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Plano de Ensino

Disciplina: PSI062 - PSICOLOGIA INSTITUCIONAL

Créditos: 4

Departamento: DEPTO DE PSICOLOGIA /ICH

Pressupostos teóricos da Psicologia Institucional. Estudo da análise institucional na perspectiva dos principais autores da área. Processos grupais e vínculos institucionais. Práticas institucionais e subjetividade. Análise institucional e Psicologia.

Unidade I
A sociedade contemporânea na perspectiva do mal-estar da civilização
Unidade II
Psicologia Institucional: definição, modelos teóricos e âmbitos de atuação
Unidade III
O Exercício da Psicologia em Instituições (principais contribuições teóricas)
Unidade IV
A dimensão institucional dos grupos
Unidade V
Subjetividade, cultura e poder nas relações institucionais
Unidade VI
Alguns teóricos que refletem sobre as instituições
Unidade VII
Metodologias/dispositivos de intervenção do psicólogo
Unidade VIII
Exercícios de análise institucional a partir das experiências de trabalho e de pesquisa do grupo
BLÈGER, José. O grupo como instituição e o grupo nas instituições. In: Temas de Psicologia – entrevistas e grupos. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p. 83 – 100;
_____________ Psicologia Institucional. In: Psico-higiene e Psicologia Institucional. 3a. ed. Porto Alegre: Martins Fontes, [(1984)1992], p.31 – 70.
BAUMAN, Zygmunt. O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1998.
_______________. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2001.
_______________ e DESSAL, Gustavo. O retorno do pêndulo - Sobre a Psicanálise e o futuro do mundo líquido. Rio de janeiro: Zahar, 2017
COELHO DOS SANTOS, Tânia. De um “Outro consistente” a um “Outro que não existe” In: Quem precisa de análise hoje? O discurso analítico: os novos sintomas e novos laços sociais. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2001. Cap. VIII, p.259 – 300.
___________. Uma leitura politicamente incorreta da subjetividade do brasileiro. In: COELHO DOS SANTOS e DECOURT, Tânia E Marcela Cruz de Castro. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro: SEPHORA e UFRJ, 2008, p. 15 – 34.
CHAUI, Marilene. O que é ideologia. 31ª São Paulo: ed. Brasiliense, (1990[1980]). DELEUZE, Gilles. Conversações. Tradução Peter Pál Pelbart. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2014.
FONSECA, Valeria Wanda da Silva Fonseca. O jeitinho brasileiro: quando a criatura desafia o criador. In: COELHO DOS SANTOS e DECOURT, Tânia E Marcela Cruz de Castro. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro: SEPHORA e UFRJ, 2008, p. 57 – 72.
____________. Pobre de mim! Ou o eu na Melancolia. Em: Revista SEPHallus. Rio de Janeiro, v. VII, nº 13, nov. 2011 a abr. 2012. Disponível em www.isepol.com/asephallus
FOUCAULT, Michel. Diálogo sobre o poder. In: Estratégia, poder-saber. Ditos e Escritos IV. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003, pp. 253-266
____________. Segurança Território e População: curso dado no Collège de France (1977-1978). São Paulo: Martins Fontes. 2008.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia – saberes necessários às práticas educativas. 24 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Coleção Leitura.
FREUD, S. Mal-estar na civilização. (1930[1929]) In: Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago. 1976. v. XXI, parte IV, p. 119 -128.
__________. Psicologia dos Grupos e Análise do EU. In: Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago. 1976.
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JESUS, AF., PEZZATO, LM., ABRAHÃO, AL. O uso do diário como ferramenta estratégica da análise institucional para abordar o cotidiano do profissional de saúde. O caso do Dom Quixote. In: L´ABBATE, S., MOURÃO, LC., PEZZATO, LM. (Org.). Análise institucional & Saúde Coletiva. São Paulo, SP: Hucitec, 2013. p 206-235.
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PAULON, S. M. A análise de implicação como ferramenta na pesquisa-intervenção. Psicologia e Sociedade, Porto Alegre, v. 17, n.3, p. 16-23, set./dez.2005.