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Drones na Gestão de Desastres: Otimização do Monitoramento de Áreas de Risco em Situações de Emergência

Autoria: André Soares Nogueira Matos Pereira
Orientação: Ana Maria Stephan
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
RPA (Drones) Aeronaves Remotamente Pilotadas utilizadas para captura de imagens aéreas e monitoramento. Ferramenta central para otimizar o monitoramento de áreas de risco e reduzir o tempo de resposta em desastres. Redução de até 45% no tempo de resposta e aumento da segurança dos agentes ao evitar exposição direta a riscos.
Monitoramento Aéreo Observação e coleta de dados em tempo real através de visão elevada sobre uma área específica. Atividade essencial para avaliar cenários de difícil acesso, como deslizamentos e enchentes. Aumento de até 32% na precisão do mapeamento e apoio logístico imediato para decisões táticas.
Gestão de Riscos Processo de identificação, análise e tratamento de riscos para reduzir a probabilidade de desastres. Estrutura necessária para a atuação coordenada entre órgãos como Bombeiros e Defesa Civil. Uso de sistemas de informação e planejamento técnico para mitigar efeitos de desastres naturais.
Resiliência Capacidade de uma comunidade ou sistema exposto a riscos de resistir, absorver e recuperar-se de desastres. Objetivo final das ações de Defesa Civil e do fortalecimento das comunidades expostas. Fortalecimento das estruturas locais para minimizar danos e acelerar a recuperação pós-evento.
PNPDEC Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei nº 12.608/2012). Base legal brasileira que busca fortalecer capacidades locais e integrar tecnologias inovadoras. Define diretrizes para a participação da sociedade e integração federativa na mitigação de riscos.
Marco de Sendai Acordo internacional (2015-2030) com metas para prevenção e redução de riscos de desastres. Referencial internacional que orienta a integração de tecnologia e governança na gestão de riscos. Estabelece as prioridades para políticas públicas de prevenção, preparação, resposta e recuperação.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O uso de tecnologias inovadoras tem se mostrado cada vez mais relevante na gestão de emergências, especialmente no contexto da defesa civil. Neste cenário, o trabalho de conclusão de curso de André Soares Nogueira Matos Pereira, orientado pela professora Ana Maria Stephan, aborda a utilização de drones como uma ferramenta essencial para o monitoramento de áreas de risco no Brasil. O estudo, realizado no âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Pública em Proteção e Defesa Civil da instituição JUIZ DE FORA, propõe uma análise aprofundada sobre como essa tecnologia pode otimizar as operações de emergência.

O problema central que norteia a pesquisa é: como a utilização de drones pode contribuir para o monitoramento eficaz de áreas de risco e a atuação mais segura e eficiente das equipes de emergência? O objetivo geral do trabalho é analisar a eficácia e a integração da utilização de drones na otimização do monitoramento de áreas de risco em situações de emergência, com ênfase na integração dessa tecnologia às operações de defesa civil. A relevância do tema se destaca em um país como o Brasil, onde a ocorrência de eventos que demandam ações rápidas e precisas é frequente.

A metodologia adotada no estudo é de natureza qualitativa, com caráter exploratório. O autor utilizou uma combinação de revisão bibliográfica, análise documental e estudo indireto de casos, complementada por dados quantitativos secundários. Essa abordagem permitiu uma compreensão abrangente das práticas atuais e das potencialidades do uso de drones na gestão de desastres.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a elaboração de diretrizes práticas, fichas operacionais, um plano de capacitação e protocolos de uso, além de metodologias de coleta de dados. Os resultados obtidos indicam que os drones podem reduzir significativamente o tempo de resposta das equipes de emergência, aumentar a segurança dos agentes envolvidos e melhorar a precisão no mapeamento de áreas afetadas. Essa integração tecnológica não apenas facilita a atuação em situações críticas, mas também promove uma gestão mais eficiente e informada.

A aplicabilidade prática das diretrizes propostas é direcionada a profissionais da Defesa Civil e agentes públicos, visando a integração de drones nas operações de emergência. Os protocolos de uso e as metodologias de coleta de dados sugeridos têm o potencial de transformar a forma como as equipes de emergência atuam, proporcionando uma resposta mais ágil e eficaz em situações de risco.

Para complementar a compreensão sobre o tema abordado, o trabalho conta com um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre as diretrizes e os resultados da pesquisa. Essa iniciativa busca disseminar o conhecimento e fomentar a discussão sobre a importância da tecnologia na gestão de desastres, contribuindo para a formação de profissionais mais capacitados e preparados para enfrentar os desafios da defesa civil.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)