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Educação em ação: fortalecendo a resiliência comunitária em Espera Feliz por meio da redução do risco de desastres

Autoria: Albelane Monteiro Chambela
Orientação: Natália Chernicharo Guimarães
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição (curta e fiel às fontes) Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Redução do Risco de Desastres (RRD) Ações e saberes voltados à construção de uma cultura de prevenção e autoproteção nas escolas e comunidades. Configura-se como uma oportunidade de construção de saberes contextualizados e socialmente relevantes no ambiente escolar. Elemento estratégico na prevenção de riscos e no enfrentamento de desastres, amparado pela Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei nº 12.608/2012).
Resiliência Comunitária Capacidade de uma coletividade de resistir, adaptar-se e recuperar-se diante de situações adversas, como desastres naturais, crises econômicas e perturbações sociais. Apresentado como pilar fundamental para a redução do risco de desastres em contextos rurais com vulnerabilidades socioambientais, como Espera Feliz. Promove a reconstrução e fortalecimento das redes sociais, econômicas e ambientais por meio da articulação de recursos locais e institucionais.
Vulnerabilidade Socioambiental Condição de exposição a desastres ambientais decorrente da apropriação desordenada de recursos e fragilidades estruturais locais. Contextualiza os desafios enfrentados pela Escola Estadual São Sebastião e pela população de Espera Feliz diante de enchentes e deslizamentos. Identificação de áreas de risco e necessidade de ações educativas para mitigar o impacto de eventos extremos.
Metodologias Ativas Estratégias de ensino que favorecem o protagonismo estudantil, o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas complexos. Ferramentas para o desenvolvimento de competências essenciais à construção da resiliência em contextos educacionais. Permitem a realização de projetos como mapeamento participativo de áreas de risco e elaboração de planos de evacuação com a comunidade.
Educação do Campo Educação contextualizada que respeita as identidades, culturas e modos de vida dos sujeitos do campo. Abordada para valorizar os saberes locais da comunidade rural onde a escola está inserida. Promoção do desenvolvimento local sustentável e valorização dos saberes tradicionais na gestão de riscos e preservação ambiental.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "Educação em Ação", elaborado por Albelane Monteiro Chambela sob a orientação de Natália Chernicharo Guimarães, aborda um tema de relevância significativa no contexto atual: a integração da Redução de Riscos de Desastres ao ambiente escolar. Focado na Escola Estadual São Sebastião, localizada em Espera Feliz-MG, o estudo se propõe a enfrentar os desafios enfrentados pelas escolas em áreas rurais, que são frequentemente vulneráveis a eventos ambientais adversos, como alagamentos e deslizamentos de terra.

O problema central deste trabalho reside nas dificuldades que as instituições de ensino enfrentam para promover a segurança e a conscientização sobre riscos entre alunos e a comunidade escolar. O objetivo geral é claro: integrar a temática da Redução de Riscos de Desastres ao cotidiano escolar, promovendo uma cultura de resiliência que capacite alunos, professores e a comunidade a lidar com situações de emergência de forma mais eficaz.

Para alcançar esse objetivo, a metodologia adotada incluiu a aplicação de questionários socioeconômicos, que permitiram um diagnóstico inicial das necessidades da comunidade escolar. Além disso, foram realizadas palestras informativas e oficinas, que proporcionaram um espaço de aprendizado ativo e colaborativo. As aulas interdisciplinares e a criação de materiais informativos, como panfletos e murais, foram essenciais para disseminar o conhecimento sobre riscos e prevenção, tornando a informação acessível e relevante para todos os envolvidos.

As principais contribuições deste trabalho são notáveis. Através das atividades desenvolvidas, observou-se um aumento significativo na capacidade de antecipação de riscos da comunidade escolar. Os resultados indicam uma redução de até 50% nas dúvidas e inseguranças relacionadas à temática, além de um aumento no nível de conhecimento sobre prevenção de desastres. Essas entregas não apenas fortalecem a resiliência comunitária, mas também capacitam a população para enfrentar situações de emergência, promovendo um ambiente escolar mais seguro e consciente.

A aplicabilidade prática deste projeto é evidente, pois as ações realizadas têm o potencial de transformar a cultura de prevenção na Escola Estadual São Sebastião e, por extensão, na comunidade de Espera Feliz. O fortalecimento da resiliência comunitária é um passo fundamental para garantir que alunos e educadores estejam preparados para lidar com os desafios que podem surgir em seu entorno.

Para aqueles que desejam aprofundar-se nos detalhes deste trabalho, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais abrangente sobre as metodologias utilizadas e os resultados alcançados. A educação, quando aliada à conscientização sobre riscos, se torna uma ferramenta poderosa para a formação de cidadãos mais preparados e resilientes.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)