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Mapeamento e Setorização de Riscos de Incêndios Florestais: Uma Abordagem Integrada para o Município de Passa Quatro-MG.

Autoria: Marco Aurélio Martins Corrêa
Orientação: Fernando Guilhon de Castro
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
AHP (Analytic Hierarchy Process) Método de análise multicriterial para tomada de decisão através de comparações pareadas para definição de pesos. Utilizado como base metodológica para ponderar os fatores de risco e gerar os mapas de setorização de incêndios em Passa Quatro-MG. Otimiza a alocação de recursos públicos ao identificar cientificamente as áreas prioritárias para intervenção preventiva.
Geoprocessamento Conjunto de técnicas computacionais que operam sobre bases de dados georreferenciadas. Ferramenta central para o mapeamento detalhado das áreas suscetíveis, utilizando o software QGIS. Subsidia a elaboração do Plano de Contingência Municipal com dados geoespaciais precisos sobre vulnerabilidades.
Setorização de Riscos Divisão do território em setores baseada em diferentes níveis de suscetibilidade a desastres. O trabalho identifica cinco níveis de risco (de muito baixo a muito alto) para o território de Passa Quatro-MG. Permite o direcionamento de brigadas comunitárias e a instalação de torres de monitoramento em locais críticos.
SINPDEC Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, que envolve ações preventivas, de socorro, assistenciais e recuperativas. Utilizado para fundamentar a definição de Defesa Civil e a necessidade de ações integradas contra incêndios florestais. Norteia a estruturação das Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) e a integração de políticas nacionais com as locais.
COBRADE Classificação e Codificação Brasileira de Desastres. Classifica os incêndios florestais como desastres ambientais do tipo climatológico no contexto do município. Permite a padronização e o registro oficial de desastres para fins de decretação de situação de emergência e obtenção de recursos.
Manejo Integrado do Fogo Abordagem que integra fatores ecológicos, socioeconômicos e técnicos no uso e controle do fogo. Citado como diretriz legal (Lei 14.944/2024) com a qual o projeto de intervenção está alinhado. Promove a redução da carga de material combustível e a conservação da biodiversidade na Serra da Mantiqueira.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Marco Aurélio Martins Corrêa, orientado por Fernando Guilhon de Castro, aborda um tema de grande relevância para a atualidade: a gestão de riscos de incêndios florestais. A crescente ocorrência desses incêndios tem trazido sérios impactos ao meio ambiente e à saúde da população, evidenciando a necessidade de um sistema de gestão robusto e integrado que promova ações de prevenção e combate eficazes. Nesse contexto, o estudo se propõe a desenvolver um mapeamento e setorização de riscos de incêndios florestais no Município de Passa Quatro-MG, com o objetivo de subsidiar planos de contingência e integrar ações de prevenção e combate.

O problema central identificado na pesquisa é a falta de um sistema eficiente que permita a identificação e a gestão dos riscos associados aos incêndios florestais. Para enfrentar essa questão, o objetivo geral do trabalho é criar um mapeamento que classifique as áreas de risco, possibilitando uma melhor alocação de recursos e estratégias de mitigação. A metodologia utilizada caracteriza-se como uma pesquisa quantitativa, empregando técnicas de geoprocessamento e análise multicritério. O método AHP (Analytic Hierarchy Process) foi utilizado para classificar as áreas de risco e gerar mapas temáticos que facilitam a visualização das informações.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a elaboração de mapas de risco específicos e a criação de um Plano de Contingência Municipal Contra Incêndios Florestais. Os resultados obtidos permitiram a identificação de cinco níveis de risco a incêndios florestais: muito baixo, baixo, moderado, alto e muito alto. Além disso, a sistematização dos dados coletados no mapeamento facilita a visualização e interpretação para análises futuras, contribuindo para a formulação de políticas públicas mais eficientes.

A aplicabilidade prática do mapeamento é significativa, pois pode ser utilizado por autoridades locais e instituições que trabalham com proteção e conservação ambiental. A informação gerada permitirá um direcionamento mais eficaz de recursos e esforços na gestão do risco de incêndios florestais, promovendo uma abordagem mais proativa e integrada.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, o trabalho conta com um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre a pesquisa e suas implicações. A divulgação desses materiais visa ampliar o alcance das informações e fomentar discussões sobre a importância da gestão de riscos ambientais.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)