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Segurança de Barragens em Tapira MG: Avaliação e Recomendações para a Mosaic

Autoria: Flávio de Souza Santos

Orientação: Fernando Guilhon de Castro
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025

Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso de Flávio de Souza Santos, orientado pelo professor Fernando Guilhon de Castro, aborda um tema de grande relevância para a segurança e bem-estar das comunidades locais: a segurança das barragens do Complexo de Mineração de Tapira, em Minas Gerais. Este estudo se insere em um contexto onde a proteção das comunidades na Zona de Autossalvamento (ZAS) é uma prioridade, especialmente em áreas com atividades mineradoras.

O problema central da pesquisa reside na eficácia do Plano de Ação e Emergência relacionado à segurança das barragens. O objetivo geral do trabalho foi analisar essa segurança, buscando identificar fragilidades e propor melhorias que possam garantir a proteção da população local. A pesquisa se propôs a responder a questões críticas sobre como as comunidades percebem e se preparam para possíveis emergências, além de avaliar a comunicação e os mecanismos de alerta existentes.

A metodologia utilizada foi abrangente e incluiu a análise documental de relatórios técnicos e legislação pertinente, além do mapeamento da ZAS por meio de geoprocessamento. Para entender a percepção da comunidade, foi realizado um simulado de evacuação e aplicados questionários a 69 moradores da região. Essa abordagem permitiu uma coleta de dados qualitativa e quantitativa, essencial para a análise das práticas de segurança em vigor.

Os principais resultados obtidos revelaram que 97% dos moradores afirmaram receber notificações sobre emergências por meio do WhatsApp, o que demonstra uma boa aceitação das tecnologias de comunicação. No entanto, o estudo também identificou fragilidades significativas, como dificuldades na locomoção, a distância dos pontos de encontro e o baixo volume das sirenes de alerta. Essas informações são cruciais para a melhoria das práticas de segurança e para a formulação de recomendações que visem aumentar a eficácia do Plano de Ação e Emergência.

As contribuições deste trabalho são relevantes tanto para a comunidade local da ZAS quanto para os órgãos de Defesa Civil. As recomendações apresentadas podem auxiliar na implementação de medidas que aprimorem a segurança das barragens, como a instalação de mais sirenes e o aumento do volume dos alarmes. Além disso, o estudo enfatiza a importância do engajamento da população, destacando que a segurança deve ser uma responsabilidade compartilhada entre todos os membros da comunidade.

A aplicabilidade prática deste trabalho é evidente, pois fornece subsídios para a tomada de decisões informadas por parte da Defesa Civil e outras entidades envolvidas na gestão de riscos. A pesquisa não apenas contribui para o aprimoramento das práticas de segurança, mas também promove uma maior conscientização sobre a importância da proteção ambiental e da segurança da vida.

Para aqueles que desejam se aprofundar no tema, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre os resultados e as recomendações do estudo. Agradecemos a todos os envolvidos e esperamos que este trabalho contribua para a segurança e bem-estar da comunidade de Tapira.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)