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PROTEGENDO NOSSAS ESCOLAS: ESTRATÉGIAS DE RESILIÊNCIA E PREVENÇÃO AO USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS

Autoria: Claudionor Santos da Silva
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Resiliência Escolar Capacidade da escola e da comunidade escolar de mitigar impactos causados por riscos, assegurando a continuidade do ensino e a segurança. O projeto busca desenvolver um programa de intervenção para promover a resiliência escolar em contextos de vulnerabilidade social e criminalidade. Implementação de planos de resiliência para assegurar a continuidade do aprendizado e a segurança comunitária diante de ameaças sociais.
ERRD Educação em Redução do Risco de Desastres. Utilizada como base teórica através das diretrizes da UNESCO para incluir estratégias de prevenção de desastres no currículo escolar. Integração da gestão de riscos no projeto político-pedagógico e formação de uma cultura de autoproteção na comunidade.
Gestão de Riscos Processo de identificação, análise e implementação de medidas para mitigar ameaças e vulnerabilidades. Aparece na necessidade de um plano de gestão e protocolos de segurança para proteger a comunidade escolar. Mapeamento de ameaças, sistemas de alerta precoce e preparação para respostas rápidas a incidentes na escola.
Substâncias Psicoativas Entidades químicas que atuam sobre o cérebro, modificando seu funcionamento, humor, percepção e comportamento. Citadas como o principal fator de risco e desastre no ambiente escolar analisado, necessitando de ações de prevenção e conscientização. Desenvolvimento de protocolos de segurança e monitoramento para reduzir em 60% o acesso e consumo dessas substâncias na escola.
Habilidades de Vida Conjunto de dez competências psicossociais (sociais, cognitivas e emocionais) que favorecem o desenvolvimento saudável e a lida com desafios. Propostas como estratégia preventiva baseada no modelo da OMS para fortalecer o aluno contra a influência do uso de drogas. Capacitação de jovens para tomada de decisões assertivas e resolução de conflitos, reduzindo vulnerabilidades comportamentais.
Vulnerabilidade Social Condição de fragilidade de indivíduos ou grupos decorrente de fatores socioeconômicos, falta de informação e exposição à violência. Contexto da escola situada em área com alta criminalidade e falta de estratégias educacionais resilientes. Intervenção em fatores que geram condições de risco, como a melhoria do controle de acessos e fortalecimento de vínculos comunitários.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "Protegendo Nossas Escolas: Estratégias de Resiliência e Prevenção ao Uso de Substâncias Psicoativas", desenvolvido por Claudionor Santos da Silva sob a orientação de Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de extrema relevância no contexto educacional contemporâneo. A crescente vulnerabilidade dos adolescentes ao uso de substâncias psicoativas, especialmente em áreas com altos índices de criminalidade, demanda uma reflexão profunda e a implementação de estratégias eficazes que promovam a resiliência escolar e a conscientização sobre os riscos associados.

O problema central identificado no estudo é a falta de informação e de estratégias de resiliência educacional, que torna os alunos mais suscetíveis ao uso de substâncias psicoativas. Diante desse cenário, o objetivo geral do trabalho é desenvolver um programa de intervenção que promova a resiliência escolar e a conscientização sobre o uso dessas substâncias, assegurando um ambiente escolar seguro e saudável para toda a comunidade.

A metodologia utilizada no estudo foi de natureza exploratória, envolvendo uma revisão bibliográfica abrangente e a aplicação de questionários para diagnosticar a situação atual nas escolas. A abordagem adotada foi sensibilizadora, com uma metodologia qualitativa que priorizou a problematização e a valorização da vida, permitindo uma compreensão mais profunda das dinâmicas que envolvem os adolescentes e o uso de substâncias.

As principais contribuições do trabalho incluem a realização de palestras, workshops e a produção de materiais educativos interativos, que visam não apenas informar, mas também engajar a comunidade escolar na construção de um ambiente mais seguro. Os resultados esperados são significativos, com uma redução de 60% no número de casos de uso ou acesso a drogas e a capacitação de 100% dos professores e funcionários para atuarem em situações de emergência.

A aplicabilidade prática das propostas apresentadas é evidente, uma vez que a implementação de um plano de resiliência escolar pode mitigar os impactos do uso de substâncias psicoativas e promover um ambiente seguro e acolhedor para os alunos. A escola, como um espaço fundamental na formação dos jovens, desempenha um papel crucial na prevenção do uso de drogas, e a continuidade das ações, aliada ao engajamento da comunidade escolar, é essencial para a construção de uma cultura de prevenção e resiliência.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre as estratégias propostas e os resultados esperados. Acreditamos que a disseminação desse conhecimento é um passo importante para a construção de um futuro mais seguro e saudável para nossos jovens.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)