantes.

A aplicabilidade prática das propostas apresentadas é evidente, uma vez que as diretrizes e estratégias desenvolvidas podem ser adaptadas e replicadas em outras instituições de ensino que enfrentam desafios semelhantes. A formação de uma rede de escolas resilientes é fundamental para garantir a segurança e a continuidade do aprendizado, especialmente em áreas vulneráveis.

Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este importante trabalho por meio de um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as etapas do projeto e suas implicações para a comunidade escolar. A disseminação do conhecimento é um passo essencial para a construção de um ambiente educacional mais seguro e preparado para enfrentar desafios futuros.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)