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Capacitação de Educadores para a Implementação de Práticas de Educação Integrada sobre Riscos e Desastres em Unidades Escolares: Rumo a uma Escola Resiliente

Autoria: Lenir Maria da Silva
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Marco de Sendai (2015–2030) Acordo internacional que visa reduzir riscos e perdas causadas por desastres naturais e humanos, reconhecendo a educação como eixo estratégico. Citado como diretriz normativa internacional que orienta a promoção da resiliência nas escolas e a inclusão da gestão de riscos nos planos educacionais. Incentiva a integração da ERRD nos currículos escolares e o fortalecimento institucional e comunitário.
CSSF (Estrutura de Segurança Escolar Abrangente) Referencial estruturado em três pilares: infraestrutura segura, gestão de riscos escolares e educação para redução de riscos. Utilizado para fundamentar a necessidade de ações integradas e multissetoriais para garantir o direito à educação em ambientes protegidos. Orienta a implementação de protocolos, formação de educadores e garantia de continuidade pedagógica em cenários adversos.
PNPDEC (Lei nº 12.608/2012) Política Nacional de Proteção e Defesa Civil brasileira que define a educação como instrumento de proteção da população escolar. Base legal nacional que incentiva a elaboração de planos de contingência e treinamentos simulados nas unidades de ensino. Estimula a criação de planos de contingência, treinamentos e a capacitação de profissionais da educação em prevenção e resposta.
Educação para Redução de Riscos e Desastres (ERRD) Proposta sistematizada para desenvolver competências em educadores e alunos para responder conscientemente a situações de emergência. É o foco central do projeto de intervenção, visando a integração da temática no currículo e cotidiano escolar. Promove a mudança de cultura de reativa para preventiva, formando cidadãos preparados para lidar com riscos.
Resiliência Comunitária Capacidade de adaptação a choques associada a um conjunto de recursos sociais, econômicos e institucionais. Citado no referencial teórico (baseado em Cutter et al.) para justificar a coordenação entre gestores, professores, estudantes e famílias. Assegura respostas eficazes antes, durante e após situações de risco através do fortalecimento de laços sociais e cooperação.
Escola Resiliente Unidade escolar que integra a prevenção de riscos no cotidiano e envolve toda a comunidade em uma cultura de segurança e proatividade. Objetivo final do projeto de intervenção no CIEP 305 Heitor dos Prazeres. Criação de ambientes educacionais seguros que minimizam a descontinuidade do processo educativo após incidentes.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Lenir Maria da Silva, orientado por Mônica Vasconcellos Barral Campos, aborda um tema de grande relevância no contexto educacional atual: a capacitação de educadores para a implementação de práticas de educação integrada sobre riscos e desastres. A ausência de conhecimentos específicos e habilidades práticas por parte dos educadores para lidar com situações de risco representa um desafio significativo para a promoção de uma cultura de prevenção e segurança nas escolas. Este projeto visa não apenas a segurança, mas também a criação de uma comunidade escolar resiliente, capaz de enfrentar adversidades de maneira mais eficaz.

O objetivo geral do trabalho é capacitar educadores da rede estadual de ensino em práticas eficazes de prevenção a riscos. Para isso, a metodologia adotada será estruturada em três etapas principais: planejamento da pesquisa, execução e análise dos dados. Serão utilizados métodos quantitativos e qualitativos, incluindo questionários e entrevistas, para avaliar o nível de compreensão da comunidade escolar sobre riscos e desastres. Essa abordagem permitirá uma análise abrangente e fundamentada das necessidades e lacunas existentes no conhecimento dos educadores.

As principais contribuições deste trabalho incluem a elaboração de materiais didáticos, a realização de treinamentos práticos e a condução de simulações de situações de risco. Essas entregas visam melhorar as práticas relacionadas à gestão de riscos e à segurança nas escolas, refletindo em dados coletados por meio de observações diretas, registros de atividades e feedback da comunidade escolar. A expectativa é que, ao final do projeto, haja uma melhoria significativa nas práticas educativas, promovendo um ambiente escolar mais seguro e consciente.

A aplicabilidade prática deste projeto é evidente, uma vez que busca criar um ambiente educacional que não apenas priorize a segurança, mas também prepare cidadãos para lidar com situações de risco. A educação, compreendida como um processo contínuo de construção do conhecimento e de transformação da realidade, constitui um instrumento estratégico para o fortalecimento da cultura de segurança nas escolas. Assim, a capacitação se concentrará na elaboração e implementação de práticas educativas que integrem a prevenção de riscos no cotidiano escolar.

Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este importante trabalho por meio de um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as etapas do projeto e suas implicações para a formação de educadores e a segurança nas escolas. Acreditamos que a disseminação desse conhecimento é fundamental para a construção de um futuro mais seguro e resiliente para nossas comunidades escolares.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)