Disciplina: EDU326 - REFLEXÕES SOBRE A ATUAÇÃO EM ESPAÇOS EDUCACIONAIS EM LETRAS LIBRAS II - ENSINO DE LIBRAS COMO L2
Carga horária: 60
Departamento: DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
Plano de Ensino
1 – O ensino: abordagens e concepções;
2 – A sala de aula: organização dos espaços e tempos da sala de aula;
3 – Elaboração de projetos de ensino de Libras (L2);
4 – Desenvolvimento de projeto de ensino de Libras (L2).
2. GESSER, A. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a Libras. São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
3. OLIVEIRA, H. C. C. O ensino explícito de Libras como L2: experiências de estágio supervisionado. Revista Virtual de Cultura Surda. Edição nº 13. Petrópolis, Editora Arara Azul, 2014.
4. QUADROS, R. M. Alfabetização e o ensino de língua de sinais. Mimeo (s/d).
5. QUADROS, R. M.; CRUZ, C. R. Língua de Sinais: instrumentos de avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2011. 159 p.
6. VENTURI, Maria Alice. Aquisição de língua estrangeira numa perspectiva de estudos aplicados. São Paulo: Ed. Contexto, 2006.
2. GESSER, A. “Um olho no professor surdo e outro na caneta”: Ouvintes aprendendo a Língua Brasileira de Sinais. Tese de doutorado. Campinas: Unicamp, 2006.
3. GESSER, A. Teaching and learning Brazilian Sign Language as a foreign language. Dissertação de mestrado. Florianópolis: UFSC, 1999.
4. LEITE, T. A. O ensino de segunda língua com foco no professor: história oral de professores surdos de língua de sinais brasileira. 2004. Dissertação (Mestrado em Letras) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.
5. MEDEIROS, D. V.; SILVÉRIO, C. C. P. Ensino de Libras como L2: a experiência do curso de capacitação para servidores da UFJF. Anais do I CONALIBRAS – UFU. Uberlândia: UFU, 2015.
6. QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: ARTMED, 2004.