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Construindo Convivência Pacífica: Estratégias para Minimizar Conflitos na Escola Estadual Professora Dilma Quadros

Autoria: Cibele Alves de Oliveira
Orientação: Yvonne Archanjo Massucate Barbosa
Curso: Escolas Resilientes e Educação para a Redução do Risco de Desastres 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Gislaine dos Santos
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição (curta e fiel às fontes) Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Segurança Escolar Garantia de um ambiente protegido onde políticas de prevenção, preparação e resposta a emergências estão integradas à cultura institucional. Contextualizada através do CSSF (2022-2030) e da Política Nacional de Segurança nas Escolas para enfrentar a violência no entorno da instituição. Gestão pública focada nos três pilares do CSSF: infraestrutura segura, gestão de riscos no setor educacional e educação para a redução de riscos.
Resiliência Escolar Capacidade da comunidade escolar de enfrentar desafios e conflitos, fortalecendo vínculos e preparando-se para desastres e crises. Aparece como um objetivo para fortalecer a comunidade escolar diante de conflitos recorrentes, visando um ambiente educacional justo e igualitário. Alinha-se ao Marco de Sendai para construir comunidades resilientes, tratando a escola como infraestrutura crítica com governança de riscos fortalecida.
Cultura de Paz Conjunto de estratégias e valores que incentivam o diálogo, o respeito e a convivência pacífica para a resolução não violenta de conflitos. Proposta como meta central do plano de intervenção para transformar o cenário de agressões e vandalismo na unidade escolar. Fomenta a mudança social permanente e a segurança emocional, servindo como base para políticas de prevenção à violência escolar.
Mediação de Conflitos Prática de intervenção e construção coletiva de soluções para situações de tensão, utilizando diálogo e escuta ativa. Apresentada como ferramenta para lidar com agressões verbais e físicas entre a comunidade escolar, integrando práticas restaurativas. Implementação de grupos de mediação e protocolos de gestão de conflitos na administração escolar para reduzir a incidência de violência.
Habilidades Socioemocionais Competências como empatia, autocontrole e comunicação não violenta que capacitam o indivíduo para a convivência social. Identificadas como necessidades urgentes a serem fortalecidas em alunos e professores para prevenir novos episódios de violência. Inclusão de projetos de educação socioemocional como estratégia de prevenção primária de riscos sociais e melhoria do ambiente institucional.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O ambiente escolar é um espaço fundamental para o desenvolvimento social e emocional dos alunos. No entanto, a coexistência de diferentes realidades sociais pode gerar conflitos que comprometem a segurança e a qualidade do aprendizado. Este é o contexto abordado no trabalho de conclusão de curso de Cibele Alves de Oliveira, orientado por Yvonne Archanjo Massucate Barbosa, que se debruça sobre a Escola Estadual Professora Dilma Quadros. A pesquisa visa entender e minimizar os conflitos recorrentes entre alunos e ex-alunos, promovendo um ambiente escolar mais seguro e acolhedor.

O problema central identificado na pesquisa é a frequência de conflitos que afetam a saúde emocional da comunidade escolar. Esses conflitos não apenas prejudicam o clima escolar, mas também impactam diretamente o desempenho acadêmico dos alunos. Diante desse cenário, o objetivo geral do trabalho é desenvolver estratégias que contribuam para a redução da violência e a promoção de uma cultura de paz dentro da escola.

Para alcançar esses objetivos, a metodologia adotada inclui a coleta de dados qualitativos e quantitativos. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, questionários e observação participante, permitindo uma análise aprofundada das causas dos conflitos e do impacto da violência no bem-estar dos alunos. Essa abordagem possibilitou a identificação das causas mais frequentes dos conflitos, além de mapear as percepções de alunos e ex-alunos sobre o ambiente escolar.

As principais contribuições do trabalho incluem a elaboração de estratégias práticas para reduzir a violência e fortalecer a cultura de paz, a capacitação de educadores, a implementação de mediação escolar e a promoção de práticas de diálogo. Essas entregas visam não apenas mitigar os efeitos da violência, mas também fomentar um sentimento de pertencimento e coesão social entre os membros da comunidade escolar.

A aplicabilidade prática das estratégias propostas é significativa, pois elas visam criar um ambiente escolar mais harmonioso e colaborativo. Gestores escolares, professores, estudantes e membros da comunidade escolar podem se beneficiar das recomendações apresentadas, que buscam fortalecer as habilidades socioemocionais e promover a resiliência escolar.

Para aqueles que desejam se aprofundar no tema, o trabalho de Cibele Alves de Oliveira conta com um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre as estratégias desenvolvidas e os resultados obtidos. A pesquisa não apenas contribui para a academia, mas também se insere em um contexto profissional relevante, ao propor soluções práticas para um desafio enfrentado por muitas instituições de ensino.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)