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Fortalecimento da cultura de prevenção nas escolas: capacitação para situações de emergência e segurança

Autoria: Maria Valquiria Mesquita Pinto Oliveira
Orientação: Franciene Aparecida da Silveira
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Cultura de Prevenção Conjunto de práticas e saberes voltados à antecipação de riscos e preparação para emergências, visando reduzir danos. Objetivo central do projeto de intervenção, focando no fortalecimento de saberes no ambiente escolar por meio de capacitação. Fomenta a mudança de comportamento reativo para proativo, instituindo um legado de segurança que beneficia a escola e a comunidade local.
Resiliência Capacidade de um sistema ou comunidade de resistir, absorver, adaptar-se e recuperar-se dos efeitos de um desastre de maneira tempestiva e eficiente. Meta final do curso e do projeto para transformar as instituições de ensino em "Escolas Resilientes" capazes de enfrentar situações adversas. Garante a continuidade das atividades escolares e a proteção da vida, reduzindo a vulnerabilidade institucional frente a incidentes e desastres.
Intersetorialidade Articulação de saberes e esforços entre diferentes setores da gestão pública para a solução de problemas complexos. Pilar metodológico (baseado em Starfield) para integrar saúde, educação e segurança pública na resposta a emergências escolares. Otimiza recursos públicos e promove uma resposta coordenada e eficaz, superando a atuação isolada de secretarias e órgãos de resposta.
Lei Lucas (Lei nº 13.722/2018) Legislação que torna obrigatória a capacitação de professores e funcionários de escolas em noções de primeiros socorros. Fundamento legal que justifica a necessidade e a obrigatoriedade do projeto de intervenção nas escolas municipais. Institui a obrigatoriedade legal de treinamento contínuo, reduzindo o risco de fatalidades por acidentes evitáveis no ambiente educacional.
Marco de Sendai (2015-2030) Documento internacional da ONU que estabelece prioridades para a redução global do risco de desastres. Base do referencial teórico para destacar a inclusão da gestão de riscos nos currículos e o fortalecimento da resiliência institucional. Alinhamento das políticas públicas locais com diretrizes globais de segurança e participação comunitária na governança do risco.
PNPDEC (Lei nº 12.608/2012) Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, que institui diretrizes para prevenção e resposta a desastres no Brasil. Referencial que define a unidade escolar como espaço estratégico para o desenvolvimento de ações de proteção e defesa civil. Institucionaliza a gestão de riscos como uma política de Estado, vinculando a educação escolar às estratégias de defesa civil nacional.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Maria Valquiria Mesquita Pinto Oliveira, orientado por Franciene Aparecida da Silveira, aborda um tema de grande relevância no contexto educacional: a preparação das escolas para emergências. A inadequada preparação das instituições de ensino pode resultar em riscos significativos à segurança de alunos, professores e funcionários. Diante desse cenário, o objetivo central deste estudo é capacitar a comunidade escolar para responder de forma segura e eficaz a situações emergenciais.

Para alcançar esse objetivo, a metodologia adotada inclui a realização de treinamentos práticos, simulações e a criação de materiais educativos. Esses elementos são fundamentais para garantir que o conhecimento adquirido seja aplicado de maneira prática, permitindo que todos os envolvidos se sintam mais seguros e preparados para agir em situações de emergência. Os treinamentos semestrais de primeiros socorros e evacuação, a elaboração de protocolos de segurança e a realização de simulações práticas são algumas das principais entregas do projeto.

Os resultados obtidos com a implementação dessas ações foram significativos. Observou-se um aprimoramento no conhecimento dos participantes em primeiros socorros e protocolos de emergência, com uma redução de 20% no tempo de reação durante as simulações. Além disso, a precisão das ações realizadas aumentou em 85%, evidenciando a eficácia da capacitação proposta. Esses resultados demonstram a importância de um treinamento estruturado e contínuo, que não apenas prepara os indivíduos, mas também fortalece a cultura de prevenção nas escolas.

A aplicabilidade prática deste trabalho é ampla, pois visa fortalecer a capacidade de resposta das escolas frente a emergências e promover a integração entre setores como saúde, segurança pública e educação. Essa articulação é essencial para criar um ambiente escolar mais seguro e preparado, onde todos os membros da comunidade possam atuar de forma coordenada e eficiente.

Para complementar a compreensão sobre o tema abordado, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre as metodologias utilizadas e os resultados alcançados. Esses recursos visam disseminar o conhecimento adquirido e incentivar outras instituições a adotarem práticas semelhantes, contribuindo assim para um ambiente escolar mais seguro e preparado para enfrentar desafios.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)