Disciplina: EDU391 - FUNDAMENTOS TEÓRICOS METODOLÓGICOS E PRÁTICA ESCOLAR EM HISTÓRIA I
Carga horária: 90
Departamento: DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
Plano de Ensino
¿ Fazer defeitos na memória / Produzir sonhos;
¿ Relação com a cidade;
¿ Relação com espaços institucionais de memória;
UNIDADE II – AULA DE HISTÓRIA: BRINCANDO COM O/AS TEMPO(RALIDADES)
¿ Ética e tempos;
¿ Tempo, temporalidades e infância;
¿ Modos curriculares de organização do tempo;
UNIDADE III – AULA DE HISTÓRIA: UNS E OUTROS
¿ Múltiplos modos de existir;
¿ A produção social do eu e do outro.
Café História. Publicado em 5 de julho de 2021. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/porque-ainda-e-preciso-estudar-historia/
HOOKS, bell. A teoria como prática libertadora. In.: Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013. (pp. 83 - 104).
RAGON, Maria Beatriz de S. Thiago. Educar para uma utopia dos sonhos (im)possíveis. In: __________. Produzindo raízes profundas: uma análise do lugar do ensino de História no currículo de Pedagogia. Juiz de Fora, 2025. Dissertação (Metrado em Educação) – Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Juiz de Fora, 2025, p. 59-68.
ALBUQUERQUE JUNIOR, Durval Muniz. Fazer defeitos nas memórias: para que servem o ensino e a escrita da história? In: Márcia de Almeida Gonçalves [et. al.] (orgs). Qual o valor da história hoje? Rio de Janeiro: Editora FGV, 2012. (p. 21-39).
MIRANDA, Sônia. Sobre o ato de aprender a olhar: a cidade como um jogo de saberes e potências educadoras. Revista NUPEM, Campo Mourão, v. 14, n. 33, p. 43-63, set./dez. 2022. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/nupem/article/view/4819
ERVEN, Maria Fernanda Van; MIRANDA, Sonia Regina. Crianças nos outubro templos das Musas: mediadores culturais, processos de significação e aprendizagens em museus. Revista História Hoje, v. 3, p. 91-119, 2014.
PEREIRA, Nilton Mullet. O Tempo Multiplicado: Não há ética no ensino de História sem a problematização do tempo. Palavras Abehrtas, V. 3, p. 01-11, 2021.
MEDEIROS, Andréa Borges de. “Crianças e narrativas: modos de lembrar e de compreender o tempo na infância”. Caderno Cedes, Campinas, SP, v. 30, n. 82, p.325-338, set./dez. 2010.
MIRANDA, Sonia Regina. Reflexões sobre a compreensão (e incompreensões) do tempo na escola. In: Ernesta Zamboni; Vera Lucia Sabongi De Rossi. (Org.). Quanto tempo o tempo tem!. 1ed.Campinas: Alínea, 2003, p. 173-204.
narrativas temporais através do ensino de História. In: GABRIEL, C. T; MONTEIRO, A. M;
MARTINS, M. L. B. (Orgs). Narrativas do Rio de Janeiro nas aulas de História. 1ª ed. Rio de
Janeiro: Mauad X, 2016. (p. 21-42).
OLIVEIRA, Sandra Regina. Da sala de aula para a rua ou da rua para a sala de aula? Os movimentos inesperados da vida na cidade e a relação com o saber escolar. Revista História Hoje, v. 3, nº 6, p. 121-137 – 2014.
PEREIRA, Nilton Mullet; SEFFNER, Fernando. Notas para pensar um currículo não binário: ensino de História e diferença. In: Carmen Teresa Gabriel e Marcus Leonardo Bomfim Martins. (Org.).
Formação Docente e Currículo: conhecimentos, sujeitos e territórios. 1ed.Rio de Janeiro: Mauad X, 2021, v. 1, p. 273-288.