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A Gestão do Risco de Desastres a Partir da Identificação dos Tipos de Solicitações Registradas nas Unidades do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais Sediadas em Belo Horizonte

Autoria: Soraya Fernandes Medina
Orientação: Gislaine dos Santos
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano:
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Gestão do Risco de Desastres (GRD) Processo de planejamento, coordenação e execução de medidas destinadas a reduzir riscos e evitar a criação de novos riscos. Abordada como competência do CBMMG e da PBH para atuação integrada nas fases de prevenção, mitigação e preparação. Permite enfrentar vulnerabilidades antes da ocorrência do desastre, reduzindo perdas econômicas e sociais.
Redução do Risco de Desastres (RRD) Estratégias e ações para minimizar vulnerabilidades e desastres, visando evitar ou limitar impactos adversos. Citada como objetivo central do Marco de Sendai e das diretrizes operacionais do Plano de Comando do CBMMG. Constitui investimento custo-eficiente que evita gastos elevados com resposta e reconstrução pós-desastre.
Ações Antecipatórias (AA) Medidas planejadas e executadas quando um desastre é iminente, antes que os impactos agudos sejam sentidos. Apresentada como ferramenta emergente para gerenciar riscos residuais e otimizar a eficácia da resposta operacional. Protege vidas e meios de subsistência ao agir em janelas de oportunidade baseadas em alertas e previsões.
Mitigação Medidas e atividades adotadas para reduzir ou limitar as consequências negativas e impactos do risco de desastre. Identificada como uma das fases do ciclo de Proteção e Defesa Civil integradas pelo CBMMG e órgãos municipais. Diminuição dos danos físicos e ambientais decorrentes de eventos perigosos e ameaças já existentes.
Preparação Capacidades e conhecimentos desenvolvidos para antecipar, responder e se recuperar de impactos de desastres. Contexto de treinamentos para NUDEC/NAC e simulados de evacuação realizados pelo CBMMG em Belo Horizonte. Garante que equipes e comunidades saibam agir corretamente durante a crise, otimizando o tempo de resposta.
1º COB (Comando Operacional de Bombeiros) Unidade de Direção Intermediária responsável pela gestão das operações na região metropolitana de Belo Horizonte. Identificado como o principal canal de articulação da PBH para reuniões de monitoramento e gestão de risco. Atua como elo estratégico para a coordenação entre o Estado e o Município na gestão de crises.
COMPDEC / SUPDEC Instâncias municipais responsáveis pela coordenação executiva do Sistema de Proteção e Defesa Civil em âmbito local. Órgãos que acionam o CBMMG para vistorias técnicas, simulados e planejamento para o período chuvoso em BH. Essencial para a governança local e aplicação direta dos planos de contingência específicos da cidade.
NUDEC e NAC Núcleos comunitários de voluntários que atuam como elo entre a Defesa Civil e a população em áreas de risco. Grupos que recebem treinamento do CBMMG para identificar riscos geológicos e sinais de inundação iminente. Provê capilaridade à gestão pública para emissão de alertas precoces e primeira resposta no nível comunitário.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "A Gestão do Risco de Desastres a partir da identificação dos tipos de solicitações registradas nas Unidades do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais sediadas em Belo Horizonte", desenvolvido por Soraya Fernandes Medina sob a orientação da Dra. Gislaine dos Santos, insere-se no contexto da Especialização em Gestão Pública em Proteção e Defesa Civil da Universidade Federal de Juiz de Fora. Este estudo é relevante em um cenário onde a gestão do risco de desastres se torna cada vez mais essencial para a segurança e bem-estar da população.

O problema central abordado na pesquisa é a atuação do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) na gestão do risco de desastres em Belo Horizonte. O objetivo geral é analisar as solicitações recebidas pelo CBMMG, provenientes da Prefeitura e de órgãos de Proteção e Defesa Civil, que envolvem ações de prevenção e preparação no contexto da gestão do risco de desastres. Essa análise é crucial para entender como as instituições se articulam e colaboram para enfrentar situações que podem comprometer a segurança da comunidade.

A metodologia adotada na pesquisa é bibliográfica exploratória, com uma abordagem quali/quantitativa. Foram utilizados dados de acionamentos da Defesa Civil e da Prefeitura de Belo Horizonte ao CBMMG, correlacionando essas informações com as ações de Gestão do Risco de Desastres. Essa abordagem permite uma compreensão mais ampla das dinâmicas de atuação do CBMMG e a identificação de padrões nas solicitações recebidas.

Entre as principais contribuições do trabalho, destaca-se a constatação de que o CBMMG atua de forma cooperativa com os órgãos municipais de Proteção e Defesa Civil. As solicitações relacionadas à Gestão do Risco de Desastres incluem não apenas a atuação em situações emergenciais, mas também a realização de reuniões, treinamentos e simulados, que são fundamentais para a preparação e prevenção de desastres. Essas informações são valiosas para gestores públicos e acadêmicos, pois oferecem uma visão clara sobre a importância da articulação entre diferentes órgãos na promoção da segurança pública.

A aplicabilidade prática deste estudo é significativa, pois as informações obtidas podem ser utilizadas para aprimorar a gestão do risco de desastres e a atuação do CBMMG em Belo Horizonte. Compreender as solicitações e as ações correlacionadas permite que as instituições desenvolvam estratégias mais eficazes e integradas, contribuindo para a redução de riscos e a proteção da população.

Para complementar a compreensão sobre o tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre a pesquisa e suas implicações. Esses recursos visam facilitar o acesso à informação e promover o diálogo sobre a gestão do risco de desastres, um tema de extrema relevância para a sociedade contemporânea.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)