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Análise Preliminar da Resiliência a Desastres no Setor de Meio Ambiente do Município de Franco da Rocha/sp: Educação Ambiental Como Método de Resiliência a Desastres

Autoria: Bárbara Omena
Orientação: Júlia Righi de Almeida
Curso: Cidades Resilientes a Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano:
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Indicador Objetivo Fórmula/Método Justificativa Ambiental Ações de Educação Ambiental Sugeridas Ferramentas de Suporte
CAPP (Construção em Áreas de Preservação Permanente) Verificar o índice (%) de construções inseridas em APP que atinjam ou modifiquem as condições geológicas, hídricas e ambientais. CAPP = (CA / INT) \times 100\%, onde CA é a área de construção de alvenaria e INT é a área da bacia hidrográfica/APP. O mapeamento via SIG subsidia ações de fiscalização e intervenção, norteando medidas de controle, reparação e criação de corredores ecológicos. Visitas domiciliares sobre APPs; fóruns participativos em escolas e UBS; eventos de plantio comunitário para recuperação ambiental. QGIS, Levantamento in loco, Scorecard, QRE.
CARIS (Construção em Área de Risco) Verificar o índice (%) de construções inseridas em áreas de risco que alterem as condições geológicas e hídricas locais. CARIS = (CA / AR) \times 100\%, onde CA é a área de construção de alvenaria e AR é a área total de risco. Identifica a vulnerabilidade a movimentos gravitacionais de massa e inundações, servindo de insumo para planos de resiliência e realocação. Campanhas de conscientização sobre riscos geológicos; treinamentos para enfrentamento de desastres e planos de evacuação. QGIS (mapeamento IPT/CPRM), QRE, Scorecard.
DIE (Descarte Irregular de Esgoto) Verificar o índice (%) de descartes irregulares de esgoto que alterem as condições geológicas, hídricas e a saúde ambiental. DIE = (PD / M) \times 100\%, onde PD é a quantidade de pontos de descarte e M é a quantidade de moradias. O levantamento subsidia informações sobre a contaminação de cursos d'água e do solo, além de identificar riscos biológicos à saúde pública. Conscientização sobre disposição correta de efluentes e fossas sépticas; oficinas de montagem de ecobarreiras para macro resíduos. Levantamento in loco, QRE, Scorecard.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Bárbara Omena, orientado pela Profª D.Sc. de Almeida, apresenta uma análise preliminar sobre a resiliência a desastres no município de Franco da Rocha, São Paulo, com foco na degradação ambiental e na ocupação inadequada de áreas de preservação permanente. Este tema é de grande relevância, considerando os desafios enfrentados por comunidades que habitam regiões vulneráveis, onde a falta de conscientização e a ocupação desordenada podem agravar a situação ambiental e social.

O problema central abordado na pesquisa é a degradação ambiental resultante da ocupação desordenada, que não apenas compromete a integridade das áreas de preservação, mas também aumenta a vulnerabilidade das comunidades locais. O objetivo geral do trabalho é avaliar a potencialidade da educação ambiental como um método para promover a resiliência frente a desastres, buscando transformar a relação da população com o meio ambiente e fomentar práticas sustentáveis.

Para alcançar esses objetivos, a metodologia adotada inclui a aplicação de ferramentas como Scorecard e QRE, além do levantamento de dados primários e análise de indicadores relacionados a construções em áreas de preservação permanente, áreas de risco e descarte irregular de esgoto. Embora o estudo não tenha envolvido a coleta de dados empíricos, ele apresenta uma previsão de como esse modelo poderia funcionar, oferecendo uma base teórica para futuras investigações e intervenções.

As principais contribuições do trabalho estão ligadas à identificação de estratégias de educação ambiental que podem ser implementadas para aumentar a resiliência das comunidades frente a desastres. A pesquisa destaca que a educação ambiental pode ser descrita como uma metodologia participativa, transformando os indivíduos em agentes de mudança. Essa abordagem é fundamental para promover a conscientização e a mudança de comportamento, elementos essenciais para a construção de comunidades mais resilientes.

A aplicabilidade prática das propostas apresentadas no trabalho é significativa, uma vez que o desenvolvimento de ações de educação ambiental pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população local, especialmente dos moradores de áreas críticas. Ao capacitar os cidadãos com conhecimento e ferramentas para lidar com os desafios ambientais, é possível não apenas mitigar os impactos de desastres, mas também promover um ambiente mais sustentável e seguro.

Para complementar a compreensão sobre o tema abordado, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais aprofundada sobre a pesquisa e suas implicações. A divulgação desses materiais visa ampliar o alcance das informações e incentivar a discussão sobre a importância da educação ambiental na construção de cidades mais resilientes.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)