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Planejamento Estratégico e Fortalecimento da Resiliência das Cidades da Paraíba frente às Mudanças Climáticas e Vulnerabilidades Sociais

Autoria: Márcia Ferreira de Andrade
Orientação: Luis Gustavo Schroder e Braga
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Gestão de Riscos Ciclo composto pelas fases de prevenção, preparação, resposta e recuperação. Apresentado como parte da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC) e essencial para o planejamento das cidades contemporâneas. Orientação para elaboração de mapeamento de riscos, planos de contingência e fiscalização de ocupações em áreas de risco.
Resiliência Urbana Capacidade de resistir, absorver e se recuperar de crises, desastres socioambientais e eventos extremos. Citado no referencial teórico como um desafio para as cidades garantirem a segurança frente a eventos extremos e mudanças climáticas. Envolve planejamento urbano, infraestruturas robustas, governança colaborativa e monitoramento contínuo de riscos.
Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC) Legislação (Lei Federal nº 12.608/2012) que institui diretrizes para a gestão de riscos e desastres no Brasil. Citada como o marco legal que fundamenta os esforços institucionais e investimentos em prevenção e monitoramento. Determina a organização compartilhada da Defesa Civil entre União, estados e municípios.
Planejamento Estratégico Processo de desenvolver planos e ações práticas para capacitação e enfrentamento de cenários de desastres. Foco central do projeto de intervenção para fortalecer a resiliência das cidades da Paraíba contra estiagem e erosão costeira. Permite uma atuação integrada entre órgãos públicos, setor privado e comunidade, indo além de respostas emergenciais.
Marco de Sendai Acordo internacional para a redução do risco de desastres (2015-2030). Mencionado no referencial teórico como base conceitual para integração da resiliência em políticas públicas. Enfatiza a importância da redução proativa de riscos em vez de apenas resposta a desastres.
Vulnerabilidade Social Condição de populações expostas a riscos devido a fatores socioeconômicos e geográficos. Utilizada para compor os índices de risco IRDI e IRDC nos municípios paraibanos. Identifica áreas prioritárias para intervenção pública e assistência social em cenários de desastre.
Programa Água Doce (PAD) Iniciativa federal para acesso sustentável à água potável via dessalinização. Apresentado como medida prática para minimizar impactos da estiagem no semiárido paraibano. Redução da vulnerabilidade hídrica de comunidades rurais isoladas.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "Planejamento Estratégico e Fortalecimento da Resiliência das Cidades da Paraíba Frente às Mudanças Climáticas e Vulnerabilidades Sociais", desenvolvido por Márcia Ferreira de Andrade sob a orientação de Luis Gustavo Schroder e Braga, insere-se no contexto atual de desafios enfrentados pelas cidades brasileiras, especialmente no que tange às mudanças climáticas e suas implicações sociais. A resiliência urbana é um tema cada vez mais relevante, considerando a necessidade de adaptação e mitigação diante de fenômenos que afetam diretamente a qualidade de vida das populações.

O problema central abordado neste trabalho é: como o planejamento estratégico pode ser aprimorado para fortalecer a resiliência das cidades da Paraíba, considerando fenômenos como a estiagem e a erosão costeira? O objetivo geral é desenvolver um plano estratégico que implemente ações práticas voltadas para a capacitação das comunidades em cenários de vulnerabilidade, promovendo uma gestão mais eficaz e integrada nas áreas afetadas.

Para alcançar esses objetivos, a metodologia utilizada combina métodos qualitativos e quantitativos. O estudo incluiu a realização de entrevistas semiestruturadas com especialistas e líderes comunitários, além da aplicação de questionários estruturados para coletar dados relevantes sobre a percepção e as necessidades das comunidades locais. A análise de dados secundários complementou a pesquisa, permitindo uma compreensão mais ampla do contexto socioeconômico e ambiental da Paraíba.

As principais contribuições deste trabalho incluem a elaboração de um plano estratégico que visa não apenas a capacitação das comunidades, mas também a promoção de políticas públicas que garantam a segurança e o bem-estar da população. O enfoque na construção de cidades mais resilientes e sustentáveis é um dos pilares que sustentam as propostas apresentadas, alinhando-se às diretrizes de gestão pública em proteção e defesa civil.

A aplicabilidade prática das propostas desenvolvidas é significativa, pois busca fomentar a criação de um ambiente mais seguro e preparado para enfrentar desafios futuros. As ações sugeridas podem ser implementadas por agentes de defesa civil e gestores públicos, contribuindo para a construção de uma cultura de resiliência nas comunidades paraibanas.

Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este trabalho por meio de um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as principais ideias e propostas apresentadas, ampliando o alcance e a compreensão do tema abordado.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)