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Otimização das Estratégias de Comunicação em Emergências Hidrológicas: Propostas para Aumento da Resiliência em Comunidades Urbanas Vulneráveis.

Autoria: Aquenis Gomes de Aguiar
Orientação: Luis Gustavo Schroder e Braga
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Resiliência Urbana Capacidade de um sistema ou comunidade exposta a riscos de resistir, absorver, adaptar-se e recuperar-se de efeitos de um perigo de forma eficiente. Utilizado para fundamentar o fortalecimento de comunidades vulneráveis contra desastres hidrológicos, focando em adaptação e transformação. Foco na preservação e restauração de estruturas e funções essenciais pós-evento, promovendo uma cultura permanente de prevenção.
Comunicação de Risco Processo de troca de informações entre indivíduos, grupos e instituições para conscientização e sensibilização sobre riscos. Eixo central do projeto de intervenção, identificado como ferramenta decisiva para prevenção, preparação e resposta eficiente a desastres. Necessidade de diversificação de canais (sirenes, rádio, digital) para garantir o alcance da mensagem e evitar o pânico na população.
Sistema de Alerta Precoce Mecanismos de aviso para redução de mortalidade e danos econômicos através da disseminação de informações preventivas. Citado como solução tecnológica e estratégica prioritária para reduzir taxas de mortalidade em áreas de risco hidrológico. Pode reduzir a mortalidade de 4,7 para 0,6 a cada 100 mil habitantes e diminuir danos econômicos em até 30%.
NUDEC Núcleos de Defesa Civil que atuam na mobilização comunitária para reduzir vulnerabilidades e fortalecer respostas integradas. Mencionado como ferramenta estratégica para engajamento comunitário e exemplo prático de comunicação para prevenção de riscos. Capacitação e empoderamento social dos cidadãos para identificação de riscos e construção de soluções coletivas em nível local.
Vulnerabilidade Condição de populações ou ecossistemas expostos a riscos que, associada a eventos adversos, exige monitoramento e mitigação. Contextualiza a situação de comunidades urbanas que sofrem com inundações e desinformação, demandando políticas públicas adaptadas. Exigência de mapeamento detalhado (barreiras linguísticas, acesso digital, idosos) para personalização das estratégias de proteção.
Risco Probabilidade de ocorrência de significativos danos sociais, econômicos ou materiais decorrentes de evento adverso (natural ou humano). Base para a definição das áreas que necessitam de intervenção prioritária e monitoramento contínuo pela Defesa Civil. Fundamenta a elaboração de planos de contingência e a definição técnica de rotas de evacuação devidamente sinalizadas.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Aquenis Gomes de Aguiar, orientado por Luis Gustavo Schroder e Braga, aborda um tema de grande relevância no contexto atual: a comunicação em situações de emergência, especialmente em áreas urbanas vulneráveis a eventos hidrológicos. A eficácia da comunicação em crises é um fator crucial para a segurança da população, e a pesquisa se propõe a analisar como essas estratégias podem ser aprimoradas para garantir que informações claras e precisas cheguem aos moradores de áreas de risco.

O problema central investigado é: como as estratégias de comunicação em emergências podem ser otimizadas para assegurar que os moradores de áreas de risco urbano recebam informações claras e eficazes, combatendo a desinformação e promovendo uma evacuação segura e organizada? O objetivo geral do trabalho é, portanto, analisar a eficácia das estratégias de comunicação em emergências e propor intervenções que melhorem a transmissão de informações em situações críticas.

A metodologia utilizada no estudo foi quali-quantitativa, combinando questionários e entrevistas semiestruturadas. Essa abordagem permitiu identificar falhas nas práticas atuais de comunicação e fundamentar as propostas de melhoria. A pesquisa revelou problemas críticos, como a disseminação de fake news e a falta de infraestrutura adequada para a comunicação em situações de emergência. Com base nesses achados, foram apresentadas soluções inovadoras, incluindo a implementação de sistemas de alerta sonoro e a diversificação dos canais de comunicação.

As principais contribuições do trabalho estão ligadas à redução dos impactos da desinformação e ao aumento da compreensão das mensagens oficiais. As intervenções propostas visam fortalecer a resiliência comunitária, promovendo uma mobilização que envolve os cidadãos na identificação de riscos e na construção de soluções coletivas. A pesquisa destaca que a comunicação é um fator decisivo tanto para a prevenção e preparação quanto para a resposta a emergências e a posterior reconstrução das comunidades afetadas.

A aplicabilidade prática das propostas é significativa, pois elas podem ser implementadas por órgãos de defesa civil e outras instituições envolvidas na gestão de riscos, contribuindo para a segurança e bem-estar da população em situações de emergência. A mobilização comunitária, conforme enfatizado no trabalho, é um processo educativo e participativo que busca envolver os cidadãos na construção de um ambiente mais seguro.

Para complementar a compreensão do tema abordado, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais aprofundada sobre as estratégias de comunicação em emergências hidrológicas e suas implicações para a resiliência das comunidades urbanas.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)