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Análise e Intervenção nos Riscos Sociais, Físicos e Emocionais na EE Dr. Carlos Rosa: Construindo um Ambiente Escolar Resiliente.

Autoria: Francisco Silva Júnior
Orientação: Mônica Vasconcellos Barral Campos
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Resiliência Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a riscos de resistir, absorver, adaptar-se e recuperar-se dos efeitos de um perigo de forma tempestiva e eficiente. Utilizado para descrever o objetivo final da intervenção na EE Dr. Carlos Rosa: construir um ambiente escolar resiliente, capaz de enfrentar riscos sociais, físicos e emocionais. Fortalecimento das capacidades locais e preparação da comunidade escolar para responder a eventos adversos e manter a continuidade do aprendizado.
Riscos Sociais Ameaças decorrentes de vulnerabilidades sociais, incluindo conflitos interpessoais, violência e falta de suporte comunitário. Identificados na escola através de casos de bullying, racismo, xenofobia e discriminação que afetam o bem-estar e o aprendizado. Necessidade de mediação de conflitos, programas de apoio psicológico e fortalecimento de vínculos comunitários para reduzir a vulnerabilidade escolar.
Plataforma CONVIVA Sistema de gestão e acompanhamento da convivência escolar utilizado pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Instrumento utilizado para registrar e monitorar ocorrências (10 registros em 2024 na escola), servindo de base para o diagnóstico de riscos. Gestão de dados para monitoramento de incidentes e embasamento de estratégias educativas de prevenção à violência e melhoria do clima escolar.
Protocolo CSSF Estrutura de Segurança Escolar Abrangente baseada em três pilares: ambientes seguros, educação para redução de riscos e prontidão para emergências. Referência internacional utilizada para fundamentar o modelo de segurança escolar e resiliência proposto no projeto. Guia estratégico para a elaboração de planos de prevenção e resposta, promovendo os direitos das crianças e a segurança das instalações.
Marco de Sendai Diretriz internacional (2015-2030) da ONU para a redução do risco de desastres, focada em prevenir novos riscos e reduzir os existentes. Utilizado como base normativa para defender a integração da gestão de riscos ao planejamento escolar e o engajamento comunitário. Priorização da educação e do fortalecimento das capacidades locais como medidas de mitigação e preparação institucional.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O ambiente escolar desempenha um papel crucial no desenvolvimento integral dos alunos, sendo um espaço onde diversas interações sociais ocorrem. No entanto, a EE Dr. Carlos Rosa enfrenta desafios significativos relacionados a riscos sociais, físicos e emocionais que impactam diretamente a saúde mental e o aprendizado de seus estudantes. A presente pesquisa, conduzida por Francisco Silva Júnior sob a orientação de Mônica Vasconcellos Barral Campos, busca analisar esses riscos e propor soluções que visem a construção de um ambiente escolar mais seguro e acolhedor.

O problema central abordado neste trabalho é a identificação e mitigação dos riscos que afetam a saúde mental e o desempenho acadêmico dos alunos. O objetivo geral é analisar e propor intervenções que possam reduzir esses riscos, promovendo um ambiente escolar que favoreça o aprendizado e o bem-estar dos estudantes. A urgência dessa pesquisa é evidenciada por dados do sistema CONVIVA e relatórios educacionais, que destacam o aumento de incidentes relacionados à violência escolar e outras formas de discriminação.

Para alcançar os objetivos propostos, a metodologia adotada inclui uma análise detalhada de relatórios de acompanhamento da escola, a aplicação de questionários direcionados a alunos e funcionários, e um levantamento de dados da plataforma CONVIVA. Essa abordagem permite identificar e classificar os principais tipos de riscos presentes no ambiente escolar, oferecendo uma base sólida para a elaboração de estratégias de intervenção.

As principais contribuições deste trabalho incluem a identificação de fatores de risco que afetam a saúde mental dos alunos e a proposição de estratégias educativas que visam a promoção de um ambiente escolar mais seguro. A pesquisa também destaca a importância da resiliência e da gestão escolar eficaz na prevenção de conflitos e na promoção de um clima escolar positivo. A implementação das estratégias sugeridas poderá resultar em um ambiente mais acolhedor, onde os alunos se sintam seguros para desenvolver suas habilidades acadêmicas e sociais.

A aplicabilidade prática das soluções propostas é significativa, pois visa a implementação de intervenções que podem ser adotadas pela comunidade escolar da EE Dr. Carlos Rosa, incluindo alunos, professores e funcionários. Essas intervenções têm o potencial de transformar a dinâmica escolar, promovendo um espaço onde todos se sintam valorizados e respeitados.

Para aqueles que desejam aprofundar-se nos detalhes deste trabalho, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão abrangente sobre a pesquisa e suas implicações para a comunidade escolar. Acreditamos que a disseminação dessas informações contribuirá para um diálogo mais amplo sobre a importância da saúde mental e da segurança no ambiente escolar.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)