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Disciplinas e ementas

Plano de Ensino

Disciplina: EDU327 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ESPAÇOS EDUCACIONAIS EM LETRAS LIBRAS II - LIBRAS COMO L2

Carga horária: 140

Departamento: DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

Ementa
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Realização de sondagem/diagnóstico em aulas de língua de sinais como L2: conhecimento da realidade e análise do processo de articulação teoria/prática. Planejamento e programação de estágio de língua de sinais como L2. Docência compartilhada com o campo de estágio nos níveis Fundamental ou Médio de ensino, pela Regência de Classe Regular ou sob a forma de projetos de ensino da língua de sinais como L2.
O programa da disciplina está ligado às atividades didáticas que serão realizadas no campo de estágio e que serão alvo de discussão nos grupos de reflexão. Os temas a serem debatidos dependerão, portanto, do que está sendo desenvolvido na escola, que devem seguir, nessa ordem:
1 – Acompanhamento de turmas de ensino fundamental e/ou médio, como estágio de observação;
2 – Debates e reuniões de planejamento com os professores das disciplinas de Libras como L2 nas instituições concedentes dos estágios;
3 – Desenvolvimento de microprojeto na turma acompanhada no decorrer do período letivo;
4 – Construção de relatório das atividades do estágio.
1. BIANCHI, A. C. M. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Pioneira, 1998.
2. CALDERANO, M. A. (Org.). Estágio curricular: concepções, reflexões teórico-práticas e proposições. Juiz de Fora: UFJF, 2012.
3. FAZENDA, I. C. A.; PICONEZ, S. C. B. (Coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 11. ed. São Paulo: Papirus, 2005.
4. KULCSAR, R. O estágio supervisionado como atividade integradora. In: FAZENDA, I. C. A. [et al.] A prática de ensino e o estágio supervisionado. 15 ed. Campinas: Papirus, 1991. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).
5. PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
6. QUADROS, R. M. Alfabetização e o ensino de língua de sinais. Mimeo (s/d).
7. QUADROS, R. M.; CRUZ, C. R. Língua de Sinais: instrumentos de avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011. 159 p.
1. ANDRÉ, M. E. D. A. de. Etnografia da prática escolar. Campinas, SP: Papirus, 1995.
2. BODGAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação. Porto: Editora Porto, 1994.
3. DIAS, R. E.; LOPES, A. C. Competências na formação de professores: o que (não) há de novo. Revista Educação & Sociedade, v. 24, n° 85. Campinas, 2003.
4. FARIAS, I. M. S. (org.). Didática e docência: aprendendo a profissão. Fortaleza: Liber Livro, 2008.
5. MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: Ática, 1997.
6. PEREIRA, M. C. P. Reflexões a partir da observação de uma aula de língua de sinais brasileira como primeira língua. Revista Eletrônica Domínios de Linguagem [online]. 2008.
7. PERRENOUD, F. As competências para ensinar no século XXI. A formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
8. PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. 5ª ed. São Paulo: Cotez, 2002.
9. SERRANO, M. G. P. Investigación-accion: aplicaciones al campo social y educativo. Madrid: Dykinson, 1990.
10. SOUZA, A. R. Prática pedagógica/prática de ensino. Florianópolis: UDESC/CEAD, 2002.
11. VASCONCELLOS, C. S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad Editora, 2006.