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Construção de Escolas Resilientes: Tecnologias Digitais como Ferramentas para Mitigar os Riscos de Desastres

Autoria: Laís Kelly Ferreira da Silva Coelho
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho Implicação prática
Resiliência Escolar Capacidade da escola de se preparar, responder e garantir a continuidade das atividades educacionais durante e após desastres. O objetivo central é aumentar a resiliência das instituições de Ensino Médio em áreas vulneráveis de Minas Gerais por meio de tecnologias digitais. Garantir a segurança física da comunidade escolar e a manutenção do ensino em situações de crise climática ou ambiental.
Gestão de Riscos de Desastres Processo de identificação, análise e implementação de medidas para reduzir os impactos de catástrofes naturais ou antrópicas. Foco na capacitação de alunos e professores para gerenciar riscos e atuar como agentes de mudança. Redução da vulnerabilidade socioambiental e aumento da eficácia operacional da defesa civil no ambiente escolar.
Tecnologias Digitais (TICs) Ferramentas como plataformas de ensino a distância, sistemas de monitoramento em tempo real e aplicativos móveis de alerta. Utilizadas como instrumentos para mitigar riscos, capacitar educadores e disseminar informações preventivas. Melhoria na gestão de riscos e resposta ágil a emergências através de alertas precoces e treinamentos remotos.
Marco de Sendai Documento-guia da ONU para redução de riscos de desastres, focando em governança e investimento em resiliência. Base para alinhar o projeto a diretrizes internacionais de prevenção e mitigação de impactos. Fortalecimento da governança de riscos no setor público e fomento à cultura de prevenção escolar.
ESSA 2022–2030 Estrutura de Segurança Escolar Abrangente focada em infraestrutura segura, gestão de riscos e educação para resiliência. Referencial teórico principal que guia os três pilares de intervenção nas escolas brasileiras. Orientação de políticas públicas para transformar escolas em centros de segurança comunitária.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O presente trabalho de conclusão de curso, desenvolvido por Laís Kelly Ferreira da Silva Coelho sob a orientação de Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional: a construção de escolas resilientes por meio da utilização de tecnologias digitais. Em um cenário onde muitas instituições de ensino, especialmente aquelas localizadas em áreas vulneráveis, enfrentam desafios significativos relacionados à infraestrutura e ao planejamento para situações de emergência, a pesquisa se propõe a investigar e implementar soluções práticas que fortaleçam a resiliência institucional e a preparação da comunidade escolar.

O problema central identificado é a falta de infraestrutura adequada e o planejamento deficiente para situações de emergência nas escolas de Ensino Médio em áreas vulneráveis. Diante desse desafio, o objetivo geral do trabalho é desenvolver e implementar intervenções educacionais digitais que possam ser aplicadas nas escolas, visando aprimorar a capacidade de resposta e a conscientização sobre riscos, tanto entre educadores quanto alunos.

A metodologia adotada para a realização da pesquisa envolve um planejamento cuidadoso e um diagnóstico inicial das necessidades das escolas. A partir desse diagnóstico, são desenvolvidos conteúdos educacionais digitais, seguidos pela capacitação de facilitadores locais que atuarão na implementação das intervenções. O monitoramento contínuo das ações é uma etapa fundamental para garantir a eficácia das estratégias adotadas e a adaptação às realidades específicas de cada instituição.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a criação de plataformas digitais de ensino a distância, sistemas de monitoramento em tempo real, planos de capacitação para educadores e conteúdos educacionais interativos sobre desastres. Esses recursos não apenas visam aumentar o conhecimento e as habilidades dos educadores no uso de tecnologias educacionais, mas também transformar as escolas em centros de prevenção e resposta a emergências, multiplicando o conhecimento adquirido para as comunidades locais.

A aplicabilidade prática das intervenções propostas é significativa, pois busca capacitar educadores e alunos para gerenciar riscos e responder adequadamente a emergências, garantindo a continuidade das atividades educacionais. A proposta visa a criação de um ambiente educacional resiliente e preparado para enfrentar os desafios futuros, contribuindo para melhorias tanto no contexto escolar quanto nas comunidades.

Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este trabalho por meio de um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as intervenções e os resultados alcançados. Acreditamos que a disseminação desse conhecimento é essencial para a construção de um futuro mais seguro e preparado para todos.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)