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Metodologia Padronizada para o Mapeamento de Áreas de Risco: Estratégias da Defesa Civil de Minas Gerais para Apoio aos Municípios.

Autoria: Rogério Silva de Paula

Orientação: Ana Maria Stephan
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025

Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Rogério Silva de Paula, orientado por Ana Maria Stephan, aborda um tema de relevância significativa para a gestão de riscos no estado de Minas Gerais. A pesquisa se insere no contexto das ações da Defesa Civil, que busca aprimorar a capacidade dos municípios em identificar e mapear áreas de risco, promovendo uma cultura de prevenção e resposta eficaz. A necessidade de uma abordagem sistemática e padronizada para essa capacitação é evidente, considerando os desafios enfrentados pelas Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil (COMPDECs) na execução de suas funções.

O problema central investigado é: como uma metodologia padronizada pode auxiliar os municípios de Minas Gerais na identificação e mapeamento de áreas de risco, promovendo ações preventivas e integradas? O objetivo geral do trabalho é desenvolver uma metodologia que capacite os agentes das COMPDECs, proporcionando autonomia para a realização do mapeamento de áreas de risco. Essa autonomia é crucial para que os municípios possam responder de forma mais eficaz às situações de emergência, minimizando os impactos de eventos adversos.

A metodologia adotada no estudo é estruturada em três eixos principais. O primeiro eixo envolve a capacitação técnica dos agentes, utilizando tecnologias como drones e Sistemas de Informação Geográfica (SIG), além do aplicativo PROX. O segundo eixo se concentra na organização de uma base georreferenciada que integra dados climáticos, topográficos e históricos, permitindo uma análise mais precisa das áreas de risco. Por fim, o terceiro eixo propõe estratégias de engajamento da população, por meio de campanhas educativas que visam aumentar a conscientização sobre a importância do mapeamento e da prevenção.

As principais contribuições deste trabalho incluem a criação de uma metodologia padronizada de capacitação, a formação de uma base georreferenciada com dados relevantes e a implementação de campanhas educativas para o engajamento comunitário. Os resultados esperados incluem um aumento da percepção de risco entre a população, a redução de danos em situações de emergência e a melhoria da capacidade de resposta dos municípios. Essas entregas são fundamentais para fortalecer a gestão de riscos e a atuação preventiva no contexto da Defesa Civil estadual.

A aplicabilidade prática da metodologia desenvolvida é ampla, pois visa não apenas a capacitação dos agentes, mas também a institucionalização das práticas de mapeamento de risco. O mapeamento não só orienta políticas públicas de prevenção e resposta, mas também subsidia o planejamento urbano, contribuindo para um desenvolvimento mais seguro e sustentável.

Para complementar a compreensão sobre o tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que detalham a metodologia e suas implicações na prática da Defesa Civil em Minas Gerais. Esses recursos visam facilitar o acesso à informação e promover um diálogo mais amplo sobre a importância da capacitação em mapeamento de áreas de risco.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)