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Engajamento Comunitário e Plano de Segurança Escolar em Contextos Vulneráveis: Um Estudo de Intervenção na Escola Estadual Miguel Rogana

Autoria: Eliana Aparecida de Alvarenga
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Resiliência Institucional Capacidade coletiva de uma instituição para enfrentar e se recuperar de adversidades, envolvendo corresponsabilidade e fortalecimento de vínculos. Utilizado para fundamentar a proposta de intervenção na Escola Estadual Miguel Rogana, focando na superação de vulnerabilidades estruturais e sociais. Exige o envolvimento ativo de estudantes, famílias e profissionais na formulação de estratégias de segurança para além da dimensão física.
Pesquisa-Ação Metodologia de pesquisa social que integra teoria e prática por meio de um ciclo contínuo de análise, planejamento e reflexão participativa. Abordagem metodológica adotada para estruturar o plano de segurança e diagnosticar os desafios específicos da comunidade escolar local. Permite que a gestão pública desenvolva soluções adaptáveis e sustentáveis baseadas na escuta ativa e na colaboração dos atores locais.
Plano de Segurança Escolar Documento estruturado que define protocolos de emergência, medidas preventivas e ações pedagógicas para mitigação de riscos. Proposta central do estudo para a Escola Miguel Rogana, abrangendo desde a criação de protocolos até a formação de brigadas. Instrumentaliza a escola para responder a sinistros (como incêndios) e estabelece normas técnicas de segurança (ABNT).
Engajamento Comunitário Participação ativa e corresponsável da comunidade (pais, responsáveis e líderes locais) na gestão e nas atividades escolares. Identificado como um ponto crítico no diagnóstico (baixa adesão) e transformado em eixo estratégico da intervenção. Fortalece a rede de proteção escolar, aumenta a eficácia da comunicação de riscos e garante a sustentabilidade das ações preventivas.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O presente trabalho de conclusão de curso, elaborado por Eliana Aparecida de Alvarenga sob a orientação de Mônica Vasconcellos Barral Campos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional: a segurança no ambiente escolar. A Escola Estadual Miguel Rogana, como muitas instituições de ensino, enfrenta desafios significativos relacionados à segurança, que são exacerbados por fatores como a precariedade estrutural, lacunas em protocolos de emergência e a limitada participação da comunidade na gestão escolar. Diante desse cenário, a pesquisa busca compreender e propor soluções que promovam um ambiente mais seguro e acolhedor para todos os envolvidos.

O problema central deste estudo reside na necessidade urgente de um plano de segurança escolar que não apenas aborde as vulnerabilidades existentes, mas que também fomente o engajamento da comunidade escolar. O objetivo geral da pesquisa é, portanto, elaborar uma proposta de intervenção que contemple a implementação de um plano de segurança, com ênfase na participação ativa de estudantes, pais e responsáveis. Essa abordagem visa não apenas a mitigação de riscos, mas também a construção de uma cultura de corresponsabilidade em torno da segurança escolar.

Para alcançar esses objetivos, a pesquisa adotou a metodologia da pesquisa-ação, que permite uma interação dinâmica entre teoria e prática. Inicialmente, foi realizado um diagnóstico situacional da Escola Estadual Miguel Rogana, que possibilitou a identificação de vulnerabilidades significativas na infraestrutura da escola. A partir desse diagnóstico, foram estruturadas ações que incluem a elaboração de um plano de segurança escolar, a criação de protocolos de segurança, a formação de brigadas escolares e a promoção de ações de mobilização social, como simulações de evacuação. Essas estratégias visam não apenas a proteção física, mas também o fortalecimento dos laços comunitários.

As principais contribuições deste trabalho incluem a entrega de um plano de segurança escolar que pode ser replicado em outras instituições de ensino, além de protocolos de segurança que orientam a atuação em situações de risco. A formação de brigadas escolares e as ações de mobilização social promovem um aumento significativo na participação da comunidade escolar em eventos e atividades, evidenciando a importância do engajamento comunitário na construção de um ambiente seguro.

A aplicabilidade prática das propostas apresentadas é ampla, permitindo que outras escolas adotem as diretrizes e estratégias desenvolvidas neste estudo. A implementação do plano de segurança escolar não apenas visa a proteção imediata, mas também a construção de uma cultura de prevenção e resiliência institucional, que é essencial para a manutenção de um ambiente de aprendizagem seguro e acolhedor.

Para aqueles que desejam se aprofundar ainda mais no tema, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão detalhada sobre o trabalho e suas implicações. Acreditamos que a disseminação dessas informações contribuirá para o fortalecimento da segurança escolar e do engajamento comunitário em diversas instituições de ensino.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)