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Departamentos

A Faculdade de Farmácia passou em 2010 por uma reforma administrativa, sendo criado um único departamento, o Depto. de Ciências Farmacêuticas, que concentra todas as áreas do curso de Farmácia: Medicamentos, Análises Clínicas e Alimentos.

Atualmente o Depto. de Ciências Farmacêuticas, que atua no Campus Juiz de Fora, conta com 30 docentes no quadro efetivo.

Os Planos de Trabalho Individual (2025) dos professores pode ser acessado através deste link.

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Plano de Ensino

Disciplina: DCF022 - CITOLOGIA CLÍNICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS

Carga horária: 60

Departamento: DEPTO CIENCIAS FARMACEUTICAS

Ementa
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Análise laboratorial, interpretação e correlações clínico citológicas de urina, líquido cefalorraquidiano, líquido pleural, líquido peritoneal, líquido pericárdico, líquido sinovial, líquido amniótico e sêmen humano. Estudo citopatológico do trato genital feminino
CONTEÚDO TEÓRICO:
1. Exame de urina:
1.1 Introdução ao exame de urina;
1.2 Exame físico da urina;
1.3 Análise química da urina;
1.4 Exame microscópico de urina –análise citológica do sedimento urinário;
1.5 Correlação clínico laboratorial do exame de urina rotina;
1.6 Avaliação e gestão da qualidade no exame de urina;
2. Líquido cefalorraquidiano;
2.1 Formação e fisiologia;
2.2 Coleta e manuseio;
2.3 Caracteres físico-químicos;
2.4 Estudo citológico e interpretação;
2.5 Ensaios microbiológicos e testes sorológicos;
3. Fluidos serosos:
3.1 Formação, colheita e manuseio das amostras;
3.2 Transudatos e exsudatos;
3.3 Procedimentos laboratoriais gerais;
3.4 Líquido pleural;
3.4.1 Aspecto;
3.4.2 Contagem celular total e diferencial;
3.4.3 Exames bioquímicos;
3.4.4 Exames sorológicos e microbiológicos;
3.4.5 Correlação clínico-laboratorial;
3.5 Líquido Peritoneal;
3.5.1 Transudato versusexsudato;
3.5.2 Testes laboratoriais e correlação clínica;
3.6 Fluido pericárdico;
3.6.1 Aspecto;
3.6.2 Testes laboratoriais e interpretação;
4. Líquido synovial;
4.1 Coleta da amostra, manuseio, cor, aspecto e viscosidade;
4.2 Contagem celulartotal e diferencial. Identificação decristais;
4.3 Testes químicos, ensaios sorológicos e microbiológicos;
5. Líquido amniótico:
5.1 Composição, volume, coleta, manipulação e processamento da amostra;
5.2 Indicações para a realização da amniocentese;
5.3 Cor e aspecto;
5.4 Testes de sofrimento fetal;
5.5 Testes de maturidade fetal;
6. Sêmen Humano:
6.1 Fisiologia, coleta e manuseio da amostra;
6.2 Análise do sêmen: aspecto, cor, liquefação,volume, viscosidade, pH, motilidade espermática,
viabilidade, contagem de espermatozóides, morfologia espermática;
6.3 Ensaios adicionais: bioquímicos, imunológicos e microbiológicos;
7. Trato genital feminino;
7.1 Anatomia e noções de histologia e colposcopia;
7.2 Estudo dos epitélios escamoso e glandular;
7.3 Coleta, fixação e coloração dos esfregaços citológicos;
7.4 Avaliação hormonal dos esfregaços vaginais;
7.5 Alterações celulares inflamatórias;
7.6 Agentes inflamatórios específicos e achados citológicos –diagnóstico das patologias bacterianas, fúngicas, parasitológicas e virais;
7.7 Evolução/históricodas classificações citológicas: de Papanicolauaté o Sistema Bethesda;
7.8 Citologia das lesões epiteliais pré-malignase malignas do colo uterino;
7.9 Nomenclatura brasileira para laudos cervicais/colpocitológico.

CONTEÚDO PRÁTICO:
1. Noções gerais de citologiae microscopia óptica;
2. Exame de urina:
2.1 Técnicas de coleta de urina;
2.2 Exame físico da urina;
2.3 Análise química da urina
2.4 Exame microscópico de urina –análise do sedimento urinário;
3. Líquido Cefalorraquidiano;
3.1 Estudo citológico e interpretação;
4. Líquido pleural;
4.1 Aspecto e cor;
4.2 Contagem celular total em câmara e contagem diferencial(citologia);
5. Líquido peritoneal;
5.1 Aspecto e cor;
5.2 Contagem celular total em câmara e contagem diferencial(citologia);
6. Sêmen humano;
6.1 Coleta e manuseio da amostra;
6.2 Análise do sêmen: aspecto, cor, liquefação, volume, viscosidade, pH, motilidade espermática, viabilidade, contagem de espermatozóides, morfologia espermática;
7. Trato genital feminino;
7.1 Microscopia de esfregaços normais do trato genital feminino;
7.2 Microscopia para avaliação hormonal de esfregaços do trato genital feminino;
7.3 Microscopia de esfregaços inflamatórios e/ou infeciosos do trato genital feminino;
7.4 Microscopia de esfregaços pré malignose malignos do trato genital feminino.
BARROS, A. L. S.; LIMA, D. N. O.; AZEVEDO, M. D.; OLIVEIRA, M. L. Caderno de referência 1:
Citopatologia Ginecológica. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: CEPESC, 2012. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/tecnico_citopatologia_caderno_referencia _1.pdf Acesso em: 10 março 2022.
CARVALHO, G. Citologia do trato genital feminino. 5a. Edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
GOMPEL, C.; KOSS, L.. Introdução à citopatologia ginecológica com correlações histológicas e clínicas. 1a Edição. São Paulo: Roca, 2006.
HENRY, J. B.; PINCUS, M. R.; McPHERSON, R. A. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais de Henry. 21ª Edição. São Paulo: Manole, 2012.
PEREIRA, O.; JANINI, J. B. Atlas de morfologia espermática. 1a Edição. São Paulo: Atheneu, 2001.
STRASINGER,S. K.; DI LORENZO, M. S.. Urinalise e fluidos corporais. 5aEdição. São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 302 de 13 de outubro de 2005. Dispõe sobre Regulamento Técnico para Funcionamento de Laboratórios Clínicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. Disponível em: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/legislacao/item/rdc-302-de-13-de-outubro-de-2005. Acesso em: 10 março 2022.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA (INCA). Nomenclatura brasileira para laudos citopatológicos cervicais / Coordenação-Geral de Prevenção e Vigilância, Divisão de
Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. – 3a Edição. Rio de Janeiro: Inca, 2012. Disponível em https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/nomenclatura-brasileira-para-laudos-citopatologicos-cervicais-2012.pdf Acesso em 10 de março de 2022.
PEREIRA, O. S. Atlas de morfologia espermática. Editora Atheneu 2010 (E-book).
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA/MEDICINA LABORATORIAL. Recomendações da
Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML): realização de exames em urina. Barueri, SP: Manole, 2017. Disponível em: https://controllab.com/wp-content/uploads/recomendacoes_da_sbpcml_realizacao_de_exames_em_urina.pdf Acesso em 10 março 2022.
SOLOMON, D.; NAYAR, R. Sistema Bethesda para citopatologia cervicovaginal: definições, critérios e notas explicativas. 2a Edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
Site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. https://www.gov.br/anvisa/pt-br
Site do Instituto Nacional de Câncer – INCA. https://www.gov.br/inca/pt-br
Site da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas - SBAC. https://www.sbac.org.br/
Site da Sociedade Brasileira de Citopatologia. https://citopatologia.org.br/
Site da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial -SBPC/ML.http://www.sbpc.org.br