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Regulamentação das Pilhas de Rejeitos em Minas Gerais: Desafios e Propostas para a Mitigação de Riscos Ambientais e Sociais

Autoria: Ive Nogueira Cangussu Machado
Orientação: Luis Gustavo Schroder e Braga
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Ive Nogueira Cangussu Machado, orientado por Luis Gustavo Schroder e Braga, aborda um tema de relevância crucial para o contexto ambiental e social de Minas Gerais: a regulamentação das pilhas de rejeitos. Nos últimos anos, a região tem enfrentado sérios desafios relacionados à gestão inadequada desses materiais, que não apenas afetam o meio ambiente, mas também impactam diretamente as comunidades locais. A análise crítica da regulamentação e fiscalização ambiental se torna, portanto, um imperativo para a proteção das populações vulneráveis e a promoção de práticas sustentáveis.

O problema central da pesquisa reside na identificação das falhas na regulamentação e fiscalização ambiental, evidenciadas por recentes acidentes com pilhas de rejeitos. Esses eventos têm gerado impactos sociais, econômicos e ecológicos significativos, levantando a questão: quais diretrizes podem ser adotadas para prevenir novos incidentes e proteger as comunidades afetadas? O objetivo geral do trabalho é analisar a importância da regulamentação na gestão de pilhas de rejeitos, destacando seu papel fundamental na mitigação de riscos ambientais e na proteção das comunidades em Minas Gerais.

Para alcançar esses objetivos, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, estruturada em duas etapas metodológicas: uma revisão documental e bibliográfica, seguida de uma análise espacial e estatística. Essa metodologia permite uma compreensão abrangente dos impactos sociais, econômicos e ambientais resultantes dos acidentes, além de evidenciar a ausência de regulamentação específica para o manejo desses rejeitos. O diagnóstico sobre a gestão de riscos no setor mineral revela a fragilidade legal e a resistência do setor econômico em adotar práticas mais seguras.

As principais contribuições do trabalho incluem a identificação dos impactos gerados pelos acidentes, a análise crítica da regulamentação vigente e a proposição de soluções estruturadas para mitigar riscos. Essas soluções visam promover a proteção à vida, a sustentabilidade ambiental e socioeconômica, assegurando a proteção das gerações atuais e futuras. A pesquisa destaca que a inexistência de diretrizes claras torna desafiadora a fiscalização, dificultando a implementação de práticas seguras pelas empresas. Assim, a regulamentação é apresentada como essencial para o desenvolvimento sustentável da região, garantindo o equilíbrio entre a exploração mineral e a preservação ambiental.

A aplicabilidade prática das propostas apresentadas no trabalho é significativa, pois busca não apenas a mitigação de riscos, mas também a construção de um modelo de mineração mais seguro e responsável. Para isso, é fundamental o fortalecimento da governança ambiental, que deve ser uma prioridade nas políticas públicas voltadas para o setor.

Para aqueles que desejam se aprofundar no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre os desafios e propostas discutidos na pesquisa.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)