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O Papel do Engenheiro Civil na Defesa Civil: Avaliações Estruturais e Geológicas como Estratégias para Prevenção e Mitigação de Desastres.

Autoria: Agata Giuliana Pereira de Souza
Orientação: Luis Gustavo Schroder e Braga
Curso: Gestão Publica em Proteção e Defesa Civil 🎓 Conheça o curso que pode impulsionar sua atuação profissional🚀
Coordenação do curso: Jordan Henrique de Souza
Ano: 2025
Infográfico
Figura 1: Infográfico* elaborado a partir de dados compilados do trabalho.
Conceito Definição Como aparece no trabalho (contexto) Implicação prática (gestão pública / redução do risco de desastres)
Prevenção Atividades e medidas para evitar o surgimento de novos riscos de desastres e reduzir os riscos existentes. Contextualizada como a fase de atuação antecipada do engenheiro, envolvendo mapeamentos, laudos e participação em planos de contingência. Identificação precoce de riscos em áreas críticas e planejamento urbano restritivo em zonas de perigo (ex: Lei de Parcelamento do Solo).
Mitigação Medidas adotadas para reduzir ou limitar os impactos adversos de perigos e desastres. Aparece relacionada às avaliações estruturais e geológicas como estratégia técnica para diminuir a gravidade de possíveis eventos em áreas vulneráveis. Execução de obras de contenção, drenagem e reforço estrutural para diminuir a vulnerabilidade de edificações e terrenos.
Resiliência Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a riscos de resistir, absorver, adaptar-se e recuperar-se de desastres de maneira tempestiva e eficiente. Citada como objetivo central da atuação do engenheiro civil e das estratégias de prevenção para a construção de cidades mais seguras frente a eventos adversos. Desenvolvimento de habilidades e infraestruturas que permitam à comunidade e ao poder público suportar e se recuperar rapidamente de impactos.
Áreas de Risco Locais sujeitos a processos naturais ou tecnológicos que podem causar danos à vida, bens ou infraestrutura. Foco do estudo de caso no município de Magé, onde são identificadas encostas e comunidades irregulares com alta probabilidade de deslizamentos e colapsos. Mapeamento técnico (NBR 15.492) e monitoramento contínuo para suporte à tomada de decisão sobre interdições e realocações.
Vulnerabilidade Estrutural Grau de suscetibilidade de uma edificação ou infraestrutura a sofrer danos frente a uma ameaça externa. Relacionada à informalidade das construções, falta de projetos técnicos (ART) e ausência de manutenção em áreas vulneráveis. Realização de vistorias técnicas, perícias de engenharia e emissão de laudos que indiquem a necessidade de intervenções corretivas ou demolições.
Tabela 1: Tabela de conceitos* elaborada a partir de dados compilados do trabalho.
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*Conteúdos derivados (infográfico, tabela, resumo textual, vídeo e áudio) gerados por síntese automatizada com apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir do trabalho original, sob supervisão da coordenação do curso.

O trabalho de conclusão de curso apresentado por Ágata Giuliana Pereira de Souza, sob a orientação de Luis Gustavo Schroder e Braga, aborda um tema de grande relevância no contexto atual: a atuação do engenheiro civil na Defesa Civil. Em um cenário onde a segurança estrutural e a resiliência urbana são cada vez mais necessárias, este estudo investiga os desafios e a importância das avaliações estruturais e geológicas realizadas por profissionais da engenharia civil em áreas vulneráveis.

O problema central da pesquisa reside na identificação das dificuldades enfrentadas pelos engenheiros civis na execução de avaliações que possam prevenir e mitigar riscos em regiões suscetíveis a desastres. O objetivo geral é analisar como essas avaliações podem ser fundamentais para a atuação do engenheiro civil na Defesa Civil, contribuindo para um planejamento mais eficaz e seguro.

A metodologia adotada para a realização deste trabalho é composta por três etapas principais: planejamento da pesquisa, execução da pesquisa e análise dos dados. A pesquisa se baseia em uma combinação de materiais bibliográficos, entrevistas semiestruturadas com profissionais da área e observação direta das condições estruturais e geológicas em campo. Essa abordagem permite uma compreensão abrangente do tema, integrando teoria e prática.

Entre as principais contribuições do trabalho, destacam-se o mapeamento e diagnóstico das condições estruturais e geológicas das áreas avaliadas, a elaboração de relatórios técnicos detalhados sobre a situação atual e o desenvolvimento de diretrizes para avaliações futuras. Além disso, foi criado um manual técnico que compila as melhores práticas e diretrizes para a realização de avaliações estruturais e geológicas, visando fortalecer a atuação dos engenheiros civis nesse campo.

Os resultados obtidos revelam a identificação e classificação das principais vulnerabilidades estruturais e geológicas em áreas de risco, além da proposição de um conjunto de critérios padronizados para a inspeção de estruturas e terrenos. Essas informações são essenciais para a promoção de segurança estrutural e maior resiliência urbana, beneficiando não apenas os profissionais da engenharia civil, mas também as comunidades que habitam essas áreas vulneráveis.

A aplicabilidade prática deste trabalho é significativa, pois busca fortalecer a atuação do engenheiro civil junto à Defesa Civil, promovendo uma abordagem mais integrada e eficaz na prevenção e mitigação de riscos. A relevância do engenheiro civil nesse contexto é inegável, especialmente em um cenário que demanda cada vez mais ações proativas e fundamentadas.

Para aqueles que desejam aprofundar-se no tema, estão disponíveis um vídeo e um podcast explicativos, que oferecem uma visão mais detalhada sobre as pesquisas e as diretrizes propostas neste trabalho. Acesse e conheça mais sobre a importância da atuação do engenheiro civil na Defesa Civil.

Prof. Dr. Jordan Henrique de Souza | Profa. Dra. Gislaine dos Santos
Coordenação responsável pela compilação dos dados
(https://www2.ufjf.br/resiliencia/apresentacao/)