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PREVENÇÃO PARA REDUÇÃO DE RISCO DE DESASTRES NA ESCOLA ESTADUAL OLÍMPIA DE BRITO

Autoria: Rafael Garcia Rodrigues
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Marco de Sendai Acordo internacional (2015-2030) que estabelece quatro prioridades para a redução do risco de desastres. Utilizado como base normativa para o planejamento escolar e compreensão dos riscos na instituição. Orientação da governança e investimento em preparação e resposta a desastres no ambiente escolar.
CSSF (Estrutura de Segurança Escolar Abrangente) Abordagem integrada baseada em três pilares: infraestrutura, gestão de riscos e currículo resiliente. Apresentado como referencial para pensar a escola como lugar de proteção e cuidado integral. Diretrizes para a construção de ambientes escolares integrados e currículos que incluam a gestão de riscos.
Resiliência Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a riscos de resistir, absorver, adaptar-se e recuperar-se dos efeitos de um perigo de forma tempestiva e eficiente. O projeto visa promover uma cultura de resiliência na Escola Estadual Olímpia de Brito para enfrentar enchentes recorrentes. Fortalecimento da capacidade da escola de lidar com riscos sistêmicos e retorno rápido às atividades após eventos adversos.
Vulnerabilidade Condições determinadas por fatores físicos, sociais, econômicos e ambientais que aumentam a suscetibilidade de uma comunidade ao impacto de perigos. A escola está situada em área vulnerável, no bairro Santa Tereza, margeada pelo Rio Verde. Identificação de fragilidades estruturais e sociais para priorizar intervenções de segurança e mitigação.
Mitigação Medidas tomadas para reduzir ou limitar o impacto adverso de perigos e desastres conexos. Citado como fator determinante através da educação preventiva e mobilização social para reduzir danos. Implementação de barreiras físicas e planos de contingência para diminuir perdas materiais e humanas.
Prevenção Atividades e medidas destinadas a evitar completamente o impacto adverso de perigos. Foco central do projeto de intervenção na Escola Olímpia de Brito para evitar perdas futuras. Criação de comitês de gestão de riscos e realização de simulados de evacuação regulares.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso intitulado "Prevenção para Redução de Risco de Desastres na Escola Estadual Olímpia de Brito", desenvolvido por Rafael Garcia Rodrigues sob a orientação de Mônica Vasconcellos Barral Campos, aborda uma questão de relevância significativa no contexto educacional e social: a vulnerabilidade das instituições de ensino a desastres ambientais. A Escola Estadual Olímpia de Brito, situada em uma área propensa a enchentes, enfrenta desafios que exigem a implementação de medidas eficazes de prevenção e resposta a situações de risco.

O problema central identificado na pesquisa é a falta de um plano estruturado que garanta a segurança da comunidade escolar diante das enchentes recorrentes. O objetivo geral do trabalho é desenvolver e implementar, em um período de até um ano, um Plano de Prevenção e Redução de Riscos de Desastres (PPRRD) que atenda às necessidades específicas da escola. Este plano visa não apenas a proteção física dos alunos, professores e funcionários, mas também a promoção de uma cultura de resiliência dentro da comunidade escolar.

A metodologia adotada na pesquisa é de natureza qualitativa, envolvendo uma revisão da literatura pertinente, análise documental, observação in loco, além de entrevistas e questionários. Essas abordagens foram fundamentais para captar as percepções dos envolvidos sobre os riscos enfrentados e as ações preventivas já adotadas. A combinação dessas técnicas permitiu um diagnóstico abrangente das vulnerabilidades estruturais e institucionais da escola, bem como a identificação de lacunas nas práticas de segurança existentes.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se a elaboração de um diagnóstico das vulnerabilidades, a promoção da conscientização sobre os riscos, a criação de um plano de evacuação e resposta, e a realização de atividades de capacitação e formação continuada. Os resultados obtidos evidenciam a necessidade de sensibilização e capacitação da comunidade escolar, além da construção coletiva de estratégias que fortaleçam a resiliência da instituição frente a desastres.

A aplicabilidade prática deste projeto é significativa, pois visa influenciar políticas locais voltadas à segurança e resiliência em instituições de ensino situadas em áreas de risco. Através da estruturação de um plano de ação, o projeto não apenas busca garantir a segurança da comunidade escolar, mas também promover uma cultura de resiliência que pode ser replicada em outras escolas e contextos.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos que detalham as etapas do projeto e suas implicações para a segurança e a educação ambiental. Essa iniciativa representa um passo importante na construção de um ambiente escolar mais seguro e consciente, refletindo o compromisso do curso com a formação de profissionais capacitados para enfrentar os desafios contemporâneos.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)