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Educação Matemática para a Resiliência: Estratégias Interdisciplinares para Preparação em Situações de Desastre

Autoria: Vanelle Miranda Viana
Orientação: Rayla Amaral Lemos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
ERRD Educação para a Redução de Riscos de Desastres; processo contínuo de entendimento de causas e efeitos para mitigar vulnerabilidades. Integrada ao ensino de matemática para capacitar alunos e educadores a lidar com situações adversas. Desenvolvimento de competências para formação de uma sociedade resiliente e prevenção de riscos cotidianos.
Resiliência Escolar Capacidade da escola e seus membros de se prepararem e agirem de forma estratégica e calma diante de desastres. O projeto utiliza a matemática como ferramenta estratégica para aumentar essa capacidade no ambiente de aprendizagem. Criação de um ambiente seguro onde alunos tomam decisões críticas e proativas sob pressão.
Aprendizado Baseado em Problemas (ABP) Metodologia de ensino ativa onde o aluno trabalha com situações reais para buscar soluções de forma criativa e autônoma. Utilizada para análise de probabilidades de incidência de emergências baseada em problemas reais. Capacita o cidadão a resolver desafios práticos de gestão de recursos e evacuação em crises.
Educação Matemática para Resiliência Uso de habilidades matemáticas (gráficos, lógica, cálculos) aplicadas especificamente à gestão de riscos. Estratégia interdisciplinar para preparação em situações de desastre, indo além de fórmulas tradicionais. Melhoria na interpretação de dados críticos (como gráficos epidemiológicos ou meteorológicos) para respostas rápidas.
Escala de Resiliência de Connor Davidson (CD-RISC) Escala psicométrica de 25 itens que mede a capacidade de enfrentamento ao estresse e adaptabilidade. Ferramenta de avaliação qualitativa e quantitativa aplicada antes e depois das intervenções do projeto. Monitoramento da eficácia de programas educacionais no aumento da resiliência psicológica da comunidade.
Simulação de Emergência Atividade prática reproduzindo cenários fictícios de desastres para treinamento de protocolos de segurança. Integração de cálculos de tempo de evacuação e rotas seguras em cenários de enchentes fictícias. Treinamento tático para redução de danos humanos e otimização de rotas de fuga e resgate.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Vanelle Miranda Viana, orientado pela professora Rayla Amaral Lemos, aborda um tema de relevância crescente no contexto educacional contemporâneo: a intersecção entre a educação matemática e a resiliência escolar. Em um cenário onde muitos alunos enfrentam dificuldades em Matemática, é fundamental explorar como essa disciplina pode ser utilizada para fortalecer a capacidade de enfrentar e se adaptar a situações adversas. O projeto se insere na busca por soluções que integrem conhecimentos matemáticos à educação sobre riscos, promovendo uma formação mais completa e alinhada às necessidades da sociedade.

O problema central deste estudo reside nas dificuldades que muitos alunos apresentam em Matemática, as quais podem impactar sua capacidade de lidar com emergências. O objetivo geral do trabalho é capacitar os alunos a utilizar a matemática como um meio de fortalecer a resiliência escolar, integrando essa disciplina ao entendimento sobre riscos. A proposta é que, ao desenvolver habilidades matemáticas, os estudantes se tornem mais aptos a compreender e gerenciar situações de risco.

A metodologia adotada no projeto consiste em um ciclo de oito aulas, que inclui a aplicação de avaliações diagnósticas para identificar as dificuldades dos alunos. Em seguida, são realizadas atividades práticas que conectam a Matemática a situações de risco, além de capacitações voltadas para os educadores. Essa abordagem prática e diagnóstica visa não apenas melhorar o desempenho dos alunos em Matemática, mas também prepará-los para a gestão de riscos.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a realização de avaliações diagnósticas com alunos da educação básica, atividades práticas que relacionam a Matemática à redução de riscos e simulações de emergências que utilizam ensinamentos matemáticos. Espera-se que essas ações resultem em um aumento significativo nas habilidades matemáticas dos estudantes, além de uma maior compreensão da Matemática como uma ferramenta essencial na gestão de riscos.

A aplicabilidade prática das metodologias propostas é um dos pontos fortes do projeto. As estratégias desenvolvidas podem ser facilmente implementadas no plano de aula de outros educadores, promovendo uma formação mais ampla e condizente com as demandas atuais da sociedade. Dessa forma, o trabalho não apenas contribui para o desenvolvimento individual dos alunos, mas também para a construção de uma educação mais integrada e relevante.

Para complementar a compreensão sobre o tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que aprofundam as discussões e as metodologias apresentadas. Esses recursos visam proporcionar uma experiência mais rica e acessível, permitindo que educadores e interessados possam explorar as ideias do projeto de forma dinâmica e interativa.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)