Fechar menu lateral

A Integração entre Agentes Comunitários de Saúde e Defesa Civil para a Prevenção em Áreas de Risco: Um Estudo de Caso

Autoria: Maria Valquiria Mesquita Pinto Oliveira
Orientação: Ana Maria Stephan
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
📄 Acessar trabalho completo Assistir resumo* 📄 Acessar resumo de apresentação* 🎧 Ouvir resumo*

*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso apresentado por Maria Valquiria Mesquita Pinto Oliveira, sob a orientação da professora Ana Maria Stephan, aborda um tema de grande relevância no contexto atual: a integração entre Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e a Defesa Civil na prevenção de desastres em áreas urbanas vulneráveis. Com o aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos extremos, a articulação entre esses dois setores se torna essencial para garantir a segurança e a saúde das comunidades.

O problema central da pesquisa é a identificação de como essa integração pode ser fortalecida. O objetivo geral é propor um protocolo de atuação integrada entre os ACS e a Defesa Civil, visando a prevenção de desastres. A pesquisa busca responder a uma questão crítica: como melhorar a comunicação e a colaboração entre esses agentes para reduzir a vulnerabilidade das populações em risco?

Para alcançar esses objetivos, a metodologia adotada foi quali-quantitativa. Foram aplicados questionários a 150 participantes, com o intuito de coletar dados sobre a percepção de segurança e preparo dos ACS. Além disso, a pesquisa incluiu a análise de documentos, artigos científicos e informações oficiais disponíveis, permitindo uma compreensão abrangente do tema em questão.

Os principais resultados obtidos revelam que 75% dos ACS percebem positivamente a atuação da Defesa Civil, e 65% se consideram preparados após participarem das ações de capacitação. A análise estatística demonstrou um p-valor inferior a 0,05, confirmando que as diferenças observadas nas respostas são estatisticamente significativas. Esses dados indicam que, apesar dos avanços, ainda existem lacunas na comunicação e na capacitação, o que reforça a necessidade de um compromisso contínuo entre os setores.

As contribuições deste trabalho são significativas, pois a proposta de um protocolo de atuação integrada não apenas visa reduzir os danos à saúde pública, mas também fortalecer a resiliência das comunidades frente a situações de risco. A integração entre os ACS e a Defesa Civil é viável e necessária, e sua efetividade depende de um esforço conjunto para aprimorar a capacitação e a comunicação intersetorial.

A aplicabilidade prática das conclusões deste estudo é evidente, uma vez que a implementação de um protocolo de atuação pode resultar em uma resposta mais eficaz a situações de emergência, beneficiando diretamente as comunidades vulneráveis. A pesquisa destaca a importância de um trabalho colaborativo e bem estruturado, que pode servir como modelo para outras localidades.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre os resultados e as implicações da pesquisa. Essa iniciativa visa promover uma maior conscientização e engajamento em torno da integração entre os Agentes Comunitários de Saúde e a Defesa Civil, contribuindo para a construção de comunidades mais seguras e resilientes.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)