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Autoria: Agrimaldo Raspante Orientação: Franciene Aparecida da Silveira Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀 Coordenação do curso: Gislaine dos Santos Ano: 2024 |
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| Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho. | |||||||||||||||||||||||||||
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| Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho. | |||||||||||||||||||||||||||
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso. O trabalho de conclusão de curso de Agrimaldo Raspante, orientado por Franciene Aparecida da Silveira, apresenta uma análise relevante sobre o engajamento da comunidade escolar na construção de escolas resilientes. Este tema se insere no contexto atual de busca por práticas educacionais que promovam a segurança e a preparação da comunidade frente a situações adversas. A pesquisa foi desenvolvida no âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu em Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres da Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2025. O problema central abordado no trabalho é: como engajar a comunidade escolar na construção de uma escola resiliente? O objetivo geral é promover a participação ativa da comunidade escolar, incluindo pais, responsáveis, estudantes e professores, visando a eficácia nas práticas de prevenção e resposta a situações de risco. A relevância desse estudo se destaca em um cenário onde a colaboração e a comunicação entre a escola e a comunidade são fundamentais para a criação de um ambiente seguro e acolhedor. A metodologia adotada na pesquisa é qualitativa e descritiva, utilizando técnicas de levantamento de dados e análise documental. A coleta de dados foi realizada por meio de observações diretas, consulta a dados públicos e relatórios, além da proposição de workshops e simulações de emergência. Essa abordagem permitiu uma compreensão aprofundada das dinâmicas de engajamento e das necessidades da comunidade escolar. Entre os principais resultados, destaca-se o avanço significativo no engajamento comunitário durante a pandemia, evidenciando a importância das ferramentas digitais e de comunicação para manter a conexão com as famílias. A pesquisa também identificou a necessidade de promover a participação da comunidade escolar como um ator ativo na gestão e nas práticas de prevenção, reforçando a ideia de que a resiliência é uma construção coletiva. As contribuições práticas deste trabalho são notáveis. O autor sugere o desenvolvimento de um plano de comunicação que informe sobre a importância da resiliência escolar e seus benefícios, além de propor melhorias para a interação entre a escola e a comunidade. Essa aplicabilidade prática é essencial para que as escolas possam se tornar espaços mais seguros e preparados, onde todos os envolvidos se sintam responsáveis pelo bem-estar coletivo. Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este importante trabalho. Estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que aprofundam os temas abordados e oferecem uma visão mais detalhada sobre o engajamento comunitário na construção de escolas resilientes. A participação ativa de todos é fundamental para transformar crises em oportunidades de aprendizado e superação. Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
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