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Capacitação para a Segurança Escolar: Combate a Violência: Construindo Resiliência na Comunidade da Escola Cesar Freitas Cassol.

Autoria: Vivian Aline Tavares Lopes
Orientação: Franciene Aparecida da Silveira
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho Implicação prática
Resiliência Escolar Capacidade da escola de antecipar, resistir e recuperar-se de eventos adversos, mantendo funções essenciais de ensino e proteção. Contextualizada como a construção de competências socioemocionais e gestão coletiva para enfrentar violências e desastres na Escola César Freitas Cassol. Fortalecimento da capacidade da comunidade escolar de agir preventivamente e manter o ambiente seguro após crises.
Violência Escolar Qualquer tipo de agressão física, psicológica ou emocional que ocorra dentro ou ao redor do ambiente escolar. Aparece nos episódios de ataques com arma branca e perseguição ocorridos na escola em 2023 e 2024. Necessidade de protocolos de segurança e capacitação de educadores para reconhecer sinais de vulnerabilidade.
Marco de Sendai Instrumento internacional focado na prevenção, mitigação e resposta eficiente aos riscos de desastres. Citado como base para a educação para o risco e investimentos em infraestrutura escolar segura. Direcionamento da gestão pública para a proteção da vida e construção de uma cultura de prevenção nas escolas.
CSSF (Comprehensive School Safety Framework) Referência global para promover ambientes educacionais seguros e preparados contra ameaças e perturbações. Utilizada para classificar conflitos e violências como riscos à segurança educacional que exigem mitigação. Estruturação de planos escolares de segurança e capacitação continuada de professores para gestão de conflitos.
Plano de Contingência Documento que define ações de prevenção, mitigação e resposta a situações de crise identificadas. Proposto como resultado do projeto para suprir a ausência de protocolos na Escola César Freitas Cassol. Garantia de respostas coordenadas e eficazes diante de emergências, reduzindo riscos à comunidade.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O aumento dos episódios de violência no ambiente escolar, observado entre 2023 e 2024, tem gerado preocupações significativas entre educadores, gestores e a comunidade em geral. A segurança no ambiente escolar é um elemento fundamental para garantir a qualidade do ensino e o desenvolvimento integral dos alunos. Nesse contexto, o trabalho de conclusão de curso de Vivian Aline Tavares Lopes, orientado por Franciene Aparecida da Silveira, propõe uma abordagem prática e eficaz para capacitar a comunidade escolar da Escola Estadual César Freitas Cassol, visando a construção de um ambiente mais seguro e acolhedor.

O objetivo central deste trabalho é capacitar professores, funcionários e estudantes para atuar de forma coordenada diante de crises, identificar vulnerabilidades e fortalecer práticas de prevenção e mitigação de riscos. A proposta busca não apenas responder ao problema da violência escolar, mas também promover uma cultura de paz e resiliência, essencial para o desenvolvimento de um ambiente educacional saudável.

A metodologia adotada no estudo é de natureza qualitativa, utilizando a observação participante como principal ferramenta de coleta de dados. Foram realizadas reuniões com a equipe pedagógica, consultas a documentos institucionais e uma revisão bibliográfica especializada, permitindo uma compreensão aprofundada das dinâmicas escolares e das necessidades da comunidade. Essa abordagem colaborativa garantiu que as intervenções propostas fossem adequadas e relevantes para o contexto específico da escola.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a elaboração de uma cartilha educativa, a realização de rodas de conversa, treinamentos em primeiros socorros, simulações de emergência e palestras sobre saúde mental. Essas ações visam não apenas a capacitação, mas também a promoção de um plano de contingência que possa ser acionado em situações de crise, contribuindo para a redução de episódios violentos e para a construção de um ambiente escolar mais seguro.

A aplicabilidade prática deste trabalho é evidente, pois fortalece a capacidade da comunidade escolar de agir preventivamente, contribuindo para a criação de um ambiente seguro, acolhedor e comprometido com os direitos humanos. A segurança escolar não deve ser tratada apenas como uma questão reativa, mas sim como uma política preventiva, que envolve todos os atores da comunidade escolar.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre as estratégias desenvolvidas e os resultados alcançados. A capacitação para a segurança escolar é um passo importante na construção de um futuro mais seguro e resiliente para todos os envolvidos no processo educacional.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)