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Fortalecendo a Segurança nas Escolas: A Implementação de Tecnologias Eletrônicas como Estratégia de Resiliência em Situações de Desastre.

Autoria: Rodrigo Mendes de Carvalho
Orientação: Natália Chernicharo Guimarães
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho Implicação prática
Resiliência Institucional Capacidade de uma instituição de minimizar vulnerabilidades e garantir a continuidade do aprendizado e a recuperação rápida diante de situações adversas. O estudo analisa como o uso de tecnologias eletrônicas no Colégio Dom Bosco fortalece a resiliência contra invasões, furtos e ameaças físicas. Garante a estabilidade do ensino e a segurança da comunidade escolar, permitindo respostas rápidas e acelerando a retomada das atividades.
Surveillant Assemblage Arranjo de vigilância que descreve a integração de múltiplos dispositivos e sistemas de monitoramento como parte de um todo interconectado. Citado como base teórica (Ericson e Haggerty) para justificar a integração de câmeras, sensores e biometria no monitoramento abrangente da escola. Aumenta a precisão da vigilância, mas exige gestão do ambiente para evitar impactos negativos na dinâmica pedagógica e na confiança.
Marco de Sendai Acordo internacional (2015-2030) com metas globais para redução de riscos de desastres, enfatizando a governança e a compreensão do risco. Utilizado para fundamentar a recomendação de sistemas de alerta precoce e tecnologias que aumentem a preparação das instituições educacionais. Alinha a gestão escolar a diretrizes globais de prevenção, focando na redução de perdas humanas e materiais através de estratégias preventivas.
Internet das Coisas (IoT) Tecnologia que permite a interconexão de dispositivos físicos à rede, possibilitando automação e coleta de dados em tempo real. Aplicada na integração de câmeras e sensores para gerar respostas automáticas, como o bloqueio de portas em situações de emergência no colégio. Reduz o tempo de resposta a incidentes críticos e permite a gestão centralizada de diversos subsistemas de segurança escolar.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O tema da segurança nas instituições de ensino é de extrema relevância no contexto atual, onde a proteção de alunos e profissionais se torna uma prioridade. O trabalho de conclusão de curso de Rodrigo Mendes de Carvalho, orientado por Natália Chernicharo Guimarães, aborda a implementação de tecnologias eletrônicas no Colégio Dom Bosco, com o intuito de fortalecer a segurança e aumentar a resiliência institucional. Este estudo se insere em um cenário onde a necessidade de ambientes seguros é cada vez mais reconhecida, refletindo a preocupação da comunidade escolar com a proteção e o bem-estar de todos.

O problema central da pesquisa consiste em entender como a implementação de tecnologias de segurança eletrônica pode contribuir para a redução de vulnerabilidades e o aumento da resiliência no Colégio Dom Bosco. O objetivo geral é analisar e propor um modelo de implementação dessas tecnologias, visando uma redução projetada de até 40% nos incidentes de segurança em um período de seis meses. Essa meta reflete a urgência de se criar um ambiente escolar mais seguro e protegido, onde o aprendizado possa ocorrer sem interrupções.

Para alcançar esses objetivos, a pesquisa adotou uma abordagem qualitativa e exploratória. Foram realizadas revisões bibliográficas, análises documentais e um estudo de caso, que incluiu a aplicação de questionários e entrevistas com membros da comunidade escolar, além da análise de documentos institucionais e normativas legais. Essa metodologia permitiu uma compreensão aprofundada das vulnerabilidades existentes e das melhores práticas para a implementação das tecnologias propostas.

As principais contribuições do trabalho incluem a elaboração de um modelo de implementação de tecnologias de segurança eletrônica e um guia de boas práticas para a segurança escolar. Os resultados obtidos indicam a identificação de vulnerabilidades no sistema de segurança da escola, a projeção de uma redução de incidentes de segurança em até 40% e uma melhoria na percepção de segurança da comunidade escolar. Essas entregas são fundamentais para que gestores, professores e funcionários possam adotar medidas eficazes em prol da segurança.

A aplicabilidade prática da proposta é significativa, pois o modelo desenvolvido pode ser replicado em outras escolas de perfil semelhante, contribuindo para a implementação de sistemas de segurança eletrônica em diversas instituições de ensino. A utilização de tecnologias como câmeras HD e IP, controle de acesso biométrico, sensores de presença e inteligência artificial para detecção de ameaças, entre outras, representa um avanço importante na proteção das escolas.

Por fim, convidamos todos a conhecer mais sobre este trabalho por meio de um vídeo e um podcast explicativos, que detalham as metodologias e os resultados alcançados, além de oferecer insights valiosos sobre a segurança nas escolas. A segurança nas instituições de ensino é um fator essencial para garantir um ambiente propício ao ensino e à aprendizagem, e este estudo contribui significativamente para essa discussão.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)