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Pesquisa de engenheiro eletricista da PROINFRA discute a gestão de projetos de instalações elétricas para edificações

                                                                                                                                                                          por Adriely Furtado

 

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José Henrique Alves Pereira, engenheiro eletricista da PROINFRA. Foto: Adriely Furtado

 

Com experiência comprovada no assunto, José Henrique Alves Pereira, engenheiro eletricista da Coordenação de Projetos e Obras da PROINFRA, defendeu, em 06 de agosto de 2016, sua dissertação: “A Gestão Estratégica de Projetos de Instalações Elétricas para Edificações” para a obtenção do título de mestre em Gestão de Sistemas de Engenharia pela Universidade Católica de Petrópolis. A norma-base levada em conta é a NBR 5410 (ABNT, 2004), intitulada Instalações Elétricas de Baixa Tensão, que objetiva o bom funcionamento, a segurança de pessoas e animais e a conservação dos bens.

José Henrique ressalta que o profissional precisa estar capacitado para o planejamento, levando em conta diversos fatores, etapas, normas e regulamentos – o que nem sempre ocorre. Os projetos devem seguir um fluxograma preciso para que possam ser compreendidos por toda a equipe e executados da maneira correta, sendo necessárias revisões frequentes incluindo detalhes que muitas vezes são ignorados.

Para o engenheiro, o enfoque dado aos projetos no processo de construção está longe de ser o ideal. Ele afirma que no Brasil o planejamento ainda é um problema: “As pessoas focam muito na arquitetura e estrutura, mas a parte de instalações ainda é deixada de lado”. Para que isso não ocorra, o engenheiro defende que é necessário que haja uma maior integração entre a equipe para que todas as áreas envolvidas sejam levadas em conta.

A importância da comunicação no processo também é destacada pelo profissional: “Um dos grandes problemas que vemos é a incompatibilidade entre as áreas. Por exemplo, um profissional envolvido faz uma modificação na arquitetura, e não comunica aos demais engenheiros, seja de hidráulica ou alguém responsável pela elétrica: se ele não relatar essa alteração para a equipe, já haverá um conflito na obra”, ressalta.

“É importante também que o projetista busque informações durante a execução da obra; observar se as soluções desenvolvidas foram adequadas ao investimento, o que deu certo e o que precisa ser revisto. Ou seja, um “feedback” para o aperfeiçoamento da atividade de projeto”. O engenheiro ainda complementa: “A consequência direta de um projeto mal elaborado é o aumento do custo. Os riscos que uma instalação mal executada pode oferecer vão desde a pequenas falhas elétricas até mesmo a incêndios.”

Para visualizar a pesquisa na íntegra, clique aqui