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SUSTENTABILIDADE ESCOLAR: Promovendo o Reaproveitamento de Resíduos

Autoria: Cléia Márcia Venâncio de Souza
Orientação: Yvonne Archanjo Massucate Barbosa
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Sustentabilidade Promoção do desenvolvimento que preserva recursos naturais e minimiza o desperdício, poupando a natureza da extração inesgotável. Tema central do projeto ("Sustentabilidade Escolar") focado no reaproveitamento de resíduos para reduzir riscos ambientais e impactos na saúde. Fomento à preservação ambiental e redução de desastres através de práticas pedagógicas e gestão eficiente de recursos nas escolas municipais.
Resiliência Escolar Capacidade da comunidade educacional de se preparar, enfrentar e minimizar os impactos de desastres através de estratégias integradas. Apresentada como um processo complexo que envolve avaliação de riscos, infraestrutura adequada e participação ativa da comunidade. Construção de ambientes escolares seguros e preparados para enfrentar situações adversas e reduzir vulnerabilidades locais.
Resíduo Material que sobra de processos humanos, mas que ainda possui valor e pode ser reaproveitado ou reciclado. Distinguido de lixo e rejeito para orientar a comunidade escolar sobre o que pode ser transformado (ex: latas, garrafas pet). Redução do volume de descartes que entopem bueiros e causam alagamentos, além de promover a economia circular.
Rejeito Material que, após esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação, não apresenta outra alternativa que não a disposição final adequada. Definido como aquilo impossível de ser reaproveitado (ex: papel higiênico usado, fraldas). Necessidade de descarte correto para evitar a proliferação de doenças e vetores em áreas urbanas.
Economia Solidária Modelo econômico baseado na cooperação, solidariedade e autogestão, visando inclusão social e geração de renda. Exemplificada através de ações como o "Varal Solidário" (doação e troca de itens entre famílias). Fortalecimento dos vínculos comunitários e apoio a famílias vulneráveis, aumentando a resiliência social perante riscos.
Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) Marco regulatório que institui diretrizes para o gerenciamento de resíduos sólidos no Brasil. Citada como material de base legal para a execução das ações de gestão de resíduos do projeto. Obrigação legal de gestores públicos em implementar planos de gestão que minimizem impactos ambientais negativos.
Marco de Sendai Acordo internacional (2015-2030) que estabelece metas globais para a redução do risco de desastres e construção de resiliência. Referenciado como premissa ambiental para reduzir riscos de desastres naturais e tecnológicos. Alinhamento das políticas educacionais locais a diretrizes internacionais de proteção civil e segurança pública.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Cléia Márcia Venâncio de Souza, orientado por Yvonne Archanjo Massucate Barbosa, apresenta uma análise crítica sobre a gestão de resíduos nas escolas da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte (RMEBH). A má gestão desses resíduos não se limita a uma questão ambiental; ela se configura como um fator de risco que pode comprometer a saúde pública e a integridade do ambiente escolar. Neste contexto, a pesquisa busca estimular gestores e comunidades escolares a adotarem hábitos sustentáveis, promovendo o reaproveitamento de resíduos como uma prática essencial para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

O problema central abordado neste trabalho é a inadequada gestão dos resíduos gerados nas instituições de ensino, que pode levar a consequências graves, como a degradação ambiental e a proliferação de doenças. O objetivo geral é, portanto, incentivar a criação de hábitos sustentáveis que contribuam para a preservação do meio ambiente e a segurança das comunidades escolares. Para isso, a pesquisa se propõe a desenvolver um conjunto de diretrizes e práticas que possam ser implementadas nas escolas, visando a transformação do ambiente escolar em um espaço de aprendizado e conscientização ambiental.

A metodologia utilizada foi de natureza exploratória, com ênfase em pesquisas bibliográficas e levantamento de dados sobre o quantitativo de escolas ativas na RMEBH. A pesquisa também incluiu a análise do cenário de riscos associados à má gestão de resíduos, permitindo uma compreensão mais ampla do contexto em que as escolas estão inseridas. Essa abordagem possibilitou a elaboração de um manual sobre compostagem e hortas escolares, além de materiais didáticos que integram a Especialização em Escolas Resilientes e Educação para a Redução de Riscos de Desastres.

As principais contribuições do trabalho incluem a adesão à prática de reciclagem de resíduos nas escolas, a promoção da educação ambiental e a criação de hortas pedagógicas autossustentáveis. Essas iniciativas não apenas visam a melhoria da gestão de resíduos, mas também buscam formar alunos críticos e engajados em questões ambientais, preparando-os para atuar de maneira responsável em suas comunidades.

A aplicabilidade prática das diretrizes propostas é significativa, pois orienta gestores escolares na adoção de práticas sustentáveis e na implementação de ações de reaproveitamento de resíduos. Essa orientação é fundamental para que as escolas se tornem ambientes mais saudáveis e resilientes, contribuindo para a formação de uma cultura de sustentabilidade entre os alunos e a comunidade escolar.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, o trabalho de Cléia Márcia Venâncio de Souza está disponível em formato de vídeo e podcast, oferecendo uma visão abrangente sobre a importância da sustentabilidade escolar e as práticas de reaproveitamento de resíduos. Acesse e conheça mais sobre essa importante iniciativa que visa transformar o ambiente escolar em um espaço de aprendizado e responsabilidade ambiental.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)