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Educação para Resiliência e Redução do Impacto de Desastres em Áreas Mineradoras no Estado de Minas Gerais

Autoria: Helton Soares Moyle
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
ERRD (Educação para a Redução de Riscos de Desastres) Processo educacional dialógico que capacita a comunidade a compreender e transformar a realidade de risco. Abordada como um dos três pilares do trabalho, inspirada em Paulo Freire e voltada para comunidades vulneráveis. Legitima a inserção do tema como conteúdo transversal no currículo escolar para formar cidadãos preparados para desastres.
Lei 12.608/2012 Lei federal que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC). Marco legal que fundamenta e legitima a obrigatoriedade da ERRD no sistema de ensino. Obriga a gestão pública a incluir a redução de riscos no planejamento e nas diretrizes curriculares nacionais.
Resiliência Capacidade adaptativa de transformar vulnerabilidades em respostas eficazes diante de desastres. Foco na "Educação para Resiliência" no contexto da Escola Municipal Rubem Costa Lima e riscos de mineração. Fortalece a cultura de prevenção e a capacidade de resposta emocional e operacional da comunidade escolar em crises.
Mobilização Comunitária Engajamento coletivo para ampliação da conscientização e capacidade de resposta local. Citada como pilar fundamental que inclui a realização de simulações e oficinas com pais, alunos e professores. Promove a integração entre escola e sociedade, facilitando a execução de planos de evacuação participativos.
Plano de Evacuação Escolar Documento técnico e prático que define rotas e procedimentos de saída em situações de emergência. Etapa crucial do projeto elaborada com base nos riscos da barragem B3/B4. Garante respostas rápidas e seguras em casos de rompimento de barragens ou outros desastres iminentes.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "A Escola Municipal Rubem Costa Lima Como Pilar Educacional e Comunitário em Cenários de Risco: Educação para Resiliência e Redução do Impacto de Desastres em Áreas Mineradoras", desenvolvido por Helton Soares Moyle sob a orientação de Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto atual: a preparação da comunidade escolar para emergências em áreas vulneráveis. A pesquisa foi motivada pela necessidade de fortalecer a cultura de prevenção e resiliência, especialmente após o alerta de rompimento da barragem B3/B4 da Mina de Mar Azul, que evidenciou a fragilidade das estruturas de segurança nas comunidades locais.

O objetivo central do trabalho é promover a integração da educação para a redução de riscos de desastres no ambiente escolar, visando não apenas a proteção dos alunos, mas também a mobilização da comunidade de São Sebastião das Águas Claras. A proposta busca transformar a Escola Municipal Rubem Costa Lima em um espaço de segurança, conscientização e integração comunitária, onde todos os envolvidos possam aprender sobre os riscos e as medidas preventivas necessárias.

Para alcançar esses objetivos, a metodologia adotada incluiu um levantamento de dados e um diagnóstico sobre a situação das barragens locais, além de entrevistas com a comunidade escolar. O desenvolvimento de materiais educativos, capacitações para professores e gestores, e simulações de evacuação foram etapas fundamentais do processo. Essas ações permitiram uma compreensão mais aprofundada dos riscos associados às barragens e a elaboração de um plano de evacuação adaptado às vulnerabilidades identificadas.

As principais contribuições do trabalho incluem a criação de um plano de evacuação escolar participativo, que envolve a comunidade na construção de soluções, e a produção de materiais educativos, como guias e cartilhas, que visam disseminar informações sobre segurança e prevenção. Além disso, as capacitações realizadas para professores e gestores têm o potencial de transformar a escola em um centro de disseminação de práticas preventivas, capacitando a comunidade escolar para lidar com os riscos locais de forma mais eficaz.

A aplicabilidade prática deste projeto é significativa, pois busca não apenas preparar a escola para situações de emergência, mas também engajar alunos, professores, gestores e famílias em um processo contínuo de aprendizado e mobilização. Ao transformar a escola em um espaço de segurança e conscientização, o trabalho contribui para a construção de uma comunidade mais resiliente e informada.

Para aqueles que desejam aprofundar-se nos detalhes deste projeto, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão abrangente sobre as ações desenvolvidas e os resultados alcançados. A educação para a redução de riscos de desastres é, sem dúvida, um passo fundamental para a construção de um futuro mais seguro e consciente.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)