Fechar menu lateral

Currículo 2023

O Currículo 2023 do Curso de Sistemas de Informação da UFJF possui ao todo 3.000 horas, divididas entre disciplinas obrigatórias, disciplinas eletivas e atividades acadêmicas optativas. A grade curricular apresenta a distribuição cronológica das disciplinas e demais atividades acadêmicas do curso, estruturada em pré-requisitos, dentro do prazo recomendado para a integralização curricular de 8 períodos letivos regulares (4 anos).  Na tabela a seguir é possível selecionar o período e clicar sobre a disciplina desejada para verificar o plano de ensino (contendo ementa, conteúdo programático, bibliografia básica e bibliografia complementar). Uma das principais diferenças deste currículo para seu antecessor é a obrigatoriedade do discente em cumprir um mínimo de 300 horas (10% da carga horária total do curso) em atividades curriculares de extensão.

Currículo 2023 do Curso de Sistemas de Informação da UFJF (ingressantes a partir de 2023)

 

Plano de Ensino

Disciplina: PSI270 - PSICOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES E DO TRABALHO

Carga horária: 60

Departamento: DEPTO DE PSICOLOGIA /ICH

Ementa
keyboard_arrow_down keyboard_arrow_up
Breve história do trabalho. Principais movimentos visando produtividade e a organização do trabalho. A socialização no trabalho, os grupos e equipes de trabalho. Compreensão, análise e gestão do contexto do trabalho. O diagnóstico organizacional com foco psicossocial. Gestão de Pessoas, seus subsistemas e atuação profissional. Temas atuais no campo da Psicologia Organizacional e do Trabalho - POT.

Unidade 1
Breve História do trabalho e Principais Movimentos de Produtividade
- História do Trabalho
- Taylorismo
- Fordismo
- Pós-Fordismo
- Escola das Relações Humanas
- Toyotismo
- Volvismo
Unidade 2
A socialização no trabalho, os grupos e equipes de trabalho
- A socialização organizacional
- Grupos e equipes de trabalho nas organizações
- Gestão de equipes de trabalho

Unidade 3
Compreensão, análise e gestão do contexto organizacional
- Motivação no Trabalho
- Cultura organizacional e a Gestão da cultura organizacional
- Clima organizacional e a Gestão do clima organizacional
- Comprometimento no trabalho
- Liderança nas organizações
- Poder nas organizações

Unidade 4
Gestão de Recursos Humanos ou de Pessoas
- O diagnóstico organizacional com foco psicossocial
- Planejamento Estratégico
- Gestão de Pessoas - Recrutamento e seleção de pessoas
- Treinamento, treinamento e educação de pessoas
- Avaliação de desempenho humano no trabalho

Unidade 5
Temas atuais no campo da Psicologia Organizacional e do Trabalho - POT
- Competências necessárias aos psicólogos no campo da POT
- Gestão de competências com foco em seleção por competências
- Gestão do conhecimento nas organizações
- Consequências dos Novos Modelos de Gestão - vantagens e desvantagens para os trabalhadores
- O mercado de trabalho em POT: especialista; gestor; consultor; coach; professor; pesquisador, etc.
- Desafios e tendências para a Psicologia Organizacional e do Trabalho no Brasil

Bendassoli, Pedro F. & Borges-Andrade, Jairo Eduardo (Organizadores). (2014). Dicionário de Psicologia do trabalho e das organizações. Porto Alegre: Artmed.
Borges-Andrade; Abbad, Gardênia da Silva; Mourão, Luciana (e Colaboradores). (2006). Treinamento, desenvolvimento e educação em organizações e trabalho: fundamentos para a gestão de pessoas. Porto Alegre: Artmed.
Borges, Lívia de Oliveira & Mourão, Luciana (Organizadoras). (2013). O trabalho e as organizações: atuações a partir da Psicologia. Porto Alegre: Artmed.
Chiavenato, Idalberto (2014). Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4a. ed.. São Paulo: Manole.
Heloani, José Roberto. (2011). Organização do trabalho e administração: uma visão multidisciplinar. 6a. ed. São Paulo: Cortez.
Marx, Roberto (1992). Processo de trabalho e grupos semiautônomos: a evolução da experiência de Kalmar nos anos 90. São Paulo: Revista de Administração de Empresas – RAE/FGV, 32(2):36-43 – Abril/Jun/1992 . Recuperado de http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/10.1590_S0034-75901992000200005.pdf
Oliveira, Carlos Roberto de. (1995). História do Trabalho. 3a ed. São Paulo: Ática.
Pasetto, N. V., & Mesadri, F. E. (2011). Comportamento organizacional: Integrando conceitos da administração e da psicologia. Curitiba: Ibpex
Puente-Palácios, Kátia e Peixoto, Adriano Lemos. (2015). Ferramentas de diagnóstico para organizações de trabalho: um olhar a partir da Psicologia. Porto Alegre: Artmed Robbins, Stephen P. (2008). Comportamento organizacional. 11a. ed. São Paulo: Pearson.
Siqueira, Mirlene Maria Matias (e Colaboradores). (2008). Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed.
Siqueira, Mirlene Maria Matias (Organizadora). (2014). Novas medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed.
Wood, Jr., Thomaz. Fordismo, Toyotismo e Volvismo: os caminhos da indústria em busca do tempo perdido. (1992). São Paulo: Revista de Administração de Empresas – RAE/FGV, 32(4):6-18 - Set/Out. 1992. Recuperado de http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/10.1590_S0034-75901992000400002.pdf
Zanelli José Carlos; Borges-Andrade, Jairo Eduardo; Bastos, Antonio Virgílio Bittencourt. (Organizadores). (2014). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. 2a. ed. Porto Alegre: Artmed.
Abbad, Gardênia da Silva; Mourão. Luciana; Menese, Pedro P.M.; Zerbini, Thaís; Borges-Andrade Jairo Eduardo; & Vilas-Boas, Raquel (Organizadores). Medidas de avaliação em treinamento, desenvolvimento e educação: ferramentas para a gestão de pessoas. Porto Alegre: Artmed.
Alves, Giovani. Toyotismo e mundialização do capital. (1999). Em: Trabalho e mundialização do capital: a nova degradação do trabalho na era da globalização. Editora Praxis. Disponível em: file:///C:/Documents%20and%20Settings/Charles/My%20Documents/Downloads/Artigo%20Toyot ismo%20Alves%20UNICAMP.htm
Antunes, Ricardo & Alves, Giovani. As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v25n87/21460.pdf
Braverman, Harry. (1977). Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. São Paulo: Zahar Editores
Gondim, Sônia Maria Guedes; Estramiana, José Luis Álvaro; Gallo, Inge Schweiger, Sá, Márcio de Oliveira, e Rios, Mino. (2008). O chefe tem sempre razão?: um estudo intercultural das expectativas sociais em interações de trabalho. Interamerican Journal of Psychology, 42(2), 381- 389.
Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-96902008000200019&lng=pt&tlng=pt
Heloani, José Roberto. (2003). Gestão e organização no capitalismo globalizado: história da manipulação psicológica no mundo do trabalho. São Paulo: Atlas.
Morgan. Gareth. Imagens da organização. Edição executiva. (2006). 2a. ed. São Paulo: Atlas. Disponível em: http://www.gbic.com.br/ibes2k9si/1%BA%20Semestre/livros/Projeto%20Livro%20Adm%20Image ns%20da%20Organizao.pdf
Robbins, Sephen. (2009). Fundamentos do comportamento organizacional. São Paulo: Pearson.
Spector, Paul E. (2014) Psicologia nas organizações. 3a. ed. São Paulo: Saraiva.


Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho.

Revista Psicologia, Organizações e trabalho (rPOT). Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_serial&pid=1984- 6657&lng=pt&nrm=iso

 

Saiba mais sobre o currículo 2023:
  1. Disciplinas obrigatórias
  2. Disciplinas eletivas
  3. Atividades acadêmicas optativas

Disciplinas obrigatórias

O discente deve cursar todas as 2.430 horas em disciplinas obrigatórias. Estas disciplinas estão organizadas em quatro áreas de formação: 1.1 – Formação básica, 1.2 – Formação Tecnológica, 1.3 – Formação Complementar e 1.4 – Formação Humanística e Suplementar.

A grade curricular sugere o período adequado para o discente cursar cada disciplina obrigatória, considerando a oferta das disciplinas e o encadeamento dos pré-requisitos para viabilizar a integralização curricular em 8 períodos letivos regulares. Entretanto, o discente tem a liberdade de cursar as disciplinas em outros momentos, desde que atenda aos pré-requisitos estabelecidos para cada uma delas.

Voltar ao sumário

Disciplinas eletivas

O discente deve cursar um mínimo de 240 horas em disciplinas eletivas. Dentro da lista com todas as disciplinas eletivas do currículo, a escolha de quais disciplinas cursar é de livre opção do discente, de forma que cada indivíduo pode construir seu próprio caminho formativo a partir de seus interesses e capacidades. Para facilitar a escolha, as disciplinas eletivas foram organizadas nas seguintes áreas de conhecimento: 2.1 – Sistemas de Computação, 2.2 – Desenvolvimento de Software, 2.3 – Sistemas Inteligentes, 2.4 – Informática na Educação, 2.5 – Gestão de TI,  2.6 – Computação Gráfica e 2.7 – Banco de Dados.

O discente também pode integralizar a carga horária de disciplinas eletivas cursando disciplinas oferecidas por programas de pós-graduação stricto-sensu em áreas correlatas ao curso, estimulando-se o estreitamento de laços entre graduação e pós-graduação. Quando estas disciplinas forem oferecidas pelos programas de pós-graduação ligados ao DCC/UFJF, o aproveitamento de sua carga horária será automático. Caso estas disciplinas sejam oferecidas por programas de pós-graduação externos ao DCC/UFJF, o aproveitamento de estudos deve ser solicitado pelo discente e analisado pela coordenação.

A grade curricular sugere que o discente curse 30 horas em disciplina(s) eletiva(s) no 3º período, 30 horas no 6º período, 60 horas no 7º período e 120 horas no 8º período.Entretanto, o discente tem a liberdade de cursar as disciplinas em outros momentos, desde que atenda aos pré-requisitos estabelecidos para cada uma delas.

Voltar ao sumário

Atividades acadêmicas optativas

O discente deve integralizar um mínimo de 330 horas em atividades acadêmicas optativas, que incluem disciplinas optativas e/ou atividades de flexibilização curricular e/ou atividades curriculares de extensão. A carga horária excedente em disciplinas eletivas também conta, automaticamente, como carga horária em atividades acadêmicas optativas.

A grade curricular deixa livre para o discente escolher o melhor momento do curso para cumprir estas horas.

Disciplinas optativas

Uma disciplina optativa é aquela destinada à formação da cultura geral, em qualquer área do conhecimento. O discente é livre para escolher as disciplinas optativas que deseja cursar, podendo ser quaisquer disciplinas da UFJF ou de outra Instituição de Ensino Superior (IES). No caso das disciplinas cursadas na UFJF, a carga horária é registrada automaticamente no histórico escolar do discente. No caso de disciplinas cursadas em outra IES, o aproveitamento de estudos deve ser solicitado pelo discente e analisado pela coordenação.

No universo de disciplinas da UFJF, sugere-se aos discentes de SI cursar, de forma optativa, as disciplinas de UNI001 – Língua Inglesa Instrumental I, UNI002 – Língua Inglesa Instrumental II, UNI003 – Língua Inglesa Instrumental III, UNI015 – LIBRAS Instrumental I e UNI016 – LIBRAS Instrumental II, todas ofertadas pelo Projeto de Universalização em Línguas Estrangeiras da UFJF. Entende-se que o conhecimento em línguas estrangeiras e em LIBRAS são diferenciais para o egresso do curso, permitindo o entendimento das questões de comunicação universal e inclusiva. Sugere-se também, como disciplina optativa, LEC090 – Práticas de Gêneros Acadêmicos, cuja ementa aborda gêneros acadêmicos escritos e orais, o que pode auxiliar o discente em seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Além das disciplinas listadas anteriormente, é sugerido ao discente cursar as disciplinas de “Prática Extensionista” ofertadas pelo DCC, que são disciplinas optativas de caráter 100% extensionista. Essas disciplinas visam a aplicação multidisciplinar de conhecimentos teóricos e práticos já adquiridos pelos discentes em seu percurso curricular nas atividades de extensão vinculadas a programas, projetos, cursos e oficinas, eventos e/ou prestação de serviços previamente autorizados pela CAEX do curso de SI, sempre sob o acompanhamento de um orientador e que envolva a comunidade externa como beneficiária.

Voltar ao sumário