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Imagemeamento aéreo com uso de RPA (Drone) na identificação e mapeamento de áreas de risco

Autoria: Igor Martins Bolonha
Orientação: Ana Maria Stephan
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição (curta e fiel às fontes) Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
RPAs (Aeronaves Remotamente Pilotadas) Aeronaves não tripuladas de uso civil, operadas remotamente, conforme o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94). Utilizadas como instrumentos estratégicos para mapeamento aéreo e coleta de dados geoespaciais em tempo real em áreas de risco. Permitem tomadas de decisão mais rápidas, otimização de recursos e redução do tempo de resposta em situações de emergência.
Defesa Civil Conjunto de ações preventivas, de socorro e reconstrutivas destinadas a evitar ou minimizar desastres, conforme as diretrizes do SINPDEC. Atua como o órgão executor do projeto na 8ª REDEC/MG, com foco na gestão de riscos e resposta a desastres naturais e tecnológicos. Atuação direta na proteção da sociedade e fortalecimento da resiliência local por meio de planejamento e intervenção técnica.
Protocolos Operacionais Diretrizes técnicas e normativas que estabelecem padrões para promover segurança, eficiência e uniformidade em procedimentos específicos. Proposta central para padronizar o uso de drones na 8ª REDEC/MG, visando suprir a lacuna normativa técnica atual da unidade. Evitam respostas descoordenadas, mitigam conflitos no espaço aéreo e garantem a validade técnica e jurídica dos dados coletados.
SIG (Sistemas de Informação Geográfica) Sistemas voltados para o processamento, armazenamento e análise de dados espaciais, utilizados na produção de mapas temáticos. Atuam de forma complementar ao uso de RPAs para a análise de imagens captadas e mapeamento de áreas suscetíveis a inundações. Fornecem a base técnica para o diagnóstico preciso de riscos e suporte fundamental ao planejamento de ações de mitigação.
SINPDEC Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, que estabelece marcos legais e diretrizes para ações de defesa civil no território brasileiro. Representa a base normativa nacional que fundamenta a necessidade de regulamentação do uso de novas tecnologias em âmbito regional. Estrutura a governança e define a responsabilidade pública na gestão de riscos e desastres em todos os entes federativos.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O uso de tecnologias emergentes, como os Drones (ou RPAs – Remotely Piloted Aircraft Systems), tem se mostrado cada vez mais relevante no contexto da Defesa Civil. No entanto, a ausência de diretrizes técnicas padronizadas para sua utilização compromete a eficiência, a segurança e a capacidade de resposta dos órgãos públicos. Este trabalho de conclusão de curso, elaborado por Igor Martins Bolonha sob a orientação de Ana Maria Stephan, propõe um protocolo padronizado para o uso de Drones em ações de mapeamento aéreo e identificação de áreas de risco, com foco na 8ª Região de Defesa Civil de Minas Gerais (REDEC/MG).

O problema central abordado neste estudo é a falta de diretrizes que orientem o uso de RPAs nas operações de Defesa Civil, o que pode levar a uma gestão ineficaz e a riscos operacionais. O objetivo geral do trabalho é desenvolver um protocolo que não apenas padronize a utilização desses dispositivos, mas que também contribua para a melhoria da resposta a emergências e da gestão de riscos.

A metodologia adotada é qualitativa, descritiva e comparativa, fundamentada em uma revisão normativa e na análise de boas práticas tanto nacionais quanto internacionais. O estudo inclui um diagnóstico da situação regional e a realização de simulações práticas para validar o modelo proposto. Essa abordagem permite uma compreensão abrangente das necessidades e desafios enfrentados pelos gestores públicos e agentes de Defesa Civil.

Entre as principais contribuições do trabalho, destaca-se a elaboração de um guia técnico que contém orientações operacionais, requisitos mínimos, boas práticas e um fluxograma de aplicação do protocolo. Essas entregas visam orientar o uso dos RPAs desde a preparação até a execução e análise pós-operação, minimizando riscos operacionais e legais, aumentando a agilidade na identificação de áreas críticas e otimizando recursos públicos.

A aplicabilidade prática deste protocolo é significativa, pois a adoção de diretrizes padronizadas para o uso de RPAs representa uma medida de responsabilidade pública e eficiência administrativa. Além disso, promove justiça social ao garantir que as ações de Defesa Civil sejam realizadas de maneira eficaz e segura, beneficiando a população em situações de emergência.

Para complementar a apresentação deste trabalho, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre o protocolo proposto e suas implicações para a Defesa Civil. Convidamos todos os interessados, especialmente gestores públicos, formuladores de políticas e instituições de ensino, a conhecerem mais sobre essa importante contribuição para a gestão de riscos e a segurança pública.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)