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As limitações geográficas e emocionais: impactam o processo de aprendizagem é impactado pela formação identitária dos estudantes do Colégio Francisco Lima.

Autoria: Rafael Sousa Callado
Orientação: Franciene Aparecida da Silveira
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Violência Escolar Ação ou omissão que cause ou pretenda causar danos à escola, à comunidade escolar ou a seus membros. Abordada como a situação-problema central, manifestada por brigas, tensões territoriais, racismo e bullying no Colégio Francisco Lima. Exige a adoção de uma abordagem participativa baseada no conhecimento do risco para proteger alunos e funcionários contra lesões e danos.
Risco Possibilidade de ocorrência de eventos negativos (choques, estresses ou perigos) que perturbam o ambiente de aprendizagem. Identificado no trabalho como a violência decorrente de divisões geográficas, questões identitárias e preconceitos. Necessidade de planejamento estratégico para mitigar perturbações e garantir a segurança escolar abrangente.
Vulnerabilidade Condições de exposição a danos devido a fatores sociais, econômicos, geográficos ou psicológicos. Relacionada ao perfil dos alunos (jovens negros, periféricos) e ao histórico de estigmatização da escola ("Francisco Lixo"). Reconhecimento das demandas específicas de cada grupo para criar um ecossistema de empatia e inclusão social.
Resiliência Escolar Capacidade do sistema escolar de antecipar, absorver, adaptar-se e transformar-se diante de ameaças e riscos. Utilizada como base do projeto de intervenção para promover o amadurecimento emocional e a resolução de conflitos entre os alunos. Fortalecimento do sistema por meio de políticas que garantam a continuidade da educação e a segurança física e mental da comunidade.
Preconceito / Discriminação Dimensão comportamental de evitação, insulto ou agressão baseada na crença de superioridade sobre o outro. Contextualizado através do racismo, machismo e homofobia detectados em questionários aplicados aos estudantes. Implementação de práticas pedagógicas que abordem estigmas para reduzir a violência psicológica e o estresse continuado.
Limite Geográfico Linha que delimita cidades ou territórios, associada à origem dos alunos em diferentes bairros e áreas urbanas. Utilizado para discutir as tensões territoriais (favelas ou manguezais) que os alunos levam para dentro do ambiente escolar. Mediação de conflitos originados fora do ambiente escolar que impactam diretamente a segurança e o convívio interno.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "As Limitações Geográficas e Emocionais: Impactam o Processo de Aprendizagem É Impactado pela Formação Identitária dos Estudantes do Colégio Francisco Lima", desenvolvido por Rafael Sousa Callado sob a orientação de Franciene Aparecida da Silveira, aborda um tema de relevância significativa no contexto educacional contemporâneo. A violência escolar e suas implicações no processo de aprendizagem dos alunos do Colégio Estadual Coronel Francisco Lima são questões que demandam atenção e análise cuidadosa, especialmente em um cenário onde as limitações geográficas e emocionais podem influenciar diretamente o desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes.

O problema central deste estudo reside na identificação de como essas limitações impactam a aprendizagem dos alunos, propondo, assim, um objetivo claro: analisar a influência das limitações geográficas e emocionais, além de sugerir intervenções que promovam a resiliência e a formação contínua para os educadores. A proposta é que, ao entender essas dinâmicas, seja possível criar um ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor, onde os alunos se sintam seguros para expressar suas vivências e desafios.

A metodologia adotada para este trabalho consiste na aplicação de formulários que abordam questões complexas, promovendo o protagonismo estudantil. Essa abordagem permite que os alunos reflitam sobre as alteridades e subalternidades presentes em sua realidade, contribuindo para uma compreensão mais profunda das tensões que permeiam o ambiente escolar. A coleta de dados por meio desses formulários possibilita uma análise qualitativa das experiências dos estudantes, oferecendo uma visão abrangente das barreiras que enfrentam.

As principais contribuições deste trabalho estão ligadas à criação de um espaço onde as heranças de tensões possam ser discutidas de maneira aberta. A proposta de intervenções de resiliência visa não apenas a melhoria do ambiente escolar, mas também a formação de educadores mais preparados para lidar com as complexidades emocionais e sociais que seus alunos enfrentam. A aplicabilidade prática das conclusões deste estudo é evidente, pois busca-se fomentar um ambiente educacional que promova a inclusão e o acolhimento, essenciais para o desenvolvimento integral dos alunos.

Por fim, convidamos todos a conhecerem mais sobre este importante trabalho. Para isso, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que aprofundam as discussões apresentadas e oferecem uma visão mais detalhada sobre as implicações das limitações geográficas e emocionais na aprendizagem dos estudantes do Colégio Francisco Lima.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)