| Autoria: Igor Martins Bolonha
Orientação: Ana Maria Stephan |
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| Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho. | |||
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*Conteúdos derivados (infográfico, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso. O uso de tecnologias emergentes, como os Drones (ou RPAs – Remotely Piloted Aircraft Systems), tem se mostrado cada vez mais relevante no contexto da Defesa Civil. No entanto, a ausência de diretrizes técnicas padronizadas para sua utilização compromete a eficiência, a segurança e a capacidade de resposta dos órgãos públicos. Este trabalho de conclusão de curso, elaborado por Igor Martins Bolonha sob a orientação de Ana Maria Stephan, propõe um protocolo padronizado para o uso de Drones em ações de mapeamento aéreo e identificação de áreas de risco, com foco na 8ª Região de Defesa Civil de Minas Gerais (REDEC/MG). O problema central abordado neste estudo é a falta de diretrizes que orientem o uso de RPAs nas operações de Defesa Civil, o que pode levar a uma gestão ineficaz e a riscos operacionais. O objetivo geral do trabalho é desenvolver um protocolo que não apenas padronize a utilização desses dispositivos, mas que também contribua para a melhoria da resposta a emergências e da gestão de riscos. A metodologia adotada é qualitativa, descritiva e comparativa, fundamentada em uma revisão normativa e na análise de boas práticas tanto nacionais quanto internacionais. O estudo inclui um diagnóstico da situação regional e a realização de simulações práticas para validar o modelo proposto. Essa abordagem permite uma compreensão abrangente das necessidades e desafios enfrentados pelos gestores públicos e agentes de Defesa Civil. Entre as principais contribuições do trabalho, destaca-se a elaboração de um guia técnico que contém orientações operacionais, requisitos mínimos, boas práticas e um fluxograma de aplicação do protocolo. Essas entregas visam orientar o uso dos RPAs desde a preparação até a execução e análise pós-operação, minimizando riscos operacionais e legais, aumentando a agilidade na identificação de áreas críticas e otimizando recursos públicos. A aplicabilidade prática deste protocolo é significativa, pois a adoção de diretrizes padronizadas para o uso de RPAs representa uma medida de responsabilidade pública e eficiência administrativa. Além disso, promove justiça social ao garantir que as ações de Defesa Civil sejam realizadas de maneira eficaz e segura, beneficiando a população em situações de emergência. Para complementar a apresentação deste trabalho, disponibilizamos um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre o protocolo proposto e suas implicações para a Defesa Civil. Convidamos todos os interessados, especialmente gestores públicos, formuladores de políticas e instituições de ensino, a conhecerem mais sobre essa importante contribuição para a gestão de riscos e a segurança pública. Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
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