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Implantação de Sistema de Monitoramento Hidrológico de Baixo Custo em Pequenas Bacias do Estado do Pará: Redução de Riscos e Aumento da Resiliência das Comunidades.

Autoria: Marcio dos Santos Avelar
Orientação: Fernando Guilhon de Castro
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Monitoramento Hidrológico Sistema que reúne informações sobre a bacia hidrográfica, incluindo monitoramento automático de níveis de rios, chuvas e estações hidrometeorológicas. Proposto como um sistema de baixo custo para pequenas bacias no Pará para suprir a escassez de dados contínuos. Auxilia no diagnóstico antecipado de fenômenos extremos e fundamenta o gerenciamento de emergências efetivo.
Protocolos de Alerta Conjunto de procedimentos operacionais baseados em níveis de risco (Atenção, Alerta, Perigo) para informar a população. Criação de protocolos de ações emergenciais baseados em dados automáticos e réguas linimétricas. Redução de danos materiais e humanos ao definir rotas de fuga e momentos de evacuação.
Vulnerabilidade Condição de exposição de comunidades a desastres ambientais devido à falta de dados ou infraestrutura. O trabalho destaca a vulnerabilidade do estado do Pará, onde cerca de 295.074 pessoas vivem em áreas de risco alto e muito alto. Identificação de áreas que necessitam de intervenção prioritária e sistemas de alerta antecipado.
Resiliência Capacidade das comunidades ou cidades de resistir, absorver e recuperar-se dos efeitos de um desastre de forma eficiente. O monitoramento hidrológico é apresentado como essencial para a resiliência das cidades modernas no estado do Pará. Melhoria na qualidade de vida e proteção de bens e vidas através da preparação adequada.
Bacia Hidrográfica Unidade fundamental de análise para desastres hidrológicos e unidade de planejamento e gestão de recursos hídricos. O Pará é dividido em 7 regiões hidrográficas; o projeto foca em pequenas bacias com pouca informação. Serve como base para o mapeamento de áreas suscetíveis a inundações e planejamento de evacuação.
NUPDECS Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil destinados à promoção da autonomia comunitária. Citado como estratégia para capacitar a Defesa Civil local e gerar autonomia na interpretação de dados. Fomenta a participação da sociedade na execução dos protocolos e na resposta imediata local.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Marcio Dos Santos Avelar, orientado por Fernando Guilhon De Castro, aborda um tema de relevância crescente no contexto ambiental e social do Brasil: a degradação ambiental e a escassez de informações sobre a dinâmica hidrológica, que têm impactado comunidades vulneráveis, especialmente no estado do Pará. A pesquisa se insere em um cenário onde a falta de dados contínuos e acessíveis dificulta a gestão de riscos, tornando as populações ainda mais suscetíveis a fenômenos extremos, como inundações e secas.

O objetivo central deste trabalho é a implantação de uma metodologia para um sistema de monitoramento hidrológico de baixo custo, que visa coletar dados sobre inundações e secas. Com isso, busca-se emitir alertas e preparar ações de mitigação para as comunidades afetadas. A proposta se justifica pela necessidade urgente de informações que possam auxiliar na tomada de decisões e na proteção de vidas e bens.

A metodologia adotada no estudo é estruturada em quatro etapas: primeiro, a viabilidade de implantação do sistema é avaliada; em seguida, são identificados os locais mais adequados para a instalação dos pontos de monitoramento. A terceira etapa consiste na avaliação dos dados gerados, e, por fim, são elaborados protocolos operacionais e de alerta que serão utilizados pelos órgãos públicos e pela população. Essa abordagem sistemática garante que o sistema seja não apenas viável, mas também eficaz na prática.

As principais contribuições do trabalho incluem a elaboração de um protocolo de instalação para os equipamentos de monitoramento hidrológico de baixo custo, a criação de um banco de dados próprio para o armazenamento e organização das informações coletadas, e o desenvolvimento de protocolos operacionais que visam melhorar a resposta a situações emergenciais. Os resultados demonstram a viabilidade técnica e econômica do sistema proposto, além de evidenciar melhorias significativas na proteção de vidas e bens em situações de risco.

A aplicabilidade prática deste sistema é clara: ao informar antecipadamente as populações vulneráveis sobre possíveis eventos adversos, é possível mitigar a perda de vidas e bens, aumentando a resiliência das comunidades. Essa iniciativa não apenas contribui para a segurança das populações, mas também se alinha aos objetivos institucionais do curso, que visam formar profissionais capacitados para enfrentar os desafios contemporâneos em suas áreas de atuação.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, o trabalho de Marcio Dos Santos Avelar está disponível em formato de vídeo e podcast, oferecendo uma visão abrangente sobre a importância do monitoramento hidrológico e suas implicações para a gestão de riscos em comunidades vulneráveis.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)