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Fortalecendo a Resiliência Escolar: A Contribuição do Serviço Social na Prevenção de Desastres Ambientais

Autoria: Edvania Maria da Silva
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho Implicação prática
Resiliência Escolar Capacidade da comunidade escolar de se preparar, adaptar e recuperar-se de situações de crise ou desastre. Foco do projeto de intervenção para garantir a segurança e a continuidade do aprendizado. Redução de interrupções no calendário escolar e proteção física e psicossocial de alunos e profissionais.
Prevenção de Desastres Conjunto de ações antecipadas para evitar ou mitigar os impactos de eventos adversos. Eixo central da atuação intersetorial proposta para reduzir vulnerabilidades em áreas de risco. Implementação de diagnósticos participativos, simulados de evacuação e educação para o risco.
Serviço Social Profissão que atua no enfrentamento das expressões da questão social e na articulação de políticas públicas. Atua na mediação entre escola e comunidade para fortalecer a resiliência e na gestão de riscos de desastres. Fortalecimento de redes de proteção, mobilização comunitária e execução de planos de gestão de riscos em escolas.
Vulnerabilidade Socioambiental Condição de exposição a riscos decorrente da combinação de fatores sociais precários e ameaças naturais. Mapeada para identificar alunos e territórios em maior risco de evasão ou danos físicos. Orientação de políticas públicas mais equitativas e intervenções focalizadas em grupos de baixa renda.
Eventos Climáticos Extremos Fenômenos naturais intensos agravados por práticas produtivas capitalistas e degradação ambiental. Contextualizados como causas de inundações e deslizamentos que afetam a Escola Joseph Hein. Necessidade de adaptação da infraestrutura escolar e criação de protocolos de emergência específicos.
Marco de Sendai Documento internacional (2015-2030) que orienta a redução global do risco de desastres. Referencial teórico para fortalecer capacidades locais e integrar a gestão de riscos no planejamento social. Direcionamento de políticas públicas e ações coordenadas interdisciplinares no ambiente escolar.
Estrutura de Segurança Escolar Abrangente (CSSF) Modelo baseado em ambientes seguros, educação sobre riscos e resposta a emergências. Citada para fundamentar os três pilares de ação no contexto educacional. Garantia de instalações seguras e inserção da redução de riscos no currículo escolar.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Edvânia Maria da Silva, orientado por Mônica Vasconcellos Barral Campos, aborda um tema de relevância crescente no contexto atual: a resiliência escolar frente a eventos climáticos extremos. A pesquisa destaca a importância do Serviço Social na promoção de um ambiente educativo mais seguro e preparado para enfrentar desafios relacionados a desastres ambientais. Em um cenário onde as mudanças climáticas impactam diretamente a vida das comunidades, a atuação do Serviço Social se torna essencial para fortalecer a capacidade de resposta das instituições de ensino.

O problema central investigado é: como a atuação do Serviço Social pode contribuir para o fortalecimento da resiliência no contexto escolar diante de desastres ambientais? O objetivo geral do trabalho é analisar e apresentar propostas de intervenção do Serviço Social na prevenção e redução de riscos, com foco na promoção da resiliência em comunidades educativas. Essa abordagem visa não apenas identificar vulnerabilidades, mas também implementar ações que possam transformar a realidade das escolas.

A metodologia adotada na pesquisa é de abordagem mista, combinando diagnósticos participativos com capacitações para profissionais da educação. Através de oficinas temáticas e rodas de conversa, o trabalho busca promover a conscientização e a preparação para emergências, envolvendo toda a comunidade escolar. Essa estratégia permite uma compreensão mais aprofundada das vulnerabilidades sociais e ambientais que impactam as escolas, além de fomentar um espaço de diálogo e aprendizado coletivo.

As principais contribuições do estudo incluem o mapeamento das vulnerabilidades sociais e ambientais enfrentadas pelas escolas da comunidade, bem como a capacitação dos profissionais da educação sobre a importância da resiliência e do suporte social em contextos de crise. As oficinas e capacitações propostas visam equipar educadores com ferramentas e conhecimentos que possam ser aplicados no dia a dia escolar, transformando a instituição em um centro de promoção da resiliência.

A aplicabilidade prática do projeto é significativa, pois busca transformar a instituição escolar em um espaço que não apenas educa, mas também prepara e protege seus alunos e profissionais. A visão integrada que une educação e suporte social é fundamental para a construção de um ambiente escolar mais resiliente e consciente dos riscos que a comunidade enfrenta.

Por fim, para aqueles que desejam se aprofundar ainda mais no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que complementam as informações apresentadas neste trabalho e oferecem uma visão mais dinâmica sobre a importância da resiliência escolar e a atuação do Serviço Social.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)