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Segurança e Resiliência Escolar: Proposta de um Plano de Resiliência para a E. E. Presidente Tancredo Neves

Autoria: Cesar Gomes Novais Neto
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição (curta e fiel às fontes) Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Resiliência Escolar Capacidade de uma instituição de ensino de absorver impactos, adaptar-se a contextos de crise e recuperar-se de forma rápida e segura, assegurando a continuidade pedagógica. Referencial teórico que embasa a proposta de um plano de ação para a E. E. Presidente Tancredo Neves em face de eventos climáticos e emergências. Garante a proteção da integridade física da comunidade escolar e a continuidade educativa em situações adversas através de planejamento físico e humano.
Marco de Sendai (2015–2030) Documento internacional que orienta políticas globais com foco na prevenção e redução dos riscos de desastres, e não apenas na resposta. Citado como principal marco normativo internacional que fundamenta as ações de prevenção e preparação propostas no projeto. Estabelece metas globais para capacitação local, fortalecimento da educação e uso das escolas como centros de promoção da resiliência comunitária.
ERRD (Educação em Redução de Riscos de Desastres) Integração de estratégias de prevenção, preparação e resposta no cotidiano escolar para garantir direitos e proteção em emergências. Aparece como um dos pilares da Estrutura de Segurança Escolar Abrangente e como fundamento para os programas educacionais da escola. Desenvolve competências na comunidade escolar para mitigação de riscos e resposta eficaz a eventos críticos.
Estrutura de Segurança Escolar Abrangente (CSSF 2022–2030) Abordagem baseada em três pilares: políticas institucionais de gestão de riscos, ambientes de aprendizagem seguros e programas de ERRD. Referência metodológica adotada para estruturar o plano de resiliência e assegurar uma abordagem sistêmica de gestão de riscos. Promove um planejamento contínuo, intersetorial e participativo que envolve infraestrutura e formação humana.
Portaria nº 773/2021 da Defesa Civil Nacional Regulamentação nacional que estabelece diretrizes para a prevenção e redução de riscos, incluindo o ambiente escolar. Citada como normativa nacional que orienta a elaboração de planos de contingência e análise de vulnerabilidades estruturais. Define procedimentos técnicos para mapeamento de riscos e adequação legal das ações de proteção civil nas escolas.
Desastres Socioambientais Processos socialmente construídos resultantes de múltiplas vulnerabilidades (econômicas, territoriais, institucionais) e não apenas eventos naturais inevitáveis. Contextualização da situação-problema, destacando o aumento da frequência desses eventos e o risco para grupos vulneráveis. Exige que a gestão pública atue na mitigação das causas sociais da vulnerabilidade para reduzir perdas de vidas e danos materiais.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O tema da segurança escolar é de extrema relevância no contexto educacional atual, especialmente considerando os desafios que as instituições enfrentam para garantir um ambiente seguro e propício ao aprendizado. A falta de um plano estruturado de segurança na E. E. Presidente Tancredo Neves expõe a comunidade escolar a riscos significativos, além de evidenciar a negligência na identificação e mitigação desses riscos. Diante desse cenário, o trabalho de conclusão de curso de Cesar Gomes Novais Neto, orientado por Mônica Vasconcellos Barral Campos, propõe um Plano de Resiliência Escolar que visa fortalecer a segurança da escola e promover um ambiente mais seguro para alunos e funcionários.

O objetivo central deste trabalho é propor um plano de resiliência que identifique os pontos de fraqueza e os riscos que podem comprometer a segurança da E. E. Presidente Tancredo Neves. Para isso, o autor desenvolveu uma metodologia organizada em três etapas: Planejamento da Pesquisa, Execução e Análise dos Dados. Essa abordagem inclui a realização de diagnósticos das condições de segurança da escola, o mapeamento e categorização dos riscos potenciais, além da promoção de oficinas e encontros com a comunidade escolar para fomentar o engajamento e a participação ativa de todos os envolvidos.

As principais contribuições deste trabalho incluem a elaboração de um diagnóstico inicial das condições de segurança da escola, o mapeamento dos riscos identificados, a realização de oficinas com a comunidade escolar e a criação de um plano de ação com estratégias de mitigação de riscos. Além disso, será produzido um documento acessível que apresentará as diretrizes do plano de resiliência escolar, bem como a realização de reuniões para avaliar a resposta a emergências. Essas entregas visam não apenas melhorar a segurança da E. E. Presidente Tancredo Neves, mas também servir como um modelo para outras instituições de ensino que buscam implementar práticas semelhantes.

A aplicabilidade prática do plano é significativa, pois visa promover uma cultura de segurança e resiliência que transcenda os muros da escola. O engajamento comunitário é um aspecto central, ressaltando a importância da participação ativa de gestores, professores, alunos e pais na construção de um ambiente seguro. A segurança no ambiente escolar é uma dimensão estratégica da garantia do direito à educação, e a resiliência abrange tanto os aspectos físicos da infraestrutura quanto os processos pedagógicos e comunitários.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre o desenvolvimento e as implicações do Plano de Resiliência Escolar proposto. Acreditamos que essa iniciativa contribuirá para a construção de um ambiente escolar mais seguro e resiliente, beneficiando toda a comunidade educacional.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)